terça-feira, 27 de maio de 2008

Que seja eterno enquanto dure II

Já se foi o tempo em que vacas mais alteradas e menos, digamos, centradas, cortavam o "dito cujo do dito cujo" traidor e safado... Uma inglesa, que jura que é corna, vingou-se do então marido espalhando por toda a cidade onde os dois moram cartazes com a foto do "bundão do bundão", com os dizeres: "Pasha Cummings: mentiroso, infiel, cafetão traidor"... Isto feito, a moça raivosa se mandou para Chipre.

Sei lá... Faz isso, fica com a fama de louca e despeitada e no final ainda é capaz de, sem-vergonha, voltar pro ex? Vaca, vaca... A vingança deve ser um prato delicioso e irresistível...

Que seja eterno enquanto dure!

Nesse mundo de relacionamentos tão cheios de incertezas, uma vaca fica até comovida ao saber que há casamentos que duram... oitenta anos! Que fofos... Essa é a versão moderna do "felizes para sempre"!

PS: Amei todos as frases que me mandaram, alguns por e-mail, alguns nos comentários... Vou publicá-las assim que tiver um tempinho...

Beijos, curral!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Frases de coração

Minhas diletas companheiras de curral... Homens vivem nos acusando de adorarmos uma frase feita, não é mesmo? Como se eles não as usassem... Mas vejamos, queridas, quantos ditados, frases feitas e de efeito são válidas e verdadeiras quando o assunto em pauta é relacionamento a dois...

Quem vê cara não vê coração.

Em briga de marido e mulher não se mete a colher.

Não há gosto sem desgosto.

Quem ama o feio, bonito lhe parece.

Casamento se desmancha até na porta da igreja.

Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher traída são difíceis de controlar.

Quem pergunta, quer saber. E quem procura, acha... E mentira tem perna curta...

Homem é que nem cachaça: no começo é ótimo, mas depois é só dor de cabeça.

A mulher pode sempre sonhar com um marido fiel e obediente, desde que não queira transformar isso em realidade...

Cavalo amarrado também pasta. (Nota da autora: às vezes, vacas também...)

Mulher, cachaça e bolacha, em toda parte se acha. Ou: Homem é que nem biscoito, vai um, vêm dezoito...

Para quem ama, catinga de bode é cheiro bom.


Tudo tão parecido... Não há como não recorrermos de vez em quando a uma frasezinha pronta, né? Há um monte de outras, eu sei... Mas estas foram as que me ocorreram agora. Depois eu posto mais. Beijos e bom feriado, meninos e meninas.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

JOGO DE DAMAS OU DE VACAS ?


  • Chegou-me as mãos, recentemente, um interessante e divertido livro, do cronista e escritor gaúcho David Coimbra, intitulado “JOGO DE DAMAS”, que retrata de forma divertida e satírica, dentro de uma concepção estritamente bovina masculina, - e diga-se passagem - eminentemente machista, vários episódios da história da humanidade desde os primórdios da existência dos bois Neantherthal e de seu sucessor subseqüente, o boi “Homo Sapiens” na Terra.

    Do retrato cronológico do autor, desde a constada presença do homem na Terra, e dentro da particular, inusitada e por vezes hilária ótica do boi escritor, fomos NÓS AS VACAS, as grandes responsáveis pela agregação do homem de forma monogâmica a uma vaca, ou seja: Pela instituição da sociedade e da formação de uma família, nos moldes contemporâneos (instituição do casamento, por exemplo), além de grandes responsáveis, pela decadência e derrocada de grandes impérios, a exemplo do Império Romano, Bizantino, etc.

    Justificou ainda o autor, em seu primoroso e divertido ensaio histórico, que as grandes “zicas” do mundo antigo, se deram assim, em função de NÓS, "POBRES E PACATAS VACAS", em razão de sempre havermos exercitado com furor e de forma inescrupolosa, a manipulação sobre os homens, visando a nossa própria locupletação pessoal, em qualquer seara de interesses, geralmente de ordem material. (Aqui, o boi pegou pesado contra nós)!

    A citada manipulação feminina sobre os homens, segundo o escritor, sempre se deu historicamente através daquilo, que os bois mais apreciam na vida, ou seja: Cerveja! Não, não, eu queria dizer mesmo, SEXO!

    Para tanto, trouxe o boi escritor à colação, em seu bem-humorado e interessante relato histórico, exemplos crassos de memoráveis VACAS mesmo! As quais, - não dá prá negar-, sem sombra de dúvida, de fato exerceram, com primor, a melhor acepção do que aqui, sempre foi por nós mesmas, consideradas, verdadeiras VACAS!

    Citou figuras de peso, do universo histórico bovino feminino, a exemplo de: Cleópatra, Messalina, Lucrécia Borgia, Catarina de Médicis, Lou Salomé, só para citar, eu diria, as mais emblemáticas e de domínio público, para quem aprecia história, é claro !

    Como vaca consciente que sou, não pude deixar de reconhecer, que de fato, “manipular” um boi, utilizando-se de jogadas eróticas e sedutoras, não é coisa das mais difíceis de se realizar, afinal é de domínio popular, que bois, de um modo geral, por um bom RABO BOVINO, sempre perdem a cabeça!

    Mas no exercício da citada manipulação bovina erótica, é mais do que necessário também, lembrar que o boi “manipulado”, sempre se deixa voluntariamente manipular, pois caso contrário, esse perigoso, mas não menos sedutor, JOGO DE DAMAS (VACAS) não teria começo, nem meio, que dirá um fim, propriamente dito, e não estaríamos aqui, discutindo a evolução histórica de machos e fêmeas da espécie “COW SAPIENS” ...

    Mas uma coisa nisso tudo, é mais do que certa: Quem já veio com a “sacanagem” embutida no DNA, foram os próprios BOIS. Arrisco-me assim a dizer, que a nós VACAS, historicamente , incumbiu apenas a “refinação”, a sutileza da sacanagem, e quem sabe até, uma certa intelectualização da mesma, o que me conduz a irrefutável conclusão de que: Se tudo isso vier mesmo, a ser usado para maus propósitos, acabará sempre em uma irremediável ZICA BOVINA, que poderá até mesmo, mudar os rumos da história, na forma tão bem explorada, pelo autor!

    Agora, convenhamos: Se eventualmente alguns bois, não se seguram nas calças, a culpa é exclusivamente das VACAS ? Certamente que não ! Um jogo por mais simples que seja, é sempre jogado a dois, e cabe aos partícipes do mesmo, sempre avaliar com precisão suas reais possibilidades ... no JOGO !

    Jogar só guindado pelo instinto, ao longo de milhares de anos de existência na Terra, denota a pouca, lenta e gradual, evolução de alguns bovinos, que assim agindo, de forma voluntária e a seu livre arbítrio, certamente ficaram a mercê de toda a sorte de VACAS do tipo inescrupulosas ...

    Como pertencente ao grupo das BOAS-VACAS, divirjo portanto do Sr. boi David, pois a tônica de uma civilização em sua natural evolução, não se mostra restrita apenas à perpetuação da espécie, a procriação,e a tudo que envolva sexo, há por certo outros valores em sociedades evoluídas, ainda que sempre de uma certa forma, regidas indiretamente pelo SEXO !

    Se eventualmente ainda alguns bois não conseguem controlar seus mais primitivos instintos, me limito então a mugir: SO SORRY ! E, agradeço então aos céus, por ter nascido uma VACA, mais evoluída por certo !

    Fujo, como o diabo da cruz, de bovinos pouco evoluídos assim, mas que alguns certamente ainda andam soltos por aí, no meio dessa infindável boiada, isso é fato!

    - Agora,quer saber de uma coisa, Sr. boi-escritor David Coimbra ? - Vai pastar!!! Mas, é inegável que dei belas risadas com seu livro ! Se a supremacia das VACAS sobre os BOIS,ainda permanece e se dá apenas pelo SEXO, que assim seja AMÉM !



sexta-feira, 9 de maio de 2008

VACAS E BOIS APAIXONADOS PODEM VIRAR TROUXAS ?



Já disse aqui, e repito: Estar apaixonado por um boi ou uma vaca qualquer, é o melhor estado de espírito que se pode experimentar nessa nossa curta existência bovina, obviamente quando uma “paixão” é plena e proporcionalmente correspondida. Caso contrário, o bovino ou a bovina “apaixonados”, podem vir a sofrer, e muito, ou ainda literalmente ficarem em maus lençóis, para não dizer coisas piores ...

Mas uma coisa, é mais do que certa: Quando vivenciamos esse especialíssimo e enebriante estado psicológico de absoluta “paixão” por um ente bovino em qualquer fase da vida, experimentamos sensações prazerosas de todo o gênero, especialmente as tidas como cerebrais. Ou seja: Aquelas especialmente relacionadas a “alma” bovina. É mais do que inquestionável, que quando protagonizamos uma ”tórrida-paixão-bovina”, a vida pessoal de qualquer bovino(a), se torna mais leve, e parodoxalmente agitada, e tudo isso concomitantemente. Aliás, acredito piamente que quando nos apaixonamos de fato por alguém, e uma vez entregues a tão avassalador sentimento, obramos por nos sentir mais vivos do que nunca, alertas e sedutoramente receptivos e motivados para vida e para o mundo ! Puro deleite bovino !!!!

Segundo especialistas no ramo da "paixonite bovina", todos esses prazeres físicos e psíquicos oriundos de qualquer “paixão”, ainda que seja esta clandestina, advém da produção de uma certa substância química, conhecida por “seretonina” ativada e produzida em maior quantidade pelo cérebro bovino. Muito provavelmente, deve ser esta substância também, quem sabe, a grande responsável por toda a sorte de prazeres bovinos, sejam eles físicos ou espirituais.

Sendo assim a paixão bovina indubitavelmente nos conduz a esplendorosa e aspirada equação, tão almejada e perseguida: tesão + sensação de aconchego + plenitude de alma = BOVINOS MAIS DO QUE FELIZES E REALIZADOS !

Mas, nem tudo é sempre flores nesse cenário lúdico e instigante da paixão bovina! Vou me permitir aqui, bradar, um sonoro e efusivo: BOSTA !
(-Peço perdão pela exaltação da Vaca! - Mas porque, hem ? Que em tudo na vida sempre tem de haver um desagradável e mais do que broxante “MAS” ? - Sempre repudiei essa conjunção adversativa, desde os tempos do colégio, e na vida prática então ela permanece mais odiosa ainda!)

Sim, queridos, infelizmente a paixão bovina, como em quase tudo na vida pode ter o seu “lado negro da força” também, produzindo nefastos e desastrosos efeitos aos bovinos mais desavisados em meio à irrefutável euforia de tal sentimento.

Por conta, e em nome de avassaladoras paixões bovinas, se cometem crimes hediondos e até de cunho patológico, se dilapidam patrimônios familiares, bovinos se expõem desmensuradamente a situações por vezes ridículas e vexatórias e por aí vai ... Tudo isso, talvez porque, um “bom” bovino(a) entorpecido de paixão, inadvertidamente, passou a esquecer de si próprio, e de tudo que um dia, obrou por conquistar e construir em sua vida bovina, quando ainda não estava envolvido ou apaixonado, pelo “ente” que lhe despertou tal sentimento ... ficando assim “doentiamente” à mercê de seu objeto de paixão, que por azar e infelicidade da vida, era do tipo nefasto bovino inescrupuloso ...


Indiscutivelmente, como já profetizava o bovino alemão e filósofo Nitchze, há por certo muita de “loucura” em uma verdadeira paixão, mas sempre há também, um certo fundo de razão em determinadas loucuras ...

Portanto bovinos, se mostrar aberto e entregar-se a uma boa paixão bovina, com sorte e recíproca, consiste em um promissor, prazeroso e salutar exercício de vida e convivência.
Mas deve-se ter sempre cautela, e se atentar para aquela por vezes indesejável “vozinha” interior da razão bovina, que volta e meia insiste em martelar nossos adoráveis ouvidos bovinos ... “ Quatro-patas no chão” boiada !

Bem sei, que a razão e a paixão bovinas, parecem já nascer, incompatíveis e divorciadas entre si, mas podem sim, com um certo “jeitinho bovino”, virem a ser, porque não, harmoniosamente conjugadas !

Por essas e por outras, fica aqui uma sugestão de VACA, que já se apaixonou por diversas vezes ...

Antes de se aventurarem despojadamente em uma PAIXÃO por mais sedutora que está, possa parecer, apaixonem-se inicialmente e de forma VORAZ e saudável por si mesmos!

Assim procedendo talvez, certamente corremos menos riscos de virarmos “bovinos trouxas” só por conta de uma irresistível paixão !

EM TEMPO: Esse texto, é dedicado a todos os bovinos e bovinas que já sofreram as conseqüências dos malefícios da paixão,em especial, a um grande boi amigo, que está hoje, a padecer de seu males ....

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Mais uma pérola!

Minha amiga Lili, das antigas (nem é de bom-tom comentar quão antiga...), me liga para desabafar:

- Cansei de ser cachorrinha abanando o rabo, sem receber sequer um agrado, um "boa menina" seguido de um afago ou um biscoito, sabe? Lembrei-me de que sou vaca!

- E o que vai fazer, amiga? Mandar o cara pastar? - pergunto, incrédula...

- Não, que ainda estou de quatro por ele. No bom sentido e sem trocadilhos, AP!

- Então?

- Então que agora está com ele. Se ele não se tocar e vier agradar a vaca aqui, troco de pasto, vou em busca de grama mais verdejante e dono mais atencioso... Eu mereço!

É, minha amiga... Não poderia concordar mais com você... Boa sorte e manda notícias!
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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Sutileza de um elefante

Direto ao assunto: já repararam como homens e mulheres falam línguas diferentes? É impressionante! Não, povo, não vou entrar na questão mais batida que mulher de malandro "homens são de Marte e as mulheres são de Vênus". Estou falando de dia-a-dia de um relacionamento, mesmo. Vou tentar ser mais clara. Nós, vacas-mulheres, adoramos uma sutileza. E eu não entendo isso, embora eu mesmo o faça, e muito... Dificilmente uma de nós, em determinadas situações de um relacionamento, bem entendido, fala na lata o que está explodindo pra falar. É um tal de homem perguntar "Meu amor, que há?" e a vaquinha responder, invariavelmente: "Nada...", arrematando a fala com um suspiro ou um olhar perdido. O cara se dá por satisfeito - e ainda é capaz de pensar com seus botões: "Pô, não sei por que ela reclama de mim, eu sou sensível pacas, até perguntei o que ela estava sentindo!". Juro. E a vaca, que respondeu que não era nada, fica lá, com o assunto quase vomitado garganta afora, mas trincando os dentes para que isso não aconteça. E agora, além do problema que a afligia, ela ainda se aborrece com seu homem porque o pobre não notou que "nada" significa "tudo"...

E não é só na hora dos problemas que isso acontece, não. Amigas, imaginem a cena: domingo à noite, Fantástico rolando... Vocês, com vontade de uma diversão bem mais caliente e variada que as variedades mornas apresentadas pelo Zeca e pela Patrícia, jogam a perna por cima de quem está ao seu lado e suspiram, lânguidas. Bom, ficou bem claro que vocês estão se oferecendo pra uma noite de sexo selvagem, certo? O corpo fala, certo? ERRADO! Homens não alcançam esse tipo de sutileza! Se quiserem que role um rala e rola, vocês têm que ser mais específicas: vale tirar a roupa, desligar a TV, agarrá-lo de surpresa, botá-lo contra a parede, isso sim é efetivo. E se não o fizerem, correm o risco de terminarem a noite ofendidas com a recusa dele e assistindo aos Gols do Fantástico, ao invés de correrem pro abraço... E, cá entre nós, meninas... Ô maneirazinha deprimente de se terminar um final de semana...

Assim é por tantos setores de nossa vida em comum com alguém... Alguém do sexo masculino. Na hora de pedir um presente. De reclamar de um hábito que vocês detestam. De falar mal daquela amiga dele mais assanhada. De pedir carinho ou colo. E por aí vai.

Homens não são programados para entender sutilezas, caras companheiras de curral. Deixem isso para seres mais sensíveis como nós, vacas. Captamos tudo com um olhar rápido. Vemos nuances onde elas nem sequer existem. Tá, admito. Ás vezes vemos coisas até onde nada existe. Ler nas entrelinhas? Advinhar pensamentos? Deixe isso conosco. Quando for para lidar com eles, minhas queridas, optem por métodos mais diretos e ortodoxos: falem na cara, usem legendas, linguagem de sinais, desenhem bem desenhadinho, sublinhem com marca-textos, gritem. E aí, talvez, eu disse talvez, nossos relacionamentos melhorem bastante. E a vida fique um pouco mais simples e prazerosa de se viver. Não é fácil mudar séculos de comportamento sutil, admito. Eu mesma sou adepta do "nada" seguido de um suspiro e de outras sutilezas desperdiçadas... Mas, como diria meu sábio pai, é hora de tentarmos ser sutis... como elefantes!

Gente, estivemos fora do ar por alguns dias por motivos de força maior... Não, as vacas não foram para o brejo... Apenas se ausentaram temporariamente do curral... Correria da vida, só isso. Nos desculpem. (Tenho tantos blogs pra visitar que nem sei por onde começo... Tenho tantos blogs pra pôr nos nossos preferidos...)
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Um olhar feminino sobre o universo... digamos, bovino. Mulheres falando da vida e de outras mulheres.
Mulheres explicando às outras que, querendo ou não, somos todas umas vacas!




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