terça-feira, 31 de julho de 2007

CLUBE DO "BOLINHA" BOVINO



Contrariamente ao que usualmente fazem as vacas quando estas se reúnem em seu seleto clube de “Luluzinhas”, estou a desconfiar que bois reunidos na presença de outros bois, a que título seja a reunião, não possuem o hábito de falar abertamente e sem “grilos”, de sua vida pessoal, ou de si próprios. A tônica de tais conversas masculinas, em minha humilde intuição e constatação de vaca, deve se mostrar limitada, quando muito a assuntos relativos a negócios (trabalho), dinheiro, política, economia, futebol e outros esportes, sacanagem e pornografia, além de “performances sexuais”, mas sempre com “as outras Vacas”, é claro, as tidas “vacas paralelas”. Nunca ouvi falar, de bois que discutem entre si, sua vida pessoal e íntima com a “vaca oficial ou própria”, como o fazem despudoradamente às vacas. Até aí, eu compreendo essa “pseudo-timidez” masculina, quando se trata de falar da vaca titular. A justificativa plausível para tal, é mais do que fundamentada na prudente “reserva de mercado”. Afinal devem os bois zelar e cuidar de suas companheiras, sem as expor à cobiça de outros bois. Se assim não o fosse, não existiria aquele já tão profanado pecado bíblico, “Não cobiçarás a mulher do próximo”, porque bois, por sua natureza primitiva, estão sempre mesmo a cobiçar o rabo da saia da vaca do vizinho, ainda que de forma inconsciente.

Estranho, e paradoxalmente engraçado isso, não é mesmo ? Entre nós vacas, isso não acontece. Quando nos reunimos entre amigas leais e companheiras,(eu disse leais e companheiras) simplesmente falamos de tudo sem qualquer preconceito, até mesmo do que rola entre as “quatro paredes do curral bovino” juntamente com nossos “bois” titulares, sejam eles maridos,namorados, rolos e afins. E o papo é por vezes muito divertido, porque entre vacas, não existe qualquer tipo de censura prévia, sequer esse medo, “em tese” de que alguma das vacas amigas ali reunidas, vai cobiçar o marido da outra. Existe portanto, dentro desses parâmetros, uma certa ética bovina feminina implícita para essas questões. O mesmo não podendo se dizer dos bois, pois eles, ao que consta sempre procuram ocultar para seus amigos, que sua vaca é mesmo “boa”, e quando eventualmente a enaltecem, o fazem de forma discreta, chamando atenção para detalhes secundários do tipo: Minha mulher é extremamente competente como mãe, como profissional, mas já como mulher... Melhor falar da “boa” da esquina ou da revista ...

Não posso então, aí deixar de vislumbrar uma visível insegurança bovina masculina, para com seus companheiros, e/ ou, um medo natural disfarçado às duras penas, da incontestável competição que se instaura mesmo entre companheiros de rebanho tidos como ”mui amigos”.

Então, desnudadas a “olho-nú” semelhantes “fraquezas” masculinas, com que desfaçatez, vem alguns bois aqui, a proclamar que a “Confraria ou o corporativismo Masculino” se mostra mais sedimentado ou seguro, até por razões históricas, do que a “Confraria Feminina”? Se vocês bois, por mais “amigos para siempre”, que sejam, às vezes parecem ter um certo temor de si próprios em relação às vacas de seus próprios companheiros... (Sim mutante Wolwe, essa é para você ...)

Verdadeiras Vacas amigas são por certo mais éticas, que verdadeiros bois amigos !

Mas absolvo os bois na questão, afinal nós vacas, pensamos e agimos com uma só “cabeça”, já verdadeiros “bois” tem sempre "duas" para pensar, agir e controlar não é mesmo ? E na citada competição, que vençam sempre os melhores "amigos" HÁ HÁ HÁ ...








Vacas andam em rebanho

Os homens vivem reclamando que temos umas idéias pré-concebidas sobre eles. Que gostamos de generalizar. Vá lá. Pode ser verdade, sim. "Homem é tudo igual, só muda, RG, CPF e endereço" é, com variações de vaca para vaca, uma das frases que mais dizemos. Concordo. Aliás, tenho que concordar.

Mas, vamos ser justos, a recíproca também é verdadeira. Homens têm umas teorias sobre as mulheres e não há quem não os faça tirá-las da cabeça. Milhares de idéias pré-concebidas. Uma delas é a de que mulheres não são unidas e que estão sempre prontas a sacanear umas às outras. Pode ser, mas isso não é característica de mulheres apenas. O ser humano é competitivo por natureza. Rola uma lenda de que homens são mais unidos do que as mulheres. Mas já vi muito homem derrubando homem: "Gata, no msn a essa hora, onde está seu namorado? Se fosse comigo, passava era longe desse computador...(Tradução: perto da minha cama)" ou "Esse mané não é homem para você (Entenda-se: Eu sou homem para você...)".

Homens, tremei! A verdade é que vacas são animais gregários. Vivem em rebanhos, bandos. Pode ser que nem todas se dêem bem. Mas isso acontece com vocês também. Se o mundo fosse essa grande confraria masculina, como vocês dizem, não haveria razão para guerras... Mas quando as mulheres se dão bem... De vez em quando rola uma empatia, e, pronto. Lá estão elas, juntas. Rindo e fofocando. Relaxem, nem sempre é de vocês. Lá estão elas, unidas. Umas ajudando às outras. Dão conselhos. Lá estão elas, em alerta! Checam álibis do namorado das amigas. Verificam possíveis "alvos" para amigas. Lá estão elas, presentes... Umas escutam os problemas das outras. Trocam experiências. Sim, nós conversamos sobre vocês! Sobre tudo, meninos. Tu-do. Vai me dizer que não sacaram que ela vão juntas ao banheiro para conversar? Ou xixi, lavar a mão e retocar batom demora tanto assim?

segunda-feira, 30 de julho de 2007

VACAS LIMITADAS, MAS COM CHARME ...


Todas as vacas têm suas limitações, o mesmo se podendo dizer dos bois. Apesar de mugirmos independência nos quatro cantos do planeta, tem coisas que simplesmente não conseguimos fazer sem a ajuda de um boi, especialmente coisas que requeiram excessiva “força física”. Nessas horas devo confessar,(quando me rendo e admito para mim mesma que preciso mesmo de um boi para a execução de determinada tarefa acima das minhas forças), uso e abuso do velho “charme feminino bovino” para conseguir meus intentos, e geralmente obtenho sucesso.

Não se trata aqui, de acomodação ou preguiça bovina feminina, tampouco de estratégia ardilosa, visando unicamente enganar ou simplesmente “usar” os bois para a um determinado fim, previamente planejado. Me arrisco a dizer, que as Vacas quando usam de tal artifício, o utilizam, por se tratar este, as vezes, do único expediente que se dispõe, para conseguir que um boi, realize por nós determinada coisa, na hora e local que mais precisamos, por absoluta incapacidade feminina para tal. Nessas particularíssimas condições, o uso do charme bovino feminino, além de providencial, deve assim ser encarado como um simples exercício da feminilidade. E, o resultado ao final auferido, com a conseqüente contra-prestação pelos bois, deve ser de igual modo encarado também, como um mero exercício, da igual e correspondente “virilidade” e masculinidade dos mesmos.

EXEMPLOS TÍPICOS DO USO PROVIDENCIAL CHARME BOVINO FEMININO NA PRÁTICA:

Exemplo nº 01: Trocar os pneus do carro, por exemplo. Toda a vaca que se preze, e que porventura venha a se utilizar pessoalmente de um veículo, com certa habitualidade, intelectualmente sabe como se deve trocar um “reles” pneu. Eu, particularmente já tentei e “ensaiei” a questão várias vezes. A coisa parece aparentemente simples. Basta pegar o instrumento identificado como “chave-de-rodas”, aparafusar naquelas “porcas” dos pneus, e torcer com “força suficiente” para desatarracharem. E aí o pneu sairá, lindo, lépido, e saltitante, para ser imediatamente substituído pela estepe. Tudo muito básico, mesmo, na teoria, é claro. Qualquer ser “relativamente capaz” pode realizar. (- Ah ! Já ia me esquecendo, antes disso tudo, deve-se elevar o carro, com aquilo que vulgarmente, chamam de “macaco” hidráulico). Só que comigo não funciona. Eu, como vaca limitada, torço, torço e literalmente “trepo” em cima da tal de chave de rodas, e ela nem se mexe!

Então, só me resta apelar para o “charme de vaca”. Vou para frente do carro, esboço o meu melhor sorriso de “vaca em apuros”, mesclado evidentemente com um “ar blazé", um pouco, eu disse um pouco “lascivo”, empino o traseiro de forma estratégica (artifício para lá de eficiente com bois), e logo, logo, invariavelmente sempre aparecem adoráveis e prestimosos bois, dispostos a ajudar! E tudo se resolve assim, em um passe de mágica. Sim, bois parecem trocar pneus com os “mindinhos”! Proclama-se assim, a benvinda diversidade dos sexos, com um olhar de vaca brilhante de agradecimento, e o boi, deve também sair feliz, por ter ajudado ao próximo . (No caso, à próxima ...)


Exemplo nº 02: Tampas empacadas de conservas e afins. Também domino a parte intelectual da coisa. Sei que basta um “leve suspiro”, para que tampas lacradas a vácuo cedam. Tem o truque também de esquentar no fogão, um pano de prato úmido, e o desafio mais do que, perigoso de se usar uma faca. Já tentei todas às tácticas, e me sinto igualmente, incompetente para a questão. Aí, reconheço humildemente, precisar de um “boi encorpado” e dotado de certos dotes físicos para resolver o problema. Então, terminando às pressas a salada do jantar, você chama o boi (caso viva com um), uma, duas, três vezes e nada... Parece que não é com o cara !Aí, vislumbro, mais uma vez, a necessidade de ser obrigada a usar os citados “ardis” bovinos femininos para suplantar cotidiano desafio. Apareço na sala em trajes sumários, e aí o boi de imediato, pergunta o que está havendo, e se preciso de ajuda para “alguma coisa”... Simples assim, como roubar “doce de criança” !

Portanto o uso do charme, nessas ocasiões, é mais que providencial, eu diria que é uma questão de sobrevivência feminina. Donde se deva concluir que nessas particularíssimas condições, não devem, os bovinos se sentirem "usados”, mas sim essenciais como machos da espécie !

Muito se tem falado aqui, da insensibilidade e incompreensão masculina para determinadas questões femininas, de uma eventual até “brutalidade” bovina masculina para outras. Mas para as citadas situações, tudo o que uma vaca precisa, é mesmo de bois dotados daquela sua “selvageria ancestral” inconsciente, sua rudeza e força animal, o que convenhamos, não deixa de ser um nítido exercício de nossas constatadas diferenças. O “boi-bruto” com sua força incomensurável,resolvendo um problema para uma vaca qualquer, ainda que guindado por seu instinto animal de preservação da espécie, vez que insensível ao “charme da vaca", requisitora de seus préstimos !
Em tempos modernos, pode ser um boi-prestativo desses vir a ser considerado como um verdadeiro "gentleman" ... Estamos mais do que carentes, desses espécie bovina, que pareçe beirar à extinção ....
Mas, ... cuidado meninas, NÃO ABUSEM! Usem seu charme “com moderação e discrição”, pois alguns bois eventualmente podem vir a se sentir incomodados, e agora, já que cavalheirismo, pareçe estar fora de moda, virem a exigir o pagamento de um preço, pela realização da façanha masculina requisitada. E esse “preço” poderá vir a ser considerado alto ou não, conforme a disponibilidade de cada vaca !

domingo, 29 de julho de 2007


Olha só que fofa a vaquinha do Pan que a Sara, do blog Pensamentos de Eu e Ela viu e se lembrou das Vaquinhas daqui! Obrigada, Sara, adorei! Beijos.

sábado, 28 de julho de 2007

Céu e Inferno...

Olha só a frase que eu li lá no Diário da MOrsa, do Marcelo: "vivo entre o Tibete e o Iraque dos piores dias, as vezes um monge, outras terrorista...". Nossa, poucas vezes eu me li assim numa frase de outra pessoa! quem já não teve uns dias como esse?

Saber amar, minha versão: Cuide bem do seu amor

Ontem eu conversei com a Fabi sobre o amor e porque se sofre tanto por amor. Nós temos visões parecidas em um monte de assuntos (blogs, homens, vacas), mas nesse, assumimos pontos de vista diferentes. Ela pensou sobre isso, resolveu escrever e me intimou a fazer o mesmo. A minha versão da história está aí embaixo. Leia a da Fabi também.

São certezas que tenho:

As pessoas têm o maior medo de demonstrar seus sentimentos porque estão baixando sua guarda, abrindo o peito, vulneráveis.

O "eu te amo" que sai da boca de uma pessoa deixa sua alma nua e agiganta o outro, ainda que na sua imaginaçã. Ao ouvir que é amado, o outro ganha superpoderes, porque pode decidir se vai retribuir aquele amor, se vai se deixar ser amado ou não, ou se vai simplesmente ignorar aquele amor.

Por que? Por que sim. Por que é assim que as coisas são. No meu pasto e no seu também.

Eu tenho medo de amar. Toda vez que amo me entrego de tal forma, corpo e alma... Me sinto menos poderosa, me sinto menos inteligente, me sinto menos capaz. Vaca atolada em sentimentos...

O medo de amar é na verdade o medo de não ser amado. A gente não sabe amar por amar. Quem sabe vira santo e vai pro céu... Queremos recíproca. E verdadeira, não da boca para fora. E ela às vezes não vem. E é isso que dói. Pra caramba.

O pior de tudo é quando o objeto desse amor, além de não lhe corresponder, ainda usa esse poder todo para magoar. Culpa do medo, da falta de maturidade ou da ignorância... Sei lá. Problema dele. Prefiro não amar. Como se eu pudesse escolher, não é? Mas às vezes... Sim, por vezes acontece aquela conjunção astral, aquele conto de fadas que vira realidade... Amar e ser amado, que delícia! Se você ama, não faça como eu. Se é amado, cuide bem do seu amor.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Vamos balançar o RABO - Sem trocadilhos de duplo sentido!

Para quem estava curioso... RABO é Reunião Anual de Blogueiros Organizados. Vai ser aqui no Rio. Peraí. Neste ponto eu tenho que dizer que não aceito trocadilhos de vacas balançando, abanando, chacoalhando (ou qualquer outro verbo, entenderam?) o RABO! rs! Eu estou rindo, mas estou falando sério.

Atenção, o primeiro RABO a gente nunca esquece!

Vai ser na próxima sexta-feira, dia 03/08. Tem hora pra começar: 13:00h. Mas não tem hora para acabar. O local é a praça de alimentação do Botafogo Praia Shopping.

Observações:
  • O Cláudio do JCF inteligentemente sugeriu o local, porque praça de alimentação vai contentar dos naturebas aos cervejeiros... Lá não tem permanência vinculada ao consumo, cada um consome o que quer e só paga o que consumir (Lembrem-se, não somos pagos para escrever. Ainda! No dia em que tivermos patrocínio, o evento fica mais chique! ). Lá tem estacionamento, viu Beth? E rola até uma vista maneira. Ah, a data é por causa da folga do Cláudio. Então, como disse a Fabi... Reclamações lá com ele! (Cláudio, somos boazinhas, né? Uns amores!)
  • Anual é só modo de dizer, teremos outras edições ainda este ano. Também não somos organizados... Foi um parto de uns três dias para a gente conseguir chegar a um acordo.
  • Vai quem quer. Venham todos! Blogueiros ou não. Fãs e patrocinadores em potencial também são bem-vindos! rs

BOIS E VACAS, TRAINDO E SENDO TRAÍDOS PELO DESEJO...



Pelo conteúdo dos mais recentes “posts” e pela adorável e sempre benvinda “chuva” de comentários dos “currais” vizinhos, muito se tem falado aqui, sobre traições bovinas de todo o gênero, número e grau, da melhor “pegada” bovina, de eventuais relacionamentos paralelos com bois e vacas comprometidos, de toda a sorte de sofrimentos amorosos decorrentes das relações nem sempre tão bem sucedidas assim, vivenciadas por bois e vacas, sem falar nos super-heróis, que de pára-quedas aqui aterrisaram, como o “Peter Parker” da Lady, o “Wolwerine”,etc ., além da já combinada e pré-agendada “ Primeira Convenção de Bovinos(as)”na cidade Maravilhosa, prestes a ocorrer, e por aí vai... Até discussões sobre o “rabo” e “formigas” já pintou por aqui ! Mas em que adorável MUVUCA BOVINA se transformou nosso humilde curral, na minha ausência hemmm ?????

O curioso disso tudo, é que cada boi e vaca que sistematicamente tem nos honrando com sua presença aqui, nesse “despretensioso” curral, onde duas “literais vacas” se dispuseram a falar sem censura de suas histórias particulares de vida, com certo sarcasmo e humor, sempre dentro de uma visão tipicamente feminina, parecem possuir um histórico de vida, em muito “semelhante” ao das subscritoras deste blog.

OK, apesar dos limites do mundo virtual, esses "não mais assim" estranhos” e “estranhas” colegas de rebanho que constantemente nos visitam, por certo detém o seu particular estilo de vida e gostos próprios, mas no fundo no fundo, todo mundo vive, com nuances diferentes por certo, as mesmas mazelas cotidianas da vida bovina amorosa! O que me leva a concluir, que bovinos de toda a espécie e raça, independentemente da naturalidade, sexo, cor ou religião, estão a sofrer e padecer dos mesmos males, conflitos e mazelas amorosas !

Mas, apesar disso tudo, o lado "bom da coisa toda" é que agora achamos um “espaço” próprio e adequado, para botar nossas “patas” bovinas de fora, nesse quase “surreal” e virtual cenário metafórico, pois passamos a trocar experiências comuns despudoradamente e a custos relativamente módicos. (Já pensaram nos custos “estratosféricos” de qualquer “terapia bovina de grupo” nos moldes deste curral?) Sem falar em alguns “laços” de amizades bovinas, que estou aqui a vislumbrar e que estão a se estreitar, cada vez mais e mais ...

Pois é, bovinos, mas o que eu constato, neste meu retorno ao pasto, diante dos efusivos e por vezes “acalorados” depoimentos que li (Leia-se: “Comments”) alguns até em tom bastante “confessional”, é que bois e vacas seguem invariavelmente, traindo e sendo traídos simplesmente pelo DESEJO ...(Não, não, de fato não poderia ser à toa, que bois e vacas já nascem com chifres ...RsRsRs ..

Mas não estou aqui, apenas a me referir aquele desejo usual (o de praxe, nosso velho conhecido, responsável pela perpetuação do rebanho) mas a toda a sorte de desejos: o desejo do auto-conhecimento, o desejo do reconhecimento pessoal, o desejo do resgate da auto-estima, o desejo de novos e diferentes relacionamentos bovinos, o desejo da salutar troca de experiências, o vil desejo da vingança amorosa, e o primordial, essencial e inerente desejo de se realizar pessoalmente, para quem sabe um dia, qualquer boi ou vaca vir a se tornar simplesmente feliz!

Quem sabe nessa salutar troca de experiências bovinas, a gente não ache de fato, o verdadeiro “caminho das pedras”, sem se deparar com tantas pedras pelo pasto !
PORTANTO, WELCOME A BORD (SEMPRE) BOVINOS E BOVINAS !

Quando é melhor não entender...

Sabem quando estamos diante de situações em que o melhor é nos fazermos de desentendidos? Vivo uma dessas. Prefiro botar a capa do desentendimento, o popular "me fazer de burra", para, à uma distância segura, poder pensar no que fazer. Mas não, nunca, nunquinha, me chame de burra. Pode dizer que eu sou avoada, esquecida, desatenta. Feia, chata, boba. Vaca. Mas não duvide da minha inteligência nunca.


Não entendo.
Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender.
Entender é sempre limitado.
Mas não entender pode não ter fronteiras.
Sinto que sou muito mais completa quando não entendo.
Não entender, do modo como falo, é um dom.
Não entender, mas não como um simples de espírito.
O bom é ser inteligente e não entender.
É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida.
É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice.
Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco.
Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.

Clarice Lispector

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Recomendação das Vacas!

Para melhorar o baixo astral que houve pos estes pastos ontem... Recomendo duas leituras. A divertida: o blog Sem Frescura da Angelina. Ela é crítica e engraçada demais! Virei fã! Outra, uma que nos ajuda a entender um pouco os homens (afinal não é isso que queremos?), lá no blog do Adão. Virei fã também.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Se toca, menino!

Alguém pode me dizer quando é que homens vão entender que fazer charme não é dar mole? Mulheres casadas fazem charme. Comprometidas, solteiras, nem tanto, apaixonadas, todas elas fazem também. É da natureza feminina/bovina isso de ser charmosa. Eu faço charme e não estou nem aí se você pensa que te dei mole... Bom, esse é um recado particular e direto, o destinatário vai entender. Mas serve para todos. Meninos, atenção. Vocês fazem isso também. Normal. Mas... É melhor ter certeza antes de partir para o ataque... Evita que amizades vão por água abaixo!

Para minha nova amiga

Querida Lady:

Engraçado como a internet encurta distâncias e diminui o tempo que levaríamos normalmente para ficarmos amigos ou criar intimidade... Umas mensagens trocadas no blog - usamos os comentários feito msn, acho isso muito engraçado!- e pronto! Já me sinto quase que sua irmã mais velha e uma de suas melhores amigas. Alguém já deve estar estudando isso, mas na minha modesta e bovina opinião, o "manto de invisibilidade" (já que gostamos tanto de super-heróis!), essa ilusão de anonimato, nos faz relaxar e sermos nós mesmos... Mas já estou viajando, me deixa dizer porque resolvi lhe escrever...

Bom, veja querida como são as coisas... Somos modernas, né? Que legal! Vacas-mulheres adiante de seu tempo. Falamos à vontade tanto das nossas calcinhas como dos nossos desejos. Admitimos que estamos a fim, apaixonadas, de quatro por alguém. Aceitamos relacionamentos abertos. Eles vão e vêm na hora que querem. Têm outras, acredita? Os brutos, como você e a Fabi os chamam. Os idiotas, como penso eu secretamente. Idiotas que deixam talvez passar aquela que podia, por que não?, ser o amor de sua vida... Você me diz que nunca gostou de alguém como gosta do Spider (já estou eu íntima do cara também!). Que ele vai, demora, mas sempre volta. A droga é essa... Eles voltam. E dizem que estão morrendo de saudades. Doentes de saudades, não dizem?Ah, mas eles nos fazem bem... Fazem bem nos poucos minutinhos mensais das vidas deles que eles condescendem em nos dedicar. Entre trabalho, amigos, família, gatos, cachorros, pagagaios e namoradas e ex-namoradas, naquele tempinhozinho furreca que nos dão? Ah, me esqueci de dizer, uso o plural porque essa é a sua história, mas podia ser minha, da minha amiga, da sua vizinha, daquela menina que te deu bom dia no elevador...

Ah, querida, vamos mal, muito mal de nossas pernas. Que tal fazermos um outro blog? Somos Todas Umas Bobas? A verdade verdadeira, minha linda é que somos, sim, tontas que esperam príncipes encantados. E repare bem, pode aparecer um montão de mulheres aqui dizendo que não são assim. Que são poderosas e resolvidas. Que não esperam por eles, chegando em lindos cavalos brancos. Eu sou poderosa e resolvida. E boba...Acredito nos príncipes encantados, sim, mas não na versão perfeita deles. Isso não existe. Prefiro acreditar que eles também têm suas dúvidas, seus problemas, seus medos. Que são mais imaturos emocionalmente do que nós. Prefiro acreditar também que eles podem dizer a verdade.

Claro que não acho que você deva desistir do cara, se ele te faz bem. Só você pode decidir isso. Ouça seu coração. Ele te faz bem, mesmo? O tempo que ele te dedica é suficiente? Você não fica com gosto ruim na boca quando pensa na situação? Ou pelo contrário, pensar nele é tão bom que quase dói? Os frios na barriga gostosos são mais frequentes que a sensação de soco na boca do estômago? Aproveita amiga.

Olha eu aqui dando conselhos, que engraçado... Como se eu pudesse. Minha vida amorosa não é exatamente o paraíso e nem consigo falar sobre isso. Mas, voltando à sua, agora me lembrei de um episódio de Grey's Anatomy (sim, a vaca aqui gosta... fazer o quê?), em que a protagonista fala pro cara: "Pick me. Choose me. Love me". Eu acho que não conseguiria dizer isso nunca. Mas acho o máximo. A frase não me sai da cabeça enquanto te escrevo. Se chegar a hora... Diga!

Tente não se machucar, mas não deixe de se jogar. Aproveite, mas use os equipamentos de segurança. Freio. Capacete. Cinto de segurança. Air bag, para casos mais extremos. Quem sabe não é esse o cara? Esqueça culpa, medo, remorso... Mas nunca, nunca, nunca se permita sentir-se violentada, diminuída, desvalorizada. Bobas, podemos ser. Idiotas, nunca. Você me diz que é forte. Mas me pergunta se consegue... Não sei a resposta.

Linda, estou aqui, torcendo. Por você. Por mim. Por todas nós. Beijos!

terça-feira, 24 de julho de 2007

Meme: Um dia perfeito

A Fabi me passou um meme que ela criou, ao se pegar pensando como seria um dia perfeito. Na hora, achei que fosse molinho de responder. Agora estou aqui há quase duas horas pensando. Já sentei e levantei um monte. Comi chocolate. Vi televisão. Nada. Nada...

Já tive dias perfeitos na minha vida. Na hora, achei que eram pura perfeição. Hoje, sou outra, vivo outro momento... Como é meu dia perfeito agora? Sei lá. Perfeição é difícil de conceber. E olha que eu sou virginiana...

O dia perfeito será o dia em que eu for (bem) paga para escrever e dar palpites. O dia que eu tiver o cara mais bacana e parecido com a minha versão de príncipe encantado (inteligente, engraçado, carinhoso... isso é pedir demais?) ao meu lado. O dia em que eu tiver certeza de que meu filho será um cara bacana, do bem e que crescerá saudável, em segurança e feliz.

Enquanto esses dias de perfeição não chegam, perfeito é quando viajo e passo o dia na praia. O dia inteiro...

Vou pedir para a Cintia e pro Oscar Luiz responderem.

Não desci pro playground...

Um dos meu amigos de São Paulo acabou de passar aqui para me dar um oi. Um minuto no portão. O taxi esperando. Estava indo pro aeroporto, vai tentar voltar pra casa e passou para um rápido beijo. Querido, boa sorte, boa volta e obrigada!

Se vacas tivessem sete vidas como os gatos e eu pudesse viver todas essas sete, acho que ainda assim não entenderia os homens. Esse cara, por exemplo. É apaixonado pela ex. Vive chorando no meu ombro (ombro no msn... mas ombro!) por ela. E a cada semana, arruma uma mulher nova para tentar esquecer a paixão. Me conta tudo, como se eu fosse um amigo. Por outro lado, ele sabe, com detalhes até, que nem tenho olhos, nem pensamentos, nem nada, para ele. Sabe para quem são meus olhos e pensamentos. Mas não perde uma chance de dar em cima de mim. Vamos lá: sou bonitinha, mas sei que não sou nada, nada de fenomenal. Sei que ele não me quer para mais nada além do que amiga. O que já está muito bom. Mas se eu der mole... Acho isso tão imaturo.

Ando pensando que homens são meninos grandes. As brincadeiras, guardadas as devidas proporções, são as mesmas: pique, esconde-esconde... Não estou a fim de brincar. Não desci pro play...

Bege não pode?

Outro dia desses fui comprar lingerie com minha irmã. Primeiro, olho toda a seção, depois vou direto nas que gostei. Quando olhava uma das escolhidas, ouço o grito da minha irmã lá do outro lado da loja: "Ei, tá maluca? Vai levar calcinha bege???". Ué, calcinha bege não pode não? Qual é o problema? "Nãããããão", me diz minha irmã mais nova, "homens não gostam...". Ah, tá. Esqueceram de me avisar. E eu aqui, levando puxão de orelha em público da minha irmã mais pirralha, querendo me ensinar a ser seutora...

Sempre achei, e continuo achando, que as mulheres usam lingeries para si próprias. Depende do momento, da vontade... Devo estar errada. Mas, calcinha bege, não? Eu não sabia. Sempre tive horror das branquinhas de algodão, tara de um ex-namorado lááááá do passado. Quando o namoro acabou, todas as que eu tinha foram pro lixo. Vida nova. Calcinhas novas! De todas as cores. Inclusive bege.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Quando as vacas pulam a cerca...

Os comentários lá do último post estavam tão animados que quase desisti de escrever hoje... Começamos falando sobre um assunto e terminamos falando de outro. Uma delícia... Aí a Beth me perguntou se não ia rolar... O Dr. Fox sugeriu um tema, que ele viu sendo discutido em outro blog. Quer, pela nossa ótica, saber por que as mulheres traem...

Caro Dr. Fox... Eu não sei. Posso, e vou, lhe apontar uns motivos. Mas digo, de cara, que nunca vi nem ouvi falar de mulher que traísse seu marido, namorado, caso, rolo, ficante ou "amigo" por causa de pressão das outras mulheres, como rola com os homens. Pode ser que exista, mas eu não tenho conhecimento. Ainda... Mas acho que homens buscam uma coisa quando traem: satisfação física. Mulheres, sem querer generalizar, mas já generalizando, quase sempre buscam uma satisfação de cunho emocional.

Então, na minha visão, mulheres podem trair quando:

1) Querem revidar a traição. Essa é clássica. Lei de Talião: chifre por chifre. Mulher com orgulho ferido é fogo ladeira acima, água ladeira abaixo... Ninguém segura! Por isso, a traição de mulher é, muitas vezes, devolução na mesma moeda.

2) Estão carentes. Putz, é verdade. Carência. Pura carência! Afetiva, física, sexual, de romantismo, de atenção, sei lá, leiam nas entrelinhas de cada caso. Minha mãe diz: "quem tem, cuida". Eu digo: se não cuida... pode ser traído! Mulher carente é uma força da natureza, ahahaha! E sempre tem um, ou uns, prontos para cuidar dessa vaquinha que precisa preencher uma lacuna da sua vida! Parece que existem uns homens com faro especial para encontrar mulheres comprometidas e carentes! Aí, junta a fome com a vontade de comer... sem trocadilhos!

3) Curiosidade. Juro! Tive uma amiga há uns quinze anos atrás que havia se casado muito cedo, aos dezesseis. Com 20 e poucos, quase dez de casamento e dois filhos depois, a vaca se tocou que nunca tinha sequer beijado outro homem na vida dela. Deu uma louca na bezerra e ela só sossegou quando ficou com o primeiro idiota que deu mole pra ela... Um horror de homem, aparência de sujo e feio, diga-se de passagem. Que droga, um casamento legal quase acabou por... curiosidade. Mas ela matou a vontade de conhecer outro cara! E, no caso dela, descobriu que o que ela tinha em casa era melhor... Mas podia ter sido diferente, por que não?

4) Vamos ser sinceros? Há mulheres que traem tão somente porque... sentiram vontade! Já conheci uma mulher que gostava de trair. Só isso. Puro pazer. Ponto.

Agora, se você, Dr. Fox me perguntar se eu acho que mulheres traem tanto quanto os homens... Eu acho que não. Nós engravidamos. Isso, por si só já é motivo suficiente (e muitas vezes inconsciente) para frear boa parte dos nossos impulsos...

Eu já traí. E não tenho o menor orgulho disso. Mas devo dizer que o cara merecia e mereceu cada centímetro do chifre. Só que quem se deu mau fui eu... Fiz para devolver a traição dele, foi uma droga, não consegui aproveitar nada, com a consciência pesada e ainda tive certeza de que amava (amava, do verbo não amo nunca mais Graças a Deus!) o idiota. Não caio mais nessa não.

sábado, 21 de julho de 2007

Meme: Mulheres, seres visuais?

O Wolverine chegou aqui nas Vacas outro dia desses... Já foi ficando íntimo, dando pitaco, arrumou fã-clube e despertou ciuminho. Muito legal, já é um amigo de infância! Polêmico pra caramba, como só um ser mutante sabe ser, propôs um meme novo: "as mulheres e seus incríveis mecanismos maravilhosos"... Quer saber das mulheres em que campo trabalhamos a imagem do objeto do desejo...

Eu, que sou uma vaca assumidamente palpiteira, aceitei o desafio na hora! Mas não posso responder por todas as mulheres, Logan... Então vou falar por mim. Mas sei que tem um monte de mulheres que pensa igualzinho à vaca que lhe escreve.

Sou um pouco visual, sim. Mas não visual como um homem. Não sinto a menor falta de revista de homem pelado no mercado... Digo, revista de homens pelados para mulheres, né Mirian? Embora, dependendo do semi-pelado da vez, eu confesso que dou minhas raras espiadas no Paparazzo... Olho, penso que o bonitão podia ser o genro que mamãe pediu pra Deus e vou embora. A-do-ro uma tatuagem bonita e bem-feita. Então olho. Ombros largos. Pescoço. Mãos. Pés. Bunda, por que não? Cabeça raspada. Olho, olho, olho, olho, olho e olho. Não feito homem, repito. Não é, nem de longe, o principal mecanismo para me despertar vontades.

Mas também me ligo muito em cheiros. Sou capaz de ficar horas pensando num perfume bom que senti em alguém. Adoro homens cheirosos, adoro perfumes masculinos. Sabe o que mais? O tato também é muito importante para mim. Vide meu post anterior... Além disso, sou auditiva aos extremos. Palavras certas ditas na hora certa não vão sair da minha cabeça por dias, meses, anos. E nem estou falando só daquela hora, tá? Inteligência, bom papo e bom humor são fatores decisivos para me conquistar, então presto extrema atenção às palavras. Ah, amo ouvir elogios, então, mais uma vez, palavras têm destaque para mim.

Se uso imaginação e especulação para trabalhar a imagem do objeto de desejo, me pergunta meu x-amigo mutante... Ah, claro, também! E muito. Nem te conto!

Então, conclusão número um: Wolverine, sou uma mulher sinestésica!

Conclusão número dois: é, não ajudei muito... Fica cada vez mais difícil entender as mulheres, né?

Tem que passar esse meme adiante? Então vou passar pra Beth, pra Fabi e pra Van... Queria passar para mais umas cinco, juro! Meninas, que tal ajudar a esse pobre rapaz a entender a mulherada?

Pegadas...

Meninas, esqueçam todos os rótulos e etiquetas que sistematicamente temos insistido em colocar nos homens, aqui nas Vacas e no nosso dia-a-dia. Há um momento em que não interssa se são cafajestes. Certinhos. Ex ou atuais. Altos, baixos, fortes, gordinhos. Bonitos ou feios. Charmosos de parar o trânsito. Inteligentes, medíocres ou burros de dar dó. Bois ou touros ou novilhos ou bezerros. Homem tem é que ter pegada. O resto é acessório! Tá bom, já estou exagerando... Mas é importante, sim, juro! Não é uma "lenda da bovinocultura", como disse o Oscar outro dia! E claro que não estou falando da impressão que os pés deixam no solo, né?

Se perguntarmos a dez mulheres o que elas entendem por pegada... Vamos, muito provavelmente, ter dez respostas diferentes. É questão de interpretação pessoal. Para mim, pegada é como o homem segura a mulher, antes mesmo de que aconteça alguma coisa. Hum, complicado de explicar... É mais do que um abraço... Mais do que puxar para perto. Sabem, ali naqueles segundinhos antes do beijo, principalmente do primeiro beijo? Isso, estou partindo do princípio de que tudo, tudo, tudo, começa por um beijo. É nesse momento, para mim, que a pegada é fundamental. Todo o resto depende disso. O jeito (jeitinho masculino? rs) que o cara segura a mulher... É toda uma atitude. Meio termo entre a delicadeza e a força. É ali que o tempo pára. A pele arrepia. Os olhos se fecham... A respiração acelera. As defesas caem por terra... é tudo culpa dela, da pegada. E é daí que tudo flui. Ou não! E é disso que a mulher vai se lembrar depois.

Outro dia, conversando com o Rô (cadê você, meu assessor para assuntos masculinos?), ele me disse que os cinco primeiros minutos são fundamentais para que o homem deixe claro o que quer... Segundo ele, se o homem for um banana (palavra dele!) nesse tempo, já era, virou amigo, amiguinho da mulher. Aí é ladeira abaixo, o cara vira Sazon, arroz, só acompanha, etc... Sei lá, acho isso muito radical... Pra mim, na minha modesta convicção bovina, digo que, mais importante que esses cinco minutinhos são os segundos que dura a pegada. É aquele momento tão curto que o homem tem para mostrar a que veio. E eu não sei como se "desenvolve" uma pegada. Acho que quem tem, já nasceu assim. Mas sei lá, não sou homem, quem sabe ele pode ter aprendido, copiado de um filme... E, relaxem, meninos, nada de pânico. Às vezes, o que funciona com uma, não dá certo com outra. É questão de química, imagino eu.

Para terminar, então, minhas queridas, um conselho: achou um homem com pegada? Não dividam essa tesouro. Não contem pra ninguém, sejam egoístas!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

O DILEMA SHAKESPERIANO DOS BOIS COMPROMETIDOS

Como as vacas, os bois por certo devem possuir, também, seus dilemas existenciais, “a la Shakespeare”. Só que, ao que consta, se mostra muito mais difícil para eles exterioriza-los, dada a sua “rudeza” masculina enrustida. Nós vacas, ao contrário, verbalizamos tudo, desde nossas crises à fraquezas, e às vezes até de forma exagerada, (vide as vacas verborrágicas da AP), e aí parece que tudo fica mais fácil ... (Só parece, viu, porque ser Vaca, e assumir essa singular condição, não se mostra tão fácil assim !)

Bom mas voltando aos dilemas bovinos masculinos, e aqui falando especialmente de BOIS-COMPROMETIDOS, assim entendido aqueles que possuem um curral institucionalizado, aqueles que possuem namorada bovina pública e notória, que são noivos e afins. Ou seja: Aqueles que já tem sua vaca própria, e/ou vivem/ convivem com uma, a que título seja. Enfim, aqueles que já se encontram vinculados à uma determinada e específica vaca, que não seja por certo a sua progenitora.

Pois bem, em minha singela opinião, acredito que o maior dilema desses caras, em sua especial e singular condição de BOVINOS COMPROMETIDOS, seja resistir à tentação das outras vacas, sempre de plantão, e nas intermediações de seu próprio curral seja ele, de caráter formal ou não.

Como já referido aqui, tanto por mim, quanto pela AP, existem por aí, VACAS às pencas que possuem uma inexplicável fascinação por bois da espécie COMPROMETIDOS, e infelizmente, por constatação da realidade (lembrem-se sempre vivi em rebanhos com predominância de machos), devo dizer, que a massiva maioria dos bois, não mostra grande resistência as delícias do PECADO ORGINAL BOVINO, com ESSAS VACAS ESTRANHAS. Havendo ainda, um sério agravante, e se porventura resistem, devem negar peremptoriamente o fato aos seus próprios colegas de rebanho, sob pena de virem a ser fatalmente confundidos, com os já conhecidos, BOI-PERA, BOI- FRUTA, BOI-VEADO, ou BOI- NÃO MUITO CHEGADO, como queiram chamar.

Dentro da ótica masculina portanto, é sempre melhor ser reconhecido, como um BOI-GALINHA, BOI-GARANHÃO e até mesmo um BOI-INFIEL do que com as espécies supra-referidas.

Vislumbra-se aí, então o grande dilema dos bois-comprometidos na atualidade: RESISTIR ou não RESISTIR às vacas que dão mole no trabalho, aquelas tidas como fáceis, (que todo mundo pasta), aquelas que se insinuam ofensivamente, mesmo sabendo que o cara é comprometido, enfim, aquelas literalmente VACAS, no sentido mais pejorativo que possa existir, e que nós “VACAS NORMAIS”, (certamente, também comprometidas com um determinado boi) estamos a repudiar.

O exemplo na prática do clássico masculino: Dia desses, um amigo bovino querido, apaixonadíssimo, ao que consta, por sua vaca institucional, me confidenciou que em uma viagem de trabalho, fora incitado e quase “obrigado” (é, devo acreditar, que vestiram no cara uma “camisa de força” daquelas para loucos), pelos demais colegas, também em viagem, a irem a um prostíbulo de vacas. Disse ainda, que não sentia a menor necessidade de ir a tal lugar, até porque se satisfazia plenamente com sua vaca formal, mas acabou indo, e justificou tal atitude “irregular”, na singela premissa, de que se não o fosse, seus amigos de rebanho o olhariam com um certo ar de desdém e desconfiança, podendo vir a traçar juízos equivocados sobre a sua masculinidade. E lá foi o cara, ao tal prostíbulo, “apenas” para confraternizar com seus amigos bois, defendendo assim, sob tal estapafúrdio pretexto, sua irreparável e incólume postura de boi-MACHO.

Este certamente ao que consta, deve ser o pretexto mais comum dos bois, a justificar suas “puladas” de cerca, a defesa da honra da sua MASCULINIDADE, mesmo que isso venha a fazer sua vaca companheira sofrer, e ou jogar ladeira abaixo, uma relação legal, que talvez detinha com determinada vaca.

Agora vamos fazer um juízo bovino às avessas, sob o enfoque bovino feminino: Porque será que nós vacas-comprometidas, quando somos copiosamente “cantadas” no trabalho, pelo chefe, colegas, subordinados, vizinhos, conhecidos e afins, não sustentamos nossa FEMINILIDADE aos moldes dos bois, justificando assim, também uma eventual pulada de cerca do curral? Certamente porque nossos bovinos, não suportariam tal argumento, por “n” razões até culturais, mas aí cabe a indagação, e porque nós VACAS, devemos suportar o contrário ?

Seria muito mais ético e correto, exercer essa MASCULINIDADE toda, no lugar certo, e com a VACA elegida, e se esta, porventura não der mais no “couro” aí sim partir para as outras VACAS, ás fáceis, as não fáceis, ou as de sua especial preferência !

O dilema Skakesperiano bovino masculino, para mim seria assim de fácil solução: Uma VACA de cada vez, e à seu tempo.

Mas afinal mesmo, para quem os bois precisam provar que são de fato verdadeiros HOMENS? Para nós VACAS, ou para eles mesmos ? Será que nascer com “bolas”, já não se mostraria mais do que suficiente ? Rs Rs Rs Rs

A Vaca e o Monstro dos Olhos Verdes.

Sempre que o assunto é ciúme, me pergunto por que o tal monstro dos olhos verdes que atormentava o mouro Otelo (aquele mesmo, de Shakespeare: “O ciúmes é um monstro de olhos verdes, que zomba do alimento de que vive”) tinha os olhos desta cor... O meu monstro, meu monstrinho ciumento que mora dentro de mim, tem olhos castanhos como os meus.

Sim, ciúmes. E... Vamos parando aí. Toda a vez que se toca nesse assunto, aparece alguém para dizer a mesma coisa! Nem quero que me falem que ciúme é sentimento só de quem tem a auto-estima baixa, é inseguro, etc, etc. Não. Mentira. Men-ti-ra! Esqueça a capa de bem-resolvido por uns minutos. Admita.

Eu sinto ciúmes. Tu sentes ciúme. Ele sente ciúmes (ou disse isso, embora eu não acredite ainda!). Nós sentimos ciúmes. Vós... ah, ninguém é vós hoje em dia! Bem, talvez o Papa, mas ele teria ciúmes de quem? Eles sentem ciúmes. A diferença é a intensidade do sentimento. E o grau de demonstração. Tem gente que sente só um pouquinho. Outros, um exagero. Tem gente que sente, mas não demonstra. Claro que estou falando de gente normal. Não de Otelos psicopatas. E nem de, na outra ponta, icebergs ambulantes. Fui casada sete anos com um cara que não sentia ciúmes. Zero. Nada. Nadinha. Um saco! Não sei se o cara era super confiante ou burro. O outro (ou outra, no meu caso) espera que você sinta isso. Um pouco, ao menos. Como o sal que torna a nossa comida mais saborosa: muito faz mal. Mas comida sem sal é intragável.

Precisei pesquisar um pouco... A palavra ciúme veio do latim zelumen, zelo. Sentir ciúme, então, nada mais é do que zelar pelo que é seu. Zelar demais, sufoca. Não zelar nos faz perder. Gente, não sou psicóloga, psiquiatra, socióloga... Sou apenas uma vaca intrometida. Mas sei que tudo na vida depende de equilíbrio. Um equilíbrio tão delicado e difícil de conseguir.

Eu, por exemplo, sinto ciúmes. Às vezes um pouquinho. Outras, muito, muitão... Mas, vaca que sou, detesto demonstrar... Aprendi umas coisas com a vida. Não dá para sentir ciúme de passado. Ah, não, o que passou, passou. Já era, né? Mas de presente... Isso, sim! É uma questão de sobrevivência, não é? Preservação da espécie! E do relacionamento.

Conselho da vaquinha que lhes escreve: se está com alguém... Por mais que doa, coce, dê comichão... Afaste-se da tentação de verificar recados no Orkut, checar últimas ligações feitas e recebidas, sms, caixa postal. Feche os olhos para a caixa de e-mail alheia. Preserve-se. Preserve a intimidade de quem está com você. Melhor: preserve seu namoro, casamento, amizade, rolo ou se lá o nome que você dê a isso. Admita que a pessoa que está com você tem uma vida própria, independente da sua. Pergunte sobre o passado, mas só a título de curiosidade. Faça-se presente. Sinta ciúmes, tudo bem, demonstre só um pouquinho e relaxe. É difícil pra caramba. Eu que sei, hehehehe! Mas vale a pena.

terça-feira, 17 de julho de 2007

SERÁ QUE AS VACAS GOSTAM MESMO DE BOIS "CAFAJESTES" ?

O tema não é novo, pois é inegável, existir uma certa “LENDA” de que vacas se sentem mais atraídas por bois desta inusitada sub-espécie bovina vulgarmente conhecida por “cafajestes”, muito mais do que por bois, tidos como aparentemente “certinhos”! Mas devo advertir: Isso só no início, pois nenhuma vaca “normal” em tempos de igualdade de sexos, suportaria , viver e conviver com um cara desses, por muito tempo.

A citada “lenda”, quando transportada para a vida real, de fato, tem lá suas pinceladas de veracidade, uma vez que “bois-cafajestes”, exercem de fato um fascínio inexplicável sobre as vacas, por se mostrarem sedutores a estas, a princípio pelo “modus vivendi” despojado que levam, pelo excesso de “malandragem” e “esperteza” de que aparentemente se revestem, bem como por seu “sex-appeal”. Nenhuma vaca que conheço, se mostra insensível por certo, a um parceiro bovino do sexo-oposto, que tenha a cara estampada de um verdadeiro “sem-vergonha”! Ídolos do cinema e da TV, dão um exemplo bem acurado, da fascinação que tal espécie bovina exerce sobre as vacas, sem entrar no mérito da questão de que o cara se trata de um bom ator ou não! Exemplo clássico: O Johnny Depp com aquela cara de cafajeste e trapaceiro, está aí a arrancar inúmeros suspiros bovinos femininos. A grande maioria das vacas, que conheço, já foram por certo assistir aos Piratas do Caribe, em sua terceira edição, sob o manto da desculpa esfarrapada: Ora, levar os bezerros, para assistir a um filme de ação de piratas e bucaneros! Mas no fundo, no fundo, foram elas “arrastadas” ao cinema justamente para ver um legítimo bovino da classe “cafajeste" em ação, que mesmo sujo, escabelado com dentes de ouro e argolas nas orelhas, irradia de forma despretensiosa ou não, inegável sedução sobre as vacas!

As razões para o tal fascínio das vacas pelos “bois-cafajestes”, segundo li recentemente e um livro muito bem humorado de crônicas intitulado “MULHERES” de autoria de um novato, mas não menos talentoso escritor gaúcho, Sr. David Coimbra, cuja leitura desde já, recomendo, (Aliás, o cara deveria estar aqui nas Vacas), se devem a duas questões básicas, talvez até de natureza antropológica:

Primeiro: Bois-cafajestes pelo jeito moleque e irresponsável com que encaram a vida, despertam nas vacas o seu inerente instinto maternal , levando-as ainda que forma inconsciente a tentar educar e corrigir o “cara”, como se fosse um menino ...

Segundo: Bois-cafajestes, por viverem aparentemente rodeados de vacas, despertam nas mesmas, aquele desejo inconsciente de competição, e a vaca que se sentiu vencedora, premiada e agraciada com atenção então despertada no tal boi-cafajeste se sente consequentemente hierarquicamente superior as outras colegas de rebanho!

Apesar do enfoque, absolutamente machista dado pelo citado autor (característica peculiar dos gaúchos) as razões apontadas pelo mesmo, ainda que risíveis até que parecem ter sua razão de ser!
Mas como já fui casada com um bovino dessa espécie, me sinto na obrigação de advertir as colegas de rebanho, sobre as contra-indicações dessa sub-espécie bovina, depois de passada a “euforia” e a aparente supremacia da Vaca envolvida com um cara desses, sobre as outras .

BOVINOS CAFAJESTES, devem ser encarados sempre, como bezerros que não crescem, que não amadurecem, que nunca se tornarão responsáveis para qualquer coisa ou empreendimento que se pretenda junto a eles. Eu diria, que são legítimos PETER-PANS bovinos. Se a VACA DA MÃE deles não conseguiu transformá-los em verdadeiros BOIS E TOUROS, não é você, uma simples vaca desavisada que de uma hora para outra, conseguirá tal intento.

PORTANTO, queridas colegas, se apaixonar por um boi desses, e/ou tentar institucionalizar um curral com eles, é "correr risco de vida", é se permitir inadvertidamente a muitas incomodações futuras, em todas as áreas!

Nessas condições o MINISTÉRIO DA SAÚDE DE TODAS SOMOS UMAS VACAS ADVERTE:
Bovinos cafajestes, apesar da aparência e da sedução que os envolvem, são terminantemente prejudiciais à saúde das vacas, mas que são “bonitinhos” e eventualmente divertidos, a isso são mesmo!

Wolverine e as Vacas

Tanto falamos nele... Ele apareceu! Sim, ele mesmo, o Wolverine, do blog Wolverine Responde.... E chegou logo para nos salvar, elucidando a questão relativa ao amorcegamento (post anterior da DM)...

Cara, bem-vindo às Vacas.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

VACAS-FRIAS

Em um desses memoráveis churrascos no Sul, onde se reencontram velhos amigos, bois e vacas em volta da churrasqueira, exercendo o “canibalismo” sem a mínima dose de culpa, estavam a comentar sobre a recente separação de um casal de nossas relações pessoais, que apesar de convidados ao evento, lá não deram o ar da graça. Dentre as mais variadas especulações sobre a causa determinante da aludida separação bovina, foram de imediato descartadas as hipóteses tidas como as mais comuns: um outro boi, ou uma outra vaca, estranhos a relação do casal, "pulada de cerca", infidelidade bovina, incompatibilidade de gênios, não adaptação dos bois a rotina de um casamento, etc. Mas eis, que não mais do que de repente, um certo- boi, lá pelas tantas, arriscou um palpite inusitado, que chamou a atenção de todo o rebanho canibal. Ele simplesmente bradou em alto e bom tom: - Gente, vocês ainda não se deram conta de que eles se separaram, simplesmente porque a VACA era FRIA! Tal revelação, inesperada de imediato, gerou por certo uma inquietude e desconfiança dentre os participantes do churrasco, mas afinal, como poderia abalizar tal boi, com precisão de detalhe, uma circunstância, digamos assim tão íntima e pessoal dos bois recém-separandos. E, eu como VACA que sou não pude deixar de me conter e questionei o tal boi, sobre o que ele considerava ser uma VACA FRIA. E o boi então, dando ares de pouco a vontade começou de imediato a se explicar:

Ora, DM, uma VACA-FRIA, eu diria que se trata de uma VACA, não muito chegada à
“amorcegamentos bovinos” (juro, apesar do vinho, eu ainda estava sóbria, sendo esta a correta expressão que eu ouvi), uma vaca que não externa manifestações de carinho e afeto, uma vaca-direta e objetiva, uma vaca que não é “caliente” (sim, se ele a chamava de fria, quente é que não podia ser), e convenhamos em um inverno rigoroso destes, nenhum um BOI, agüenta uma companheira de rebanho nessas condições. Ademais, uma VACA tipo FRIA, não REALIZA BOI nenhum. Sem querer parecer indelicada, e talvez até tendo sido, botei literalmente o “boi-na-parede”: - Mas afinal, todas essas características de uma VACA do tipo POLAR, tal qual por ti tão “bem” conceituada e definida, vocês bois identificam simplesmente a “olho-nú”? O cara já impertigado, diante do meu questionário de vaca inquisitório, limitou-se a me responder com um lacônico. SIM, e de imediato mudou estrategicamente de assunto.

Não pude deixar de tecer maliciosas elocubrações sobre o tema, e evidentemente sobre o tal boi-falante e a vaca-separanda. Tanto conhecimento de causa, assim, não me soou muito bem. Mas fiquei matutando com meus botões de vaca questionadora, será que os BOIS são mesmo capazes de avaliar uma VACA como FRIA, sem haverem tido qualquer contato físico e direto com uma determinada VACA?

Ou será que necessariamente uma vaca precisa aparentar fisicamente exalar lascívia e áurea sedutora, para não ser taxada, simplesmente de uma VACA-FRIA?

E será ainda que uma VACA é aparentemente FRIA, porque simplesmente o BOI com quem se relacionou se mostrou um incompetente, no leito do curral?

Contrariamente as teses de tal boi, se é que se limitaram somente as “teses”, lembrei de meu avô, que sempre comparava VACAS que aparentavam uma certa assexualidade e serenidade com o velho dito popular: “As águas paradas, costumam ser as mais profundas”!

Pois nesse ponto, tenho que concordar com o velho: VAQUINHAS com fachada de “paradonas” e tranqüilas , às vezes escondem dentro de si verdadeiros furações e terremotos. Sendo certo, que as aparências enganam e muito, em especial aos BOVINOS que se julgam muito “EXPERTS” no assunto !
Por isso GURIZES, lamento, mas para mim, não existem VACAS-FRIAS, muito menos as detectáveis nessa condição, a OLHO-NÚ, existe sim incompetência-bovina-masculina, porque um boi ou touro competente, derrete qualquer geleira ou iceberg!
Portanto, se aprumem BOVINOS!

Minha amiga vai se casar!

Minha amiga vai se casar! Bacana, estou super feliz por ela! Mas confesso que estou preocupada também. Calma, preconceituosos! Não virei uma vaca amarga que fica com os pêlos arrepiados só de ouvir a palavra casamento... Não é nada disso! É que o tal noivo em questão é um grude! Ai, juro, gosto muito do cara, até porque é meu primo... Mas ele é grudento e grudado demais. Muito presente, mesmo morando em outro país. Um doce. Fico a todo instante pensando que a amiga pode enjoar de repente ou ter diabetes...

Foi assim desde o instante zero do namoro... Antes mesmo de o namoro ser namoro! Telefonemas a cada quinze minutos: amor, acordei. Amor, fui trabalhar. Amor, fui ao banheiro. Amor, tô com sono. Amor, te amo. Amor, estou com saudades. E por aí vai numa sucessão telefônica de amores que diverte e apavora todo expectador menos avisado.

Querida, lhe desejo toda a felicidade do mundo!

Eu não aguento homem-grude. Mas de-tes-to homens ausentes demais. Viva o meio-termo, se é que ele existe. Um exemplo? Se eu falei pro cara hoje que não estou bem, há três possibilidades de reação:
1) Ele não computa o que eu disse e não toca mais no assunto. Eliminado!
2) Ele me liga a todo o instante para saber como estou. Bonitinho, mas chato, eliminado!
3) Amanhã ele vai lembrar que eu não estava bem hoje e vai me perguntar como estou. Dlim, dlim, dlim, temos um vencedor!!!

Sim, eu sei, sou uma vaca difícil. Mas qual vaca não é?

Crise de identidade?

Outro dia desses, me encontrei com o sogro da minha irmã do meio na rua. Ele estava conversando com uma amiga. Quando me viu, virou-se para ela e disse mais ou menos assim:
- Essa é a cunhada do meu filho, irmã da Dani, filha da Vitória, tia e madrinha do Felipe.
Eu, simpática como poucas vacas conseguem ser, respondi:
-Nas horas vagas, sou conhecida como Ana Paula também.

O que salva meu couro, ops, pele, é que eu digo isso numa vozinha tão suave que ninguém acreditaria que estou sendo sarcástica. Então todos riram, pensando como eu era engraçada. E eu fui para casa pensando... Como estou sempre atachada à alguém e à alguma coisa! Fica difícil saber que vaca que eu sou... Ou será que eu sou as coisas e pessoas às quais estou presa? Que viagem...

Olha só: sou a mãe do João Paulo. Irmã mais velha da Dani e da Nanda. Filha da Vitória e do Paulo. Cunhada dos meus cunhados (Cunhada não é parente... já sei! rs). Tia do Felipe e do Pedro Henrique, que ainda não nasceu mas já meu sobrinho caçula preferido. Amiga da DM. Torcedora do Fluminense. Uma das vacas das Vacas. Ah, a ex-mulher da "criatura", hehehe! A ex-namorada de um monte de caras. Tá, não um monte bem grande... A amiga de um monte de gente. Esse monte é grande, sim. Também sou o terror da vida de umas poucas mulheres, ahahaha, que feia que eu sou, acho isso engraçado! Sou fã de um monte de gente, vivos ou não, reais e virtuais.

Putz! Se eu pensar que para cada um tem uma Ana Paula diferente... Caramba! Sou uma vaca plural, uma multi-vaca! Comecei a escrever à beira de uma crise e agora estou me sentindo a superpoderosa, pode?

Mas... pô, sempre tem um mas... Tem um monte de Ana Paula que eu quero ser e eu ainda não consegui... E nem sei se vou tentar. Tem um monte de Ana Paula que eu não quero ser e sou... Não que elas sejam todas ruins... Caraca, estou à beira de uma crise de identidade de novo! Que vaca que eu sou? rs rs rs

domingo, 15 de julho de 2007

MEME SOBRE OS "BLOGS" BY DM

Atendendo a solicitação explícita da blogueira Cíntia do “Brejo”, que intimou as duas vacas subscritoras deste “Blog”, a se manifestarem sobre origem das “Vacas” bem como sobre a existência ou não de competição entre os Blogs, aí vai minha opinião.

Quanto ao surgimento deste Blog, nada tenho a acrescentar as palavras da Vaquérrima AP, pois conforme por ela relatado, foi exatamente assim, que a idéia do Blog, surgiu, ou seja: Em mesas de Bar, no encontro semanal de três vacas “cabeças e chifrudas”, que falavam delas próprias e das “vacas” ao seu redor, que importunavam nossos currais . A conclusão, que dá nome a esse Blog de QUE TODAS SOMOS UMAS VACAS, resultou assim da singela constatação, de que não somos na essência muito diferentes do resto das outras companheiras de rebanho, mas somos sim, talvez uma versão muito mais aprimorada das tais vacas que pejorativamente xingávamos, em razão de possuirmos incontestável “auto-crítica” bem como, problema nenhum em admitirmos para nós mesmas e para os outros, nossas deficiências, nossas limitações, e porque não dizer nossas “bolas-foras de vaca”, seguindo sempre, nessa existência bovina, com o objetivo único de nos tornarmos vacas-felizes e realizadas, seja profissionalmente, ou com os bois com quem nos relacionamos. Desafio existencial, que diga-se de passagem é perseguido por todos, e NÃO SÓ COMUM ÀS VACAS! Nossa formação na área das humanas, e o gosto comum pela leitura e escrita, por certo facilitaram a materialização desse BLOG , nos moldes em que ele se apresenta hoje, e até hoje ficamos surpresas pela receptividade positiva do mesmo ! Quem sabe um dia, essas vacas se tornem de fato, escritoras “sérias”! HÁ HÁ HÁ!

Devo ainda acrescentar, que o Blog restou formatado e consolidado por iniciativa exclusiva da AP, já que sou vaca “refratária” e hoje se tornou uma extensão necessária e essencial dos longos e divertidos papos que essas vacas mantinham nos citados “bares” da vida, uma vez que por contingências de vida, essas amigas se encontram na atualidade separadas geograficamente. Assim o Blog, virou além de uma salutar mania e vício, nossa mesa de bar virtual, extensiva agora a toda a comunidade blogueira, que do dia para a noite, virou amiga e admiradora virtual, vez que as VACAS, acabou se tranformando do dia prá noite, em uma deliciosa troca de idéias, opiniões sobre os mais diversos temas. Só está faltando mesmo nessa adorável mesa de bar BOVINA VIRTUAL a “capirinha” e o “chopp”, já que os amigos e admiradores, apareceram por aqui de forma natural e espontânea! Mas quem sabe a internet um dia, não evolua a tal ponto , e a coisa fique mais gostosa ainda ...

QUANTO Á COMPETIÇÃO VIRTUAL: Como em tudo na vida, acredito que exista sim, um pouco disso, vez que existe até “premiações”, fato que desconhecia até a premiação e indicação das VACAS, a alguns prêmios virtuais. Mas acho a coisa toda saudável, enriquecedora, e incentivadora para os autores de todos os “Blogs”, que se vêem reconhecidos pelos demais ! É sempre gostoso ouvir elogios a todo e qualquer processo criativo, “venha de quem venha”!

Quanto disponho de tempo, procuro visitar preferencialmente os blogs de nossos leitores e outros também que a gente vai naturalmente descobrindo, já tendo elegido os meus favoritos, de conformidade com os de meu particular interesse!

Assim prefiro Blogs ao estilo das VACAS, que riem de sua própria vida, e todos aqueles informativos, além de outros em que vislumbro processo criativo de escrita, poesia, e conhecimento “up to date”. Sem querer fazer, qualquer injustiça nosso rol de preferidos, já se encontra “linkado”, mas particularmente essa VACA adora: a Van, do Van Filosofia ( que julgo uma “Mário Quintana de Saias”), a Beth, do She like’s de Wind, por seus comentários e opiniões por vezes sarcásticos, o Cláudio do JCF, que considero um “boi-descolado” e irreverente, o mesmo dizendo do Oscar, a Cíntia e a Mélica pela delicadeza das palavras, o Sir que considero um escritor nato, o Daniel Bretcher, que anda sumido das vacas, a Luma, a Thiane do Vertente e tantos outros, que conheci aqui, e que virtualmente hoje fazem parte da minha rotina de vida virtual!

Se há competição, pouco importa, desde que ela seja saudável e nos enriqueça!
BEIJOS DAS VACAS A TODA A COMUNIDADE BLOGUEIRA DE PLANTÃO. BOM FINAL DE DOMINGO! ESTOU SIMPLESMENTE GELADA PARA ESCREVER MAIS ....

sexta-feira, 13 de julho de 2007

BOVINOS E BOVINAS ENCOBERTOS -SENSUALIDADE IMPLÍCITA!

Já não deve ser novidade para ninguém, que estou de merecidas “férias” no Sul. Matando as saudades de parentes e amigos, revendo a minha amada Porto Alegre, enfim fazendo um saudável “flashback”, de tudo de bom que tem por aqui e que um dia deixei para trás, por conta de um “adorável” boi-paulistano, pelo qual me apaixonei anos atrás, perdida e enlouquecidamente. A paixão bovina, foi séria mesmo, porque para gaúchos ou gaúchas que têm por característica principal, o “bairrismo por excelência”, para se trocar o curral “gaudério" por outro, assim sem mais nem menos, a coisa precisa ser mesmo séria, e de fato foi!

Diferentemente dos bovinos paulistanos, e talvez dos demais bovinos do resto do País, os bovinos e bovinas do Sul, são inegavelmente mais elegantes, e as razões para tal, se devem dentre outras razões, ao clima frio!

OK. Antes que comecem a mugir, estou inicialmente a concordar com todos! Frio é ruim para sair do leito do curral, ruim para tomar banho e sair do banho, ruim por vezes até para sair à rua, e o VERÃO, talvez seja a estação mais radiosa e democrática de todas! Mas ainda assim, no frio, convenhamos, todo mundo fica muito, mas muiiiiiiiiiiitooo mais elegante, e arrisco até a dizer, envolvido por uma certa “áurea de sensualidade não explícita". Isto porque debaixo de tanta roupa, se esconde sim, uma sensualidade bovina implícita, que uma hora precisa necessariamente vir a ser desnudada, descoberta e desvendada, nos conduzindo e obrigando invariavelmente a um exercício cerebral de imaginação, sem precedentes.
Bois e vacas por aqui, estão a desfilar solenemente de sobretudos, suéteres, mantilhas, luvas, chapéus, toucas e toda a sorte de acessórios inventados pelo “mundo fashion”, que nos restaure a agradável sensação de calor corporal, e a gente fica por vezes imaginado, quando se deparam com qualquer bovino(a), depois de avaliar rigorosamente cada “look” destes de inverno, o que será que se esconde por de baixo de tanta roupa ! E , o que me dizem de BOTAS, gente ??? Querem coisa mais “sexy”, do que vacas de botas, ainda que manufaturadas do próprio couro? Simplesmente um charme ! Bois mais tarados, por certo já imaginam AS VACAS SÓ DE BOTAS, é claro ! Nada contra, desde que haja uma lareira ou “fogo” providencial por perto. Ensaio para lá de sensual esse, e muito comum por essas bandas geladas! Por aqui há também muitas vacas loiras, mas as “vacas mouras” também são predominantes, e eu diria até mais bem apessoadas, pois ao contrário do resto do País, há por aqui uma mistura de alemães, italianos e dos vizinhos “portenhos” (Argentina e Uruguai), que dão ares europeus as pessoas e aos lugares ! E o que me dizem de vinho no frio, gente ? Não há lugar melhor para se entregar aos prazeres do Deus “Baco”, ensaio etílico esse, que além de amenizar o frio, aquece a alma e nos torna mais alegres e descontraídos, daí para uma bela “vaquice a dois”, é um pulo!

Em eventuais “alamedas” geladas de Porto Alegre, por vezes uma vaca pode se deparar com “entes” cinematográficos. Juro que minutos atrás, julguei haver cruzado com o “Clark Kent” e logo após com o Sr. “Bruce Wayne”, os sobretudos (casacos) dos caras não deixaram de me chamar a atenção. Mas não se animem muito bovinas, BOIS DO SUL, são geralmente um pouco mais MACHISTAS que o resto do rebanho nacional, e se julgam às vezes mais MACHOS que os outros, mas qualquer COW-POWER, pode domar um boi “CHUCRO” desses, ou NÃO!

Como na atualidade estou só a curtir um BOI da espécie PAULISTANA, e sou VACA-FIEL, só me permito admira-los à distância !

“Anyway”, e ainda com um pouco de frio, estou aqui a me sentir uma VACA MUITO SENSUAL, debaixo de tantas segundas peles, e de botas é claro! (Só para deixar alguns bois babando...) e lamentavelmente cometendo canibalismo! Não dá para não comer churrasco, não é mesmo?

Depois desse ensaio, meio metido a sensual, fiquei com saudades do boi-paulistano, pode um troço desses ?

Às vezes odeio ser uma vaca tão fiel e ainda tão apaixonada. Contradições bovinas femininas... POR ESSAS E POR OUTRAS VACAS às vezes se mostram de tão difícil compreensão para bois... Ah, mas eles que nos agüentem também, já que por certo não sabem o que é VIVER SEM AS VACAS !

Vacas sem limites...

Existe um certo tipo de vaca que me irrita. Profundamente. As vacas atiradas. Não, pode parar. Nem adianta me dizer que a iniciativa é o gás que faz a espécie bovina/humana evoluir. Eu concordo! Mas não estou falando de iniciativas, não. Mas de falta de vergonha, mesmo. Tem umas vaquinhas por aí que andam cruzando a linha da descência. Ah, pára! Não vai me chamar de careta, não. Estou falando de ética, de vergonha na cara! Meu Deus... não existem essas palavras no dicionário de algumas mulheres. Elas se assemelham com alguns políticos brasileiros! Vacas, os homens são tão mais unidos do que nós... Por que não seguirmos seus exemplos? Porque não existe a versão feminina da frase "Mulher de amigo meu pra mim é homem"? Rodrigo, é o que você chamaria de falta de honra feminina, né?

Falo daquelas bezerras que insistem em ter o que não é delas. E daquelas que, mesmo diante da recusa de um alvo (leia-se homem), continuam atacando, atacando, atacando até conseguir o objetivo desejado. Sim, porque há homens que têm uma idéia ridícula de que se não pegarem determinada vaca insistente e que atenda aos mínimos padrões de qualidade, serão chamados de gays ou coisa pior... (Meninos, o post é para as vacas, mas abro parênteses para afirmar, com convicção, que aquilo não cai se vocês não agarrarem uma oferecida!)

Precisamos entender dois pontos, meninas. Primeiro: podemos sim, tomar iniciativa. É saudável, garante a perpetuação da espécie. Mas há limites. E um deles é a indisponiblidade do homem em questão. Se o cara é casado, por exemplo... Ou mantém qualquer tipo de relacionamento... Vamos lá, vaca, cabeça não é só o lugar onde ficam seus chifres, não. Serve pra pensar. Se você dá em cima do cara comprometido e ele cede à, digamos, tentação e eventualmente fica com você... Quem garante que ele não fará o mesmo com você quando for seu??? Segundo: se seu alvo não tem compromisso com ninguém mas não quis nada com você, se toca. Parte pra outro. Valorize-se. Não, ele não é gay, não. Só não quis você. Pode acontecer. Aceite, engula e siga em frente.

Quando eu ainda era uma bezerrinha, minha mãe e meu pai me botaram na cabeça que eu precisava aprender a me valorizar para ser valorizada. O lado bom da história? Acreditei neles e fiz disso uma profissão de fé. E das poucas vezes que não me dei valor, me arrependi... O lado péssimo da história? Acreditei neles... Agora sou quase incapaz de tomar iniciativas... Mesmo quando eu quero. Estou em um pedestal e dele raramente desço quando estou interessada em alguém.

Radicalismos à parte... Preciso explicar que toda essa minha indignação não é por causa de nada que tenha acontecido comigo, não. Foi uma história que me contaram ontem de uma vacona que é especialista em dar em cima de homens casados. Que vaca, hein? Já dei minha opinião sobre isso, né? Homens comprometidos, e por isso, provedores (econômica, sexual e emocionalmente falando!) devem exalar mais ferormônios do que aqueles que não têm laços afetivos...

Minha querida vaca apaixonada...

Vaca! Vaca! Vaca! Mil vezes vaca! Como você foi cair nessa mais uma vez? Tanto que eu te disse. Te avisei. Implorei... Abra os olhos! Pense antes de falar. Procure os significados ocultos em cada palavra que escuta. Controle seus impulsos! Desconfie antes de acreditar. Vaca, vaquinha querida...

Eu, chata como um Grilo Falante (o inseto, DM!) da sua consciência, lhe pedindo, pense antes de se apaixonar mais uma vez! Você, deslumbrada como uma adolescente, vai, de beijo em beijo, de palavra em palavra, de noite em noite, caindo na tentação. Que tentação? Ora, a tentação de se apaixonar!

Já se esqueceu dos tropeços anteriores? Das promessas quebradas ou não cumpridas? Das vezes em que, chorando, veio pedir socorro e colo? Mas dessa vez, bezerra, não venha me chorar pelo leite derramado. Se ele se derramar...

Agora está você aqui, diante de mim, apaixonada pela milésima vez. Olhos brilhantes. Febris! A pele está luminosa, a aparência, fantástica. As palavras saem da sua boca aos borbotões, misturadas com risos e gargalhadas e nem sempre fazem o menor sentido. Os homens agora lhe olham na rua como se, num passe de mágica, você passasse de invisível a Gisele... As outras vacas do curral lhe olham de rabo de olho, desconfiando que a súbita beleza radiante que você esfrega na cara delas tem a ver com paixão. O quê? Não acha que é paixão, é amor? Ah, tenha a santa paciência, agora estamos falando de amor? Não, não, não, não, não. Amor, não! Não caia nessa, amiga, lhe imploro.

Ah, tarde demais... Mas... Lindinha, pensando bem, até que essa felicidade lhe cai bem, sabia? Você já se olhou no espelho? Ah, esqueça seus e os meus medos. Não dê ouvido aos meus conselhos desconfiados de tia solteirona. Se esse cara for "o" cara, ótimo. Se não for, querida, use a sapiência de certa vaca loura, relaxa e aproveita enquanto der. Se largue, se jogue... Mas use o cinto de segurança do "pé atrás"! E, se precisar de colo...

quarta-feira, 11 de julho de 2007

AS VACAS “GRILADAS” E SEUS “GRELOS”!

Toda a vaca que se preze, já nasce grilada, psicológica e anatomicamente falando! Nossos maiores “grilos” começam muito cedo, lá na chamada tenra adolescência bovina feminina. Nessa fase, não somos ainda VACAS propriamente ditas, mas simples bezerras desavisadas à mera pretensão de um dia vir a se tornar umas verdadeiras vacas. Mas ainda assim, nessas parcas “condições bovinas femininas” e sem saber direito a que viemos, já começamos naturalmente a chamar a atenção dos bovinos vizinhos de rebanho! E, é justamente nessa fase, que as coisas, se complicam um pouco para essas jovens bezerras, porque somos nessa cruel fase, arrebatadas, ainda que momentaneamente de toda a sorte e espécie de “grilos”, sem nos darmos conta, de que possuímos um “grilo” anatômico comum, vulgarmente conhecido por "grelo" que muito provavelmente será o grande responsável por nossa realização plena, em nossa maturidade bovina feminina (sexualmente falando, é claro!).

Pois é, diferentemente dos bovinos, bezerras possuem uma educação mais recatada e repressiva no que diz respeito a seus primeiros contatos com o sexo oposto, e a gente cresce seguindo o curso natural da vida, com dúvidas e grilos infindáveis, sobre nós mesmas, que geralmente só serão dissipados pelas naturais colegas e amigas de rebanho mais “experientes”, pelo salutar hábito da leitura, e ou até mesmo por alguns bons bois também mais experientes que a gente vai encontrar pela frente nos naturais currais da vida. Ou alguma vaca aí da minha geração, a menos que tenha sido filha de mãe vaca-ginecologista, vai me dizer que em sua adolescência manteve um papo esclarecedor sobre seu naturais “GRILOS” de adolescência e /ou sobre os benefícios do uso adequado do seu próprio “GRELO” ?

Never, nunquinha, jamé ! Pois é, esses “grilos e grelos” só serão resolvidos mesmo
na vida adulta, no exercício peculiar de nossa “vaquice” própria, só adquirida ao longo dos anos, depois de muito esforço para entender nossa própria natureza de fêmea da espécie, e por que não dizer dos companheiros de rebanho, os quais aliás a gente tenta entender até os dias de hoje, e muitas vezes não consegue ! Mas, como vacas perseverantes que somos ... seguimos tentando !

Bom, mas voltando aos “grilos” mais comuns da adolescência, bovina feminina:
Meus seios são grandes ou pequenos demais? Meu “traseiro” é “empinado” o suficiente? E essa cólica, hemm??? Vem todo mês mesmo, acompanhada desse mal- estar insuportável ? ( Vacas antes do período menstrual) . Será que estou dentro dos padrões de preferência bovina masculina ou da ditadura do mundo “fashion” ? Sou vaca-gorda ? Sou vaca-magra? Porque nasci vaca-crespa, ou lisa? (No universo bovino feminino a coisa funciona mais ou menos assim: Se a vaca, nasceu de madeixas crespas, quer ser vaca de madeixas-lisas e vice-versa. Se vaca nasceu clara, que ser morena, se morena, quer ser vaca- loira, e para que tantos dilemas? Ora, queridas confessem : Para agradar a quem : A NÓS MESMAS ? Para agradar aos bois, é claro, porque simplesmente não sabemos viver, sem um suspiro dos mesmos ! A gente até pode se dar bem, em qualquer área que se disponha a atuar, mas nenhuma vaca, por mais ortodoxa que seja, vive bem, sem um “suspiro” bovino masculino ! Ah, não vive mesmo ... Adoramos provoca-los, ainda que inconscientemente ....

QUANTO AOS “GRELOS”: Bom esses, (porque o plural, hem ? se cada vaca só tem um ?) a gente só descobre mesmo depois de muito penar, de resolver algumas culpas, e com ajuda dos bois é claro !

SÓ PARA BOIS DESAVISADOS E QUE NÃO ENTENDEM NADA DE VACA MESMO:

A melhor definição que já li, é a do LUIS FERNANDO VERÍSSIMO: O “grelo” feminino, é como um “guichê” de qualquer estabelecimento público: Antes de "entrar", o boi precisa necessariamente passar por ali, se não passar pelo tal “guichê” poderá vir a ter sérios problemas futuros, ou o seu ingresso em tal estabelecimento, poderá vir a ser interceptado ou bruscamente interrompido. Sem falar nas tais condições climáticas de tal ambiente, aqui me referindo a tão conhecida “umidade relativa do ar” se é que me entendem ...
Condições adversas e nada feito, um boi não entra assim, tão facilmente em tal estabelecimento . Daí a necessidade premente da passagem de qualquer boi, em tal guichê, ainda que breve ! Parênteses: Mas, não sejam tão breves assim ... bovinos. Lembrem-se da máxima: A pressa é sempre inimiga da perfeição!

QUANTO AO PRÊMIO GRELO: Acho que as vacas já agradeceram à contento tamanha honraria, mas que levei um “susto”, quando li, ah levei ... Mas no final tratava-se só, de um “inseto” saltitante e simpático !!!!

PS: Depois desse texto, me senti um pouco, como aquela velhinha canadense, que fala sobre sexo no GNT ... Mas depois relaxei, a tal velhinha é mais do que uma VACA ....

segunda-feira, 9 de julho de 2007

O vampiro e as vacas

Olha só o que um tal de Vampiro postou lá no Orkut da Beth... A dúvida dela, que agora é a minha também, é se ele conhece o blog das vaquinhas aqui ou só generalizou...

"Poderia ser qualquer outro bichinho, mas como toda mulher é vaca fica uma apologia às vacas de nossas vidas que adoram o mundo capitalista. Ainda bem que não sou boi e muito menos chifrudo.
CAPITALISMO RUSSO:Você tem duas vacas.Conta-as e vê que tem cinco.Conta de novo e vê que tem 42.Conta de novo e vê que tem 12 vacas.Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
CAPITALISMO SUÍÇO:Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.Você cobra para guardar a vaca dos outros.
CAPITALISMO ESPANHOL:Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
CAPITALISMO PORTUGUÊS:Você tem duas vacas.E reclama porque seu rebanho não cresce...
CAPITALISMO HINDU:Você tem duas vacas.Ai de quem tocar nelas.
CAPITALISMO ARGENTINO :Você tem duas vacas.Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês..As vacas morrem.Você entrega a carne delas para o churrasco de fim do ano do FMI.
CAPITALISMO BRASILEIRO :Você tem duas vacas. Uma delas é roubada.O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca.Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo."

Vampiro, para um ser mitológico você é beeeem machista, hein? Mas deixa a vaquinha aqui lhe contar uma coisa... Se você é homem, você é boi sim... E chifre, bobo, é uma coisa que colocam na sua cabeça... E, cá entre nós, ou você teve, ou tem, ou terá. Esquenta, não!

Beth, obrigada! Beijo!

Se ficarmos insuportáveis, a culpa é de vocês!

Mais uma para a série "Estou ficando metida, aposto que a DM também está e minha mãe acha que vou ser uma escritora famosa": olha só o que o Cláudio, ótimo Jogando Conversa Fora escreveu da gente:

"Todos sabem que eu adoro tudo ligado à humor. E quando leio os blogs, me prendo mais aos que tem humor entremeado nos textos, deixando de lado os blogs exclusivamente "diários-de-Luluzinha" e "blogs-cabeça" que tem altas teorias para consertar o Brasil, mas ainda não descobriram como programar o dvd da sala.E navegando pela web encontrei a pouco tempo um dos blogs mais inteligentes no que se refere a humor que é o Somos Todas Umas Vacas. Esse blog é simplesmente sensacional, bem escrito, e toda relação mulher/vaca, homem/boi é feita com base em trocadilhos, jogo de palavras e idéias sensacionais.O tema e o título que poderiam facilmente cair na baixaria ou na degradação feminina é, muito pelo contrário, escrito de uma forma a valorizar a condição feminina por duas mulheres extremamente inteligentes, maduras na redação e, repito, com um senso de humor acima do normal.Infelizmente não conheço as autoras pessoalmente, mas imagino que sejam escritoras. Se não são, devem partir imediatamente para esse campo, porque os textos do "Somos todas umas vacas", sendo bem organizados, dão um excelente livro que já merece estar nas livrarias desse país. Embora o campo de humor no Brasil tenha um forte predomínio masculino, essas vaquinhas colocam os bois com os chifres de molho, com seu talento."

Amiga, será que a gente vai dar autógrafo? hehehehe!

Cláudio, obrigada pela generosidade, pelos elogios. Vindos de você é que é um cara inteligente, crítico e de um humor cáustico (que eu adoro!), significa muito pra gente! Um beijo!

Mais beijos...

Beijo é um assunto que daria para escrever um monte de posts... Beijo roubado, então... A Fabi, que é amiga de um amigo, escreveu sobre isso, ontem também... Olha .

domingo, 8 de julho de 2007

Vacas premiadérrimas!

A Van é uma das mais gratas surpresas que tive nessa blogsfera... além de bonita e talentosa é extremamente generosa. Nunca economiza em elogios. E nos premia toda hora... Querida, me sino honrada e aposto que a DM também vai ficar. Ganhamos, desta vez, o O BLOG COM GRELOS: (Especial para mulheres que na sua escrita mostram preocupação pelo mundo à sua volta...). Thank you, lindona!

Pelo que entendi, esse prêmio vem de Potugal... Queridos, não faço a menor idéia do que signifique "Grelos" por lá... Thiane, vi que você descobriu o que é... Conta pra gente please!!!
Então, agora vou indicar a Mélica, a Luma, a Juli e a Cíntia.

A vaca só pensa em beijar, beijar, beijar, beijar!

Estou correndo contra o tempo para atualizar o blog e me atualizar... Memes, prêmios (oba!)... Também estou passando para ler meus preferidos e meus queridos... Me atualizar. Tudo ao mesmo tempo agora! Aí... passei no blog da Mélica... E li o post sobre beijos... Passa lá, vale a pena...

E me esqueci do relógio. Me esqueci que tinha tanto para fazer. E fiquei pensando em beijos. Não há tristeza que os beijos do meu filho não façam passar... Mas não, não foi nesses beijos que pensei... Foi nos beijos perfeitos. Já beijou alguém que tinha um beijo perfeito para você? Nossa, parece que você vem beijando essa pessoa uma vida inteira e ao mesmo tempo o tal beijo lhe surpreende. Tudo é bom, da intensidade à duração... Nossa. Nem quero pensar que isso significa, hahaha! Melhor dizer que um beijo é apenas um beijo e aproveitar. Beijar muuuuuuito, hahaha!

Minha irmã me falou nessa semana que teve um namorado que tinha um beijo tão horrível que ela não conseguiu continuar com ele... O cara era bonitão, legal, inteligente... Mas o beijo era péssimo. Não rolou. Pena. Ou não, porque depois ela achou um cara que tinha o beijo perfeito para ela e casou.

Bom, tudo isso para dizer a Mélica se esqueceu de dizer que beijos perfeitos viciam. Fazem bem, sim. Mas viciam. E a síndrome da abstinência dos beijos não é fácil...

Mais uma dívida paga, digo, meme respondido...

Esse meme foi a queridérrima e hipermoderníssima Dan que mandou... Duas coisas que odeio e uma que adoro. Sendo cuta e grossa:

ODEIO!
1- Camarão
2- Gente que se leva muito a sério

ADORO!
Estar apaixonada!

Passo a bola pro Cláudio, porque sempre tem algo para dizer e sempre eu acho engraçado e para a Beth, que é uma das amigas mais queridas e bonitas e inteligentes que eu achei por aqui!

Pagando minhas dívidas antigas... Meme

A Dan disse que eu sempre respondo aos memes, quando sou indicada. Então não posso desmenti-la, ainda que afogada no caos de desordem que anda minha vida (amorosa, inclusive! rs), meu tempo e meu armário... Então, vamos a "O que estou ouvindo":

Dizer que meu gosto musical é eclético é pouco... Meu gosto é absurdamente variado... Claro que tenho meus preconceitos musicais! Pagode, axé e funk... nem a pau! Mas, de resto, ouço de quase tudo, sem me prender a um estilo ou artista. E se gosto de uma música, ouço e ouço e ouço até enjoar. Difícil dizer o que estou ouvindo agora...

1- Fly me to the Moon, com o Sinatra. Sempre. Amo tanto essa música que fiz uma tatuagem com ela.

2- Chasing Cars, Snow Patrow... Ah, vai, pode me dizer o que quiser. que é uma banda descartável, que vai passar... Mas amo essa música... E tenho ouvido muitas outras do Snow Patrow.

3- Nando Reis, todas... Acho o cara um poeta e queria um dia ser a musa inspiradora de uma música linda dele! rs rs rs

4- Meu filho adora as músicas do Simple Plan... Acabo ouvindo também.

5- Maná e Manu Chao acabaram com meus preconceitos com músicas em espanhol... Ouço sempre.

6- Fleetwood Mac, adoro!

É isso. Eu acho. Vou publicar logo, antes que eu mude! Ah, para continuar o meme, indico as "duas" do blog Os pensamentos de Eu e Ela e a Mélica.

A vaca e o divã... De novo!

Ontem eu parecia uma vaca-consultora-sentimental. Dois amigos meus me procuraram. Pediram conselhos. Cada um com uma história, mas ambos problemas do coração... Putz, pensei arrancando os cabelos, logo eu, ajudar? Gente, eu não sou a pessoa mais indicada para falar nesse assunto. Ainda nem decidi que tipo de vaquinha eu sou.

Minha amiga linda está namorando. Ou acha que está. Sabe aquele começo de relacionamento? Ninguém se assume. Ninguém corre riscos... Palavras não são ditas. E, droga, isso pode ser o fim de uma linda história que nem pôde começar direito. Ela diz que quer se assumir, dizer para o cara e gritar pro mundo que está apaixonada... Mas se cala, faz cara de paisagem e dá a entender que não está nem aí se ele e não telefona. Querida, não sou essa vaca poderosa que você imagina... Se falo o que não era para ser dito a um namorado (o que sempre acontece, pois não tenho a trava necessária entre pensamentos e a boca...), volto atrás literalmente ou finjo que não falei. O que não era pra ser dito? Te adoro, senti saudades, quero ficar com você, sei lá. Covarde. Medrosa. Tenho medo de perder, de me apegar, de sofrer, de fazer sofrer... Não telefono, não procuro. Fico com um pé atrás o tempo todo. Demoro um tempo para relaxar e ser eu mesma. Me sinto mal só de pensar em ser rejeitada. Então, linda, vou te dizer o que eu acho que você deve fazer. Não seja como eu. Se assuma, mas apenas se achar que o cara vale a pena. Corra o risco. Diga o que quer dizer! Assuma que gosta do seu namorado. E logo, antes que outra resolva fazê-lo por você!

E meu amigo vive uma situação difícil... Está apaixonado pela amiga da namorada. Ih... que conselho dar a ele? Sei não amigo... Só posso lhe dizer que pense, pense, pense. E depois que pensar, pense mais um pouco. Você corre o risco de ficar sem as duas... Um risco muito alto! Mas qualquer que seja a conclusão a que chegar, seja honesto. Com você. Com a namorada. E com a amiga.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

VACAS BOAZINHAS OU VACAS JEITOSINHAS ?


ooOVACAS BOAZINAS OU VACAS JEITOSINHAS
(O novo dilema bovino feminino)

Gente, ia postar hoje, um texto sobre assunto absolutamente distinto deste, mas como “boa” vaca que não contive diante do último "post! da minha querida vizinha e amiga “blogueira” deste curral ...

Pelo o que entendi, daquele texto, parece existir uma unanimidade bovina feminina de que BOIS de um modo geral, NÃO APRECIAM VACAS tidas como “BOAZINHAS” ! Sou inclinada até fazer parte dessa mencionada unanimidade, desde que esclarecido e bem, o que venha a ser considerada uma VACA BOAZINHA. Para começar, odeio diminutivos, e se alguma vaca se auto-intitular de “inha” em alguma coisa, já não agüento, me soa como algo que beira infantilidade. Antagonicamente ao diminutivo, por certo ao invés das BOAZINHAS, BOIS talvez preferiram mesmo as VACAS BOAZUDAS (Aqui sim, já vislumbro uma certa unanimidade bovina masculina), sejam elas boas ou más!

Mas voltando às BOAZINHAS propriamente ditas, o que é ser uma vaca “BOAZINHA”? Seria esta uma vaca pacata, tranqüilona, que não gosta de brigar, nem de divergir muito dos bovinos, que procura sempre o equilíbrio quando partícipe de uma relação bovina, ao invés de partir de cara para um discussão na tentativa de fazer sempre valer sua própria opinião. Ou será esta simplesmente “uma vaca boa”, ou uma “boa vaca”, como preferirem, na verdadeira acepção da palavra, desprovida de maldade, que não mente, que não traí, que é fiel, leal, amiga e companheira, na saúde ou na doença, na bonança e na fartura, e até mesmo nos períodos de precariedade financeira do curral. Me, desculpem, bovinos, mas se vocês não apreciam uma vaca dessas, estão a merecer com louvor, os “CHIFRES” que carregam ou um dia ainda vão carregar na cabeça !

A banalizada, expressão “HOMENS NÃO GOSTAM DE VACAS BOAZINHAS”, já vem batizada de um certo ressentimento bovino feminino, porque de fato, a gente assiste diariamente e/ou as vezes sente no próprio “couro”, bois trocarem vacas tidas como BOAZINHAS, por outras NEM TÃO BOAZINHAS ASSIM, que não valem nem um corte do traseiro de uma VACA, detentora das características acima elencadas.

De fato, BOIS-MACHOS parecem às vezes se mostrarem meio masoquistas na questão, o que pode ser atribuido talvez, aquela questão meio-primitiva e ancestral de gostarem de experimentar e provar todo o tipo de bovina que apareça pela frente.

Mas nesse mesmo diapasão, - ICONVENHAMOS BOVINAS - vejo também tanta VACA-BOA, emparelhada com cada BOI-DESCLASSIFICADO, de dar dó! Mas certamente, esses são casos patológicos e até comuns a qualquer rebanho ... Ambos os casos, são de despertar a mais pura compaixão.Mas uma coisa certa, todo mundo acaba levando um “chifre” aqui e ali até encontrar o BOI ou a VACA certa ao seu gosto e padrão. Por isso, não se contagiem que esses “malvados” companheiros de rebanho, que sempre parecem se dar bem, esses invariavelmente acabam “tropeçando” na própria maldade ...

QUANTO AO JEITINHO BOVINO:

Toda a vaca ou boi, que estão por aí soltos, a pastar nesse curral universal, certamente tem o seu “jeitinho” próprio de ser, que poderá se mostrar sedutor ou não aos olhos dos outros companheiros de rebanho ... Eu por exemplo, não gosto de bovinos que possuam uma beleza óbvia demais, já outras vacas se sentem só atraídas por “belos-bovinos” (Tudo bem, às vezes me contradigo – os bovinos “Brad Pitt” e “Gianechinni”, por exemplo são clássicos bovinos detentores de belezas óbvias e os aprecio para olhar) Mas não sei se me relacionaria com algum, muita concorrência, muita incomodação, egos, certamente inflados demais! Não sei se teria paciência para tanto!

Mas o que eu queria dizer mesmo, é que o tal “jeitinho”, nada mais é do que o charme pessoal de cada um, o seu “ cow-power” próprio de atração, e isso BOVINOS. Esse, cada um tem o seu, só que precisam saber usar !







 

 

Um olhar feminino sobre o universo... digamos, bovino. Mulheres falando da vida e de outras mulheres.
Mulheres explicando às outras que, querendo ou não, somos todas umas vacas!




A calma alma má
A cor da letra
Adão Braga - Corpo, alma e espírito
Adão Braga - Conectado
Aletômetro
All Racing
Apoio Fraterno
Ansiosa e prematura
Avassaladora
Banana com peperoncino
Bomba MH
By Oscar Luiz
Coisas e tralhas - Mutumutum
Colóquio
Concerto em Dó Menor
Conversas furtadas
Eu sei, mas Esqueci
Eu sou garota?
Fábio Centenaro
Geek Chic
Gothicbox
Hipermoderna
Immortal lust
Instant Karma
Isso é Bossa Nova!
Irmãos Brain
Jornal da Lua
Juarez, o cabrito montês
Limão Expresso
Luz de Luma, yes party!
Jogando Conversa fora
Mas, bah!
Mais atitudes
Matérias repugnantes de um brejo
Melica
Memórias póstumas de um puto prestimoso
Meu cantinho
MOrsa sem pelo
Mulher é tudo bandida
Mulher Remédio
Neuróticos modernos - Filosofia mequetrefe
O estranho mundo de Mila
Oncotô?
Os pensamentos de eu e ela
Paola, a estranha
Papo de buteco
Pensar enlouquece, pense nisso
Pererecas em chamas
Pérolas políticas
Remembrança
Saber é bom demais
Sem frescura
She's like the wind
Sinceros receios
Smile
Sobre sapos, pererecas e afins
Somos todos uns cachorros
Sou para-raio de doido
Uma mente nada brilhante
Van Filosofia
Vertente
Wolverine responde



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