segunda-feira, 31 de março de 2008

Mais uma vaca assustadora para começar a semana

Esse tipo de vaca amadronta, indistintamente, as colegas de rebanho e os homens em geral: a vaca rancorosa.Tenho me-do. E aconselho a todos que a temam também. Em vez de viver a própria vida, ela vive a do outro, que "ousou" cruzar seu caminho... Senhoras e senhores leitores desse blog, cuidado com o tipinho mal-acabado de vacona. Pior do que erva daninha. Ve-ne-no-sa... Livrar-se dessa vaca dá trabalho. É preciso coragem, persistência, bom humor e inteligência superior à dela. Com o tempo ela se cansa ou arruma outro para encher o saco.

Ficha de identificação:

  • Seus maiores ídolos: Cuca do Sítio do Picapau Amarelo e as Personagens de Glenn Close em Atração Fatal e 101 Dálmatas...

  • Seu lema: "Eu pego você nem que seja a última coisa que faço nessa minha vida vazia".

  • São acessórios deste tipo de bovina: uma memória de elefante para nunca esquecer de mágoa alguma e um ferrão venenoso de escorpião, sempre pronto para ferroar e ferrar os seus desafetos...

  • Passatempo predileto: Fuçar a vida do desafeto, na espera de uma brecha para pegá-lo.

  • Atividade física: Correr atrás de alguém, derrubada de vítimas...

  • Antídoto: Enfrentá-la faz algum efeito. Rezar para que outro pise no calo da louca também... Torcer para que a sua vida seja tão maravilhosa quanto ela gosta de alardear, idem: se for assim, ela segue vivendo e deixa em paz quem não está nem aí para ela... Ah, ignorá-la pode ser de alguma eficácia.


Tomem cuidado, muitos beijos e uma ótima semana para vocês!

DM, cadê você?


PS: Vou pensar numas vacas que todos amam para listar... Chega de terror, já deu... O dia das bruxas está longe ainda...
Blogged with the Flock Browser

domingo, 30 de março de 2008

Como se tornar uma vaca aterrorizante em poucas lições II

Dando continuidade aos nossos trabalhos...

No penúltimo post citei só três tipos de vacas que amedrontam os homens... Há incontáveis tipos ainda. Na medida em que for me lembrando, publico aqui...

  • Vaca-cobra: Está sempre a espreita, pronta para dar o bote... Coisa que nunca faz antes da hora. É capaz de guardar mágoas por anos, esperando apenas o momento certo de reagir e atacar. Seu veneno, fortíssimo, é capaz de derrubar por terra até o relacionamento dos mais fortes.

  • Vaca-quem-manda-aqui-sou-eu: Ela veste as calças dentro de casa. Faz do homem gato e sapato. Decide com quem ele fala, como fala e se fala. Resolve aonde ele vai e quando volta e toma conta de cada passo dele. Prestem atenção: não estou falando de dominadora na cama, mas fora dela. Ao coitado, emasculado, só resta obedecer. Secretamente desconfio que, fora de casa, esse pastel, digo, homem, vá à forra, vestindo (ou seria tirando?) as calças e mandando ver no par de chifres bem caprichado na vacona-patroa que tem em seu sacrossanto lar. Mas... estou ciente de que há homem que gosta disso. E muito.

  • Vaca-meu-passado-me-condena: Essa bovina é muitíssimo comum... Está com um atual, mas sempre com os pensamentos no último. Não vê problemas em falar do ex o tempo todo. Bem ou mal.

  • Vaca-assombrada-pelo-passado: Esta é muito diferente da vaca anterior. Não está nem aí pro que se passou na vida. Às vezes, prefere nem se lembrar. Mas o passado do outro... Coitado do homem que tem uma dessas ao seu lado. Ciumenta até a ponta do chifre, essa vaquinha não consegue esquecer o passado de seu querido. É um tal de voltar a assuntos enterrados, vigiar a vida do cara, das ex... E haja saco, então...


Eu fiquei pensando muito se haverá mulheres que se ofendam com minhas descrições... Honestamente? Acho que não. Nesses casos, somos como bebês. Não nos reconhecemos ao nos olharmos no espelho... Ou não somos nada do que foi listado aqui. Ou, quem sabe, um pouquinho de cada? Minha intenção não é ofender, claro. Mas tão-somente informar e divertir.
Blogged with the Flock Browser

sábado, 29 de março de 2008

Eu sei quem é você e o que você fez no verão passado...

Nunca canso de me maravilhar com a internet e com as evoluções tecnológicas que vieram com ela. Meu caso de amor com a grande rede é antigo.

Blogs, uma paixão mais recente, são o máximo, acho que todo mundo que me lê aqui sabe como me sinto com relação a eles. Escrevo e leio sempre que posso. Acho que são uma ferramenta fantástica para a gente dizer o que pensa, divulgar nossas idéias e conhecer gente.

Já disse aqui que foi graças ao blog que conheci minha melhor amiga, entre tantos ótimos amigos, uns virtuais, outros nem tanto, e fui "encontrada" pelo meu atual namorado/noivo/futuro marido.

Foi um amigo, virtual, o Wol, que me mostrou um tracker pela primeira vez. A-mei de cara. Com essa ferramenta eu posso saber quem e quando leu o STUV, de onde acessa, quantas vezes entrou... Tudo graças ao IP de cada um... Eu sei, é um pouco assustador, muito Big Brother (não o programa, né gente? Tô falando do Big Brother do livro do Geroge Orwell, 1984)... Mas é extremamente útil e esclarecedor...

Tracker é uma ferramenta divertida... Reconheço que é graças ao nome inusitado do blog, que recebemos, eu e minha amiga DM, visitas de gente de todo o mundo: Angola, Finlândia, Suiça, EUA, só para citar alguns... Constato, divertida, que os nossos amigos portugueses são os campeões da busca pela palavra "vacas"... Imagino que não seja dos animais que estejamos falando aqui!

Engraçadíssimo é descobrir as pesquisas que trazem alguns desavisados ao blog... Vacas, claro, é a keyword mais digitada. Ultimamente, "foto vadias dando baile funk" vem em segundo lugar... Me pego pensando se as vadias organizaram um baile funk ou se elas "forneceram" durante o baile, hahahaha! Prometo que qualquer dia desses vou fazer um post com as buscas hilárias que trazem as pessoas até aqui.

É, talvez a pessoa que, "anonimamente" me disse que eu preciso arrumar um trabalho urgente esteja certa... Quando a gente se pega perdendo tempo pensando em besteiras do tipo "por que uma pessoa perde seu tempo com ataques anônimos" ou pensando quem são as tais vadias do baile funk... É... Preciso de um emprego. Urgente. Para não perder mais tempo com esse tipo de pensamento. E para fazer o que mais gosto e, sem falsa modéstia, faço de melhor: escrever. Se for para escrever um blog, como sugere minha nova amizade virtual, melhor ainda.

Talvez, amiga secreta, você ão saiba de algumas coisas...

  • I see dead online people watching me! Hahahahaha!
  • Suas mensagens tão oportunas e engraçadas aumentaram o acesso ao meu blog... Uma alavancada é sempre bem-vinda! Thanks, honey!
  • Viva e deixe viver.

Meus queridos que vêm nos ler todos os dias... Obrigada!

Não se assustem... Todo, ou quase todo blogueiro tem um tracker. Eu não uso o meu para fuxicar a vida de ninguém... Só comentei o assunto para abrir os olhos de certa "pessoa anônima" que não entende nada de internet e não achou que eu não fosse capaz de descobrir de quem se tratava...

Opinião todos nós temos. O blog é público e está sempre aberto às críticas, elogios e comentários. Dificilmente censurei algum comentário, vocês são testemunhas disso... Afinal, lê quem quer... Mas nada deve ser levado para o lado pessoal, aí a coisa já vira baixaria. Se eu, claro, não posso usar esse blog para atingir ninguém, também não vou deixar que me atinjam através dele. Não sou partidária do "falem mal, mas falem de mim".

Sei que vocês vão concordar comigo. Todos são bem-vindos, inclusive os anônimos. Continuem vindo. Continuem lendo. Continuem comentando. Vocês são a razão desse blog existir.

É isso! Beijos, meu curral, pra todos vocês!


Blogged with the Flock Browser

sexta-feira, 28 de março de 2008

Como virar uma vaca aterrorizante em poucas lições

Estou pensando muito sobre as vacas que me aterrorizam... Mas os fantasmas das vacas que enchem os homens de medo ficaram me amedrontando até que eu me decidisse a escrever sobre elas.

Então, aí vai. Aos poucos, dividido em alguns posts. Lembrem-se que é apenas minha opinião, que não sou uma estudiosa do assunto (apenas observadora!) e que gosto não se discute: aquilo que aterroriza um, pode, certamente, atrair outro. Ou, no popular: tem louco pra tudo nesse mundo.

Meu conselho: menina, se você quiser terminar um relacionamento sem ter que dar o primeiro passo, leia este e os próximos posts e ponha tudo em prática ao mesmo tempo. É satisfação garantida. Mas, se você está satisfeita com seu namoro/caso/rolo/casamento, leia também. Só pra garantir que você não está sendo uma dessas vacas...

  • Vaca-chiclete: Gruda. Muito. E pra fazê-la soltar, haja paciência. Liga 342 vezes por dia. Manda e-mails e sms a cada 15 minutos. Faz questão de ver seu amado todos os dias, mesmo quando não dá. Homens, esses seres que prezam tanto os seus espaços, fogem deste tipo de mulher veementemente. Quer se separar? Grude. Quer continuar junto? Desgrude um pouco.

  • Vaca-que-fala-pelos-cotovelos: Vai me dizer que você nunca reparou que homem não suporta mulher que fala demais, né? De-tes-ta. Não sei se é porque não conseguem acompanhar o raciocínio ou porque se irritam mais facilmente do que nós. Começou a falar muito ao lado do seu adorado? Pode reparar... Ele assume aquele ar distante e fica monossilábico imediatamente. É batata.

  • Vaca-perfumada-demais: Sabe aquela mulher tão perfumada que na esquina já sentimos que ela está chegando? Querida, a não ser que seu namorado seja asnômico (que não sente cheiros. Tive um namorado assim...), manere no perfume. Eles têm o olfato diferente do nosso. Salvo um ou outro, não suportam perfume doce ou forte demais. E quer saber? Eles dizem sempre que adoram o cheirinho que a gente tem, sem perfume (mas com banho tomado e com o uso de desodorante, fazendo o favor. Somos vacas, mas somos limpinhas!).

PS: Se lembraram do filme "Como perder um homem em 10 dias"? Eu também!

Blogged with the Flock Browser

quinta-feira, 27 de março de 2008

Mais sabedoria da minha faxineira-vaca

Outra da Severa, contada hoje, também:

"-Olha, Ana Paula, eu gosto muito de você e das suas irmãs. Mas, se você quer saber, se eu encontrar com o marido de uma de vocês, na rua, com outra, eu viro a cara e continuo com a minha vida. Conto, não. Vocês, que são brancos, que se entendam. Em briga de marido e mulher, eu não meto a colher. Depois o casal se reconcilia e eu fico com cara de tacho."

É, essa Severina é uma verdadeira filósofa!

Sabedoria popular

Pérola que eu ouvi agorinha da Severina, a Severa, que é a faxineira daqui de casa:

"Meu pai dizia: o cabra quando está apaixonado só falta tirar toda a roupa e colocar na poça de lama pra mulher passar. Depois que acostuma, só falta empurrar a mulher na lama e passar por cima!"

Hum... É, né? Fazer o quê?

Segundo ela, ou se acostumar também, ou procurar outro! É por isso que eu digo... Somos todas umas vacas.

Blogged with the Flock Browser

O curral não é mais o mesmo... A vaca vira boi e vai ser mãe e pai do bezerro!

Pára tudo. Parem as máquinas. Parem o mundo, que eu quero descer!

Não sei se já comentei com vocês, mas talvez por ser jornalista, talvez por ter uma tendência bipolar, sou viciada em jornais online. Leio diversos, muitas vezes por dia (nota mental: preciso urgente de um trabalho sério...). Hoje, quando estava fazendo a minha ronda matinal por meus noticiosos preferidos, me deparo com a seguinte manchete:

Americano que era mulher e virou homem sem tirar útero espera bebê.

Fala sério. Foi isso mesmo que vocês leram. Tive que ler muito atentamente para acompanhar a história. Segue aqui um resumão procês. Com meus comments, lógico.

A vaca nasceu vaca. Mas com alma de homem. Até aí, morreu o Neves. Nada demais nessa história. Ela fez operação para virar homem. OK. Concordo que em alguns casos deva ser uma tortura absurda ser um homem aprisionado num corpo de mulher, ou vice-versa. Tome tratamento hormonal. Então, a moça se transformou num homem por fora, sem seios e com os devidos documentos comprovando que seu sexo era masculino. Beleza, mais um cidadão americano nesse mundo de Deus... Thomas é seu nome. Isso tudo, como vaca moderna que sou, consigo entender e acompanhar numa boa. Mas... Sempre tem um mas... He/She não tirou o aparelho reprodutor feminino. Ele e sua mulher Nancy queriam ter filhos. Nancy não podia tê-los... Então Thomas tentou achar um médico que fizesse a inseminação artificial... nele! Nove médicos (preconceituosos, segundo ele) se negaram a fazê-lo... As famílias do casal também se chocaram com o caso. Thomas e Nancy fizeram inseminação artificial em casa. Não me perguntem como. Também não me perguntem quem é o pai. Só sei que a ex-vaca é a mãe. E quando o bebê nascer será o pai. Caraca... Enfim, na segunda tentativa, Thomas engravidou. O bebê é esperado para julho.

Comentário da minha mãe: "-A gente tenta ser moderna, mas assim também é demais!"...

Comentário da vaca que vos escreve: "-Eu, hein?"...

Comentários finais... Tenho que rever meus conceitos, mudar o que tenho na ponta da língua pra educação sexual do meu bezerrinho.... Ai, caramba, como vou explicar isso pro meu filho? Esse mundo, definitivamente, não é mais o mesmo, mesmo. Muito insólito pro meu gosto. Não é questão de preconceito, longe de mim. É espanto. Muito espanto. How bizarre!

Ah, quem quiser ver uma foto do Thomas, de barrigão, clica no link ali em cima...


Blogged with the Flock Browser

quarta-feira, 26 de março de 2008

Admirável Curral Novo


Du-vi-do que, quando o escritor Aldous Huxley publicou seu romance Admirável Mundo Novo (Brave New World, 1932), sua imaginação fosse tão criativa a ponto de ele conseguir prever o nascimento de um novo tipo de homens: os tecnossexuais. Isso, se esqueçam dos emo, dos metro... A onda agora é ser tecnossexual.

Pára tudo! Tecno o quê? Vou me explicar: um americano - só podia... - de 33 anos construiu um robô-namorada. Seria roboa? Sorry, não resisti à piadinha infame! Aliás, um robô-esposa, pois eles se casaram em um site de casamento online. Ela, Alice, interage com ele e eles têm, pasmem, relações sexuais...

Isso pega? Eu, particularmente, espero que não! Não entre pessoas normais, pelo menos... Nada substitui o contato físico... O que houve com as velhas e boas relações prazerosas sem fim reprodutivos de que nos falava nossa amiga Lady Newton? Para mim, pele com pele (na falta de outras palavras, esse blog é familiar! rs) faz falta...

Zoltan - nome fictício do cara - construiu Alice com base uma boneca inflável, daquelas de sexshop... Aquelas com aquela boquinha fazendo "OH!" o tempo todo... Apresentou a moça pros pais. Jura que ela o obrigou a frequentar a igreja e desisitir de visitar sites pornô... Ele vai ainda mais longe e conta, em entrevista, que só considera robôs atraentes, humanos são biológicos e bagunçados demais e há doenças a serem evitadas... Ah... Então tá...

MeuDeusdocéuessemundotáperdido! É o nascimento de uma nova espécie de vacas... As tecnovacas! Programadas para falar e, vá lá, agir ao bel-prazer de seus construtores/programadores... E não venham me dizer que isso pode ser bom. Me perdoam o preconceito? Sim, porque vou ser extremamente preconceituosa, agora: isso, pra mim, é coisa de homem chato, sem o menor atrativo pra arrumar namoradas ou louco. Só pode ser.

Por outro lado, meninas, se pensarmos bem, um robô desses pode ser uma boa alternativa pra esses caras doentes por aí, que ficam catando mulheres no msn pra rapidinhas virtuais... Aqueles que sempre nos perguntam: "Tá vestindo o quê?"...

Tá lá no G1 pra ler em bom português... E quem quiser ler a entrevista original, vai no site Gizmodo. Está em inglês, mas vale a pena... Ah, e quem estiver a fim, pode conhecer o site do louco, digo, inventivo, Zoltan, e até aprender a construir sua namorada e tal.

Ah, meninas, atenção! Ele ensina a construir um namorado também... Com todas as ferramentas necessárias, se é que vocês me entendem! Eu, particularmente, prefiro o meu, de carne e osso: sou uma vaca à moda antiga.
Blogged with the Flock Browser

Qual é a cara do Brasil?

Nem sou de comentar assuntos correntes aqui. Me indigno com empresárias que torturam crianças, mães que abandonam seus filhos no meio da rua, sem ter a humanidade de colocá-los na porta de um hospital ou coisa assim... Todos os dias me deparo com mulheres que sequer mereciam o respeitoso apelido de vaca... Mas como esse não é o bjetivo do blog, não trago esses assuntos pra cá... Acho que a DM pensa como eu...

Também não sou das maiores fãs do Big Brother... Nem vou entrar no mérito do "Pão e Circo"... Nem falar sobre alienação, até porque sou adepta do "Assiste quem quer!"... Não nos esqueçamos de que não assistir a nada também é se alienar. Sempre há outra opção. Ainda mais em tempos de tv a cabo, NetGato ou PerPeiPobre... (Não estou fazendo apologia ao roubo de imagens, apenas disse que existe!).

Mas eu estava meio puta com umas pessoas por aí dizendo que a Gyzelle era a cara do Brasil... Triste isso, não é? O Brasil é feito de pessoas porcas, come-e-dorme e dissimuladas? Hoje, me deparei com essas palavras da Zara Napoli no site Fofoquinhas. A-mei. E encerro o assunto aqui...

"Esta colunista está muito feliz com a vitória de Rafinha. Ainda que apertada, mostra que nem todo mundo acha que uma mulher que fala errado, não cuida dos cabelos, não toma banho e não faz nada exceto comer e dormir “representa o povo brasileiro”, como muitos insistiram em dizer por aí. O povo brasileiro tem muito mais a cara de Rafinha: um moleque travesso, que brinca com a câmera, suspira e vira os olhos ao ver belas bundas passando diante de si, dança nas festas, usa uma fantasia ridícula com tranquilidade e tenta ser amigo de todos. O Brasil está cheio de Gyzelles que acham que vão vencer na vida com a bunda e os peitos, mas felizmente ainda temos alguns Rafinhas, dispostos a alegrar nossa vida. Sim, estou embriagada. Dodi já está providenciando um litro de glicose para me tirar do coma alcoólico. Enquanto isso, Beeal, o que você tem a dizer?"

Em tempo: Estou aqui, ainda matutando sobre mais vacas aterrorizantes... Aparentemente, é disso que o povo gosta, hahahaha!

terça-feira, 18 de março de 2008

Vacas aterrorizantes


Tenho medo, como dizia minha saudosa amiga Lady Newton, lembrando de um velho e famoso comercial da Regina Duarte... Tenho muito medo. Há todo um rebanho de vacas por aí de fazer suar frio ou correr pra se esconder debaixo da cama qualquer Rambo ou Lara Croft por aí. Hoje eu me lembrei de três:

  • Vaca sorridente demais: Pessoas normais não podem ser felizes o tempo todo, isso não existe. E lá está ela, com aquele sorriso fake, contínuo, eterno. Tá sempre tudo muuuito bem pra ela, ela sempre se diz feliz em qualquer condição de temperatura ou pressão. Tenho medo do sorriso e tenho pavor de pensar na hora em que ele se apagar. A diva delas: Bree Hodge, personagem de Desperate Housewives, interpretada por Marcia Cross. Elas pensam que são agradáveis e pra cima e suuuper alto astral, mas os outros a vêem como falsas... (Conseguem guardar um segredo? Aqui na minha família tem uma assim. Eu e minhas irmãs, todas umas vacas, a chamamos carinhosamente de "Sorriso de Serial Killer", de tão natural que é e de tanto medo que ela nos dá... Que fofas que nós somos!)

  • Vaca fúnebre: O contrário da vaca acima citada também me assusta. Essa vaca tá mais pra hiena de desenho animado (Eu sei que não vai dar certo... Ó dia... Ó azar...) do que pra bovina propriamente dita. Tudo sempre vai dar errado. Edward Murphy (aquele...) é o ídolo dessa vaca. Pela cabeça dela passam as hipóteses mais absurdas e lúgrebes... Mas elas se acham cautelosas e previnidas. São, não. São medrosas e baixo-astral. Eu fujo dessas como o diabo foge da cruz. Esse tipo de sentimento contamina. Tenho uma amiga assim... Tenho pena, acho que isso afasta todos dela. Acho que ela é uma pessoa só.

  • Vaca que não segura a língua: Fazendo o favor, somos civilizados. Por mais desbocada ou autêntica ou macho pra caramba que uma vaca possa ser, há horas em que é necessário escolher o que dizer, quando dizer, na frente de quem dizer... Como dizia meu sábio pai: as palavras são de prata, mas o silêncio é de ouro... Ou, no popular: vaca, em boca fechada não entra mosca! Esse tipo bovino me assusta porque nunca se sabe onde ela vai parar, se tem limites, se perde as estribeiras, se sobe nas tamancas, se desce o morro... Elas se acham descoladas e autênticas. Mas eu diria que são grosseiras e descontroladas. Ídala absoluta? Tati Quebra-Barraco!
Querida amiga leitora: se você se enquadra em alguma dessas vacas, aceite o conselho dessa tola que vos escreve: reveja seu comportamento. Nada de ficar por aí, assustando as pessoas... A vítima pode ser você!

Agora, fofa, se você é bipolar como eu... Ninguém vai poder nos chamar de entediantes, não é? Somos todas essas vacas, mas uma de cada vez! (Sou, mas quem não é? Ah... Também tenho medo das bipolares como eu! Mas esse assunto fica pra outro post ou pras Doutoras do Sou Pára-raio de Doido)
Blogged with the Flock Browser

segunda-feira, 17 de março de 2008

Não quero o mesmo destino do gato...


Já bem o diziam nossas avós: quem procura o que quer, acha o que não quer.

A curiosidade é um sentimentozinho bem duas caras, um tipo de agente duplo das emoções, já pararam pra pensar nisso? Se por um lado a tal curiosidade nos fez, desde o início dos tempos a ir atrás de descobertas, soluções e consequentemente, da evolução da espécie, por outro, ela nos faz tropeçar em nossos próprios pés e andar para trás, quando insistimos em procurar o que não queremos ver.

Qual a vaca que nunca olhou as mensagens do celular do maridão? Ou quem nunca vigiou o Orkut do namorado? Ou xeretou os bolsos do seu amado? Ou cheirou suas roupas atrás de perfumes adocicados e suspeitos? Ah, pra você que me disse que nunca fez isso... DU-VI-DOOO! A curiosidade é atávica a nós, vacas.

Eu já fiz tudo isso. E quase sempre me arrependi. Achava o que não estava procurando. Porque, convenhamos, quando fuçamos a vida, o histórico de ligações do celular de alguém ou sua caixa de e-mails, o que queremos realmente achar é a prova de sua fidelidade. Mas, quando achamos justamente o contrário (não que se ache sempre...), é uma pequena morte... E foi mortalmente arrependida depois de certo episódio na minha vida pregressa e que nem vem ao caso, me recuso terminantemente a fuxicar, xeretar ou fuçar a vida de quem esteja comigo. Tá, vai, não sou perfeita: de vez em quando checo o Orkut (ainda vou retirar meu perfil de lá. Aí, não caio mais em tentação...). Olho mesmo. Mas é só. Vai que eu acho o que não estava procurando? Eu, hein? Seguro morreu de velho (lugar-comum, mas verdadeiro de dar dó...).

Outro dia, meninas, li, não sei onde, que na TPM estamos mais propensas a xeretarmos o celular de nossas caras-metades. Na dúvida, babies, que tal nos abraçarmos veemente ao chocolate e fugirmos do celular alheio dando bobeira como o diabo foge da cruz? Lembrem-se: a curiosidade que matou o gato... pode matar a vaca também.

Em tempo! A Srta. Rosa (eu sempre queria ser a Srta. Rosa no Detetive!) já escreveu sobre essa vontade de querer saber sobre o que não se sabe, também... Confiram lá. Tem aula sobre curiosidade e dever de casa...
Blogged with the Flock Browser

sexta-feira, 14 de março de 2008

VACAS AMERICANAS, CHIFRUDAS POR VOCAÇÃO?

OK, uma coisa é certa: ninguém de fato nasce imune a "chifres” bovinos! Estamos na chuva para nos molharmos e um belo dia, por uma infelicidade da vida a coisa pode acontecer com qualquer um de nós, seja você um boi ou uma vaca acima de qualquer suspeita! Faz parte da vida, e o melhor é se resignar mesmo e a partir de então, tirar o melhor proveito ou lição dessa desagradável experiência bovina, já que não se pode evita-la.

As razões para ocorrência de uma literal “chifrada” no parceiro, podem ser as mais variadas possíveis: O boi gostava de sacanagem, a vaca-parceira nem tanto, o boi então foi buscar em um curral estrangeiro, o que não tinha em casa...

Tem também aqueles casos, de bois e vacas, que ainda que comprometidos de forma institucional e pública, aparentemente tranqüila e equilibrada, se vêem subitamente acometidos por uma paixão avassaladora, por determinados bovinos alheios ao curral, por força do acaso, ou do destino, por questões “astrológicas”, vai saber...

Há também, aqueles bois e vacas, do tipo frívolos, que simplesmente traem por “esporte” ou “hobbie”! (Demência bovina ao meu ver, derivada da absoluta incapacidade de bois e vacas, se manterem fiéis ou leais a um único parceiro, ou ainda de se sustentarem em um relacionamento)!

Em qualquer dos casos citados e de outros não menos cabeludos, não cabe a ninguém de fora do rebanho envolvido, julgar. Cada caso é um caso, e os bovinos protagonistas e envolvidos na invariável “mexicana história de um chifre bovino”, devem se resolver entre si, da melhor maneira que lhes aprouver !

Mas uma coisa é sempre certa: O bovino traído, sempre sofre com a traição. Uma traição soa sempre, como um desagravo moral, seja ela, de domínio público ou não, o que conduz o bovino(a) traído a uma inenarrável queda da auto-estima pessoal. Daí o grande e mais do que compreensível sofrimento, que advém por certo, de qualquer chifrada ...

Agora convenhamos: - Ser traído e ludibriado em qualquer circunstância da vida já se mostra ruim. O que dizer então, de ser enganado na esfera amorosa, onde invariavelmente se estabelece de forma recíproca uma troca de afetos e de necessária confiança entre parceiros... É osso duro de roer, sim ! Mas graças a Deus, é curáve, sim. O tempo, ou novos bovinos no horizonte, costumam ser os melhores paliativos, para esse tipo de patologia .

Em meu modo de ver, a opção de eventualmente virmos a sofrer uns “cornos” ao longo de nossa vida pessoal, nunca é nossa, já que depende de forma exclusiva a uma conduta ativa do parceiro com o qual estivermos envolvidos em um determinado momento.

Já a ostentação dos “cornos” que porventura “ganhamos de presente” , nessa malfada vida bovina, aí sim, essa depende sim, exclusivamente de nosso livre arbítrio, a menos que sejamos cegos, é claro !

Por essas e por outras, fico estarrecida e perplexa diante da passividade das bovinas americanas, quando chifradas publicamente por seus parceiros de vida, em sua vida tida mais do que pública!

A cara de vaca atolada esboçada pela paceria do governador de Estado de Nova York, na semana, por ocasião do discurso da renúncia, ao admitir publicamente suas escapadelas conjugais, me deixou absolutamente consternada !
Mas o que aquela vaca estava a fazer ali? Servindo de decoração ao evento ? Mostrando-se altruísta e companheira, diante de um boi, que a humilhou de forma reiterada e copiosa, tanto na esfera privada e pública ?

Não dá mesmo para entender o comportamento inexplicável e submisso dessas vacas gringas... As explicações poderiam ser: Bom quem sabe a tal da vaca, tenha se submetido propositalmente a tamanha humilhação, por deter pretensões políticas mais elevadas, a exemplo de sua percursora Hillary Clinton, que teve de engolir literalmente a tal assessora “Mônica Chupinski”, e hoje é candidata ao cargo mais cobiçado da Nação Americana ?

Ou, será que na terra do Tio Sam, já existem conceitos mais modernos do que venha a ser traição ou não, e eu ainda não estava sabendo ? Sexo oral não é mais considerado sexo ? Transar com prostitutas a custos elevados, dentro de um relacionamento institucional, se trata agora de um simples hobbie bovino masculino mais do que perdoável ?

Minha cabeça bovina certamente, não está livre de chifres, mas por certo não está acompanhar tanta modernidade comportamental bovina americana! Muito menos possui capacidade de perdoar, por mais louvável que seja o instituto perdão, tanta estrume bovino, em prol de ambições pessoais e materiais...

O exemplo das vacas americanas e da mais do que aparente doentia sociedade de lá, não merece ser copiado por qualquer vaca que se preze, e que possua o mínimo de auto-estima-bovina !

Anyway, quem por certamente, faria um retumbante sucesso por lá, seria o boi- Juca Chaves, com seu inesquecível refrão : Essa é a vida que eu sempre quis, eu sou “chifruda” mas eu sou feliz ..., além é claro, de seus companheiros de duplas sertanejas, todis certamente felizes nessa condição... Excelente oportunidade para exportá-los- não é mesmo- e quem sabe ainda ganhar-se uns bons royalities por lá, ...
Bem que o rebanho brasileiro, podia aproveitar essa excelente oportunidade no mercado fonográfico internacional , já que tudo na vida, é questão de opção mesmo !

segunda-feira, 10 de março de 2008

Bom começo de semana, curral!


Vamos começar os trabalhos da semana...

Difícil ver a mãe da gente sofrendo por amor. E pior, por um homem que nem meu pai é... Tem dó. Nós, os filhos, devíamos ser poupados disso. Ou poderíamos ter a capacidade de poupar nossas mães de sofrerem. Também seria bacana... Fora que o mau humor tá de lascar... Sobra pra vaca aqui... Aí... Alguém tem um coroa bacana pra apresentar pra minha mamma? rs

Mudando de assunto... Leram a notícia da iraniana que entrou na justiça pra receber do marido o dote combinado antes do casamento? Essa é ó-ti-ma! O marido foi condenado a pagar para ela um dote de 124 mil rosas. Sim, queridos, é isso, não me enganei, não. São cento e vinte e quatro mil rosas. Meras 124.000 rosas.

Foi assim: o cara prometeu esse dote à esposa antes do casório. Isso de dote me soa meio feudal, sei lá. Mas é outra cultura, não me cabe discutir ou entender, eu acho. Não vem ao caso. Voltando ao assunto... Ao que parece o cara era mão de vaca, o popular pão-duro. Depois de casado, não pagava nem o cafezinho para a esposa. Ela, então, chateada, foi reclamar seu direitos na justiça e levou... Quem não chora, não mama, tá certa. Agora, a pergunta que não quer calar é: como ela vai receber as rosas? Aos poucos? De uma vez? Pediu plantadas num roseiral? Mandou distribuir na rua? O marido disse que só pode dar cinco por dia. E que a culpa de a mulher ser assim é das amigas milionárias, hahahaha! Ô amigo! Quem mandou prometer, então? Tem homem que promete até as calças antes, né não?

Mas como eu a-do-ro meter o bedelho onde não sou chamada: fofa, dou a maior força. Prometido é cumprido. Mas... Rosas? Vamos combinar que em dinheiro seria muuuuito mais sábio? Vai gostar de flores assim... lá no Irã! rs

Boa semana pras vaquinhas e pros meninos também.

sexta-feira, 7 de março de 2008

DIA DOS BOIS OU DIA DA CUMPLICIDADE

Pois é adorável boiada de plantão! Amanhã é o Dia das Vacas!

Já disse aqui e repito, acho a data discriminatória, simplesmente por entender que não somos inferiores nem superiores a ninguém! E se, eventualmente viermos a ser discriminadas, a atitude mais correta a adotar é simplesmente prender o berro (MUUUUUU) e não levar desaforo para casa! Afinal, já faz muito tempo que deixamos de ser vacas donzelas e indefesas, não é mesmo? Esse tipo de data deveria ser oficial e sobejamente festejada, sim, em países de cultura oriental, onde as mulheres são praticamente consideradas seres de 2ª linha! (Exceção feita à Índia, é claro, onde me parece que as vacas são mais do que sagradas.... Rsrsssssss! Bem, lá talvez as vacas sejam mais valorizadas que as mulheres propriamente ditas!)

Mas voltando ao tema, queria registrar que a palavra feminismo, sempre me soou como um palavrão. Não é à toa que muitas vacas, no passado, não tivessem a coragem de se auto-intitular feministas, palavra sempre associada a sinônimo de mulher feia, mal-amada, que nenhum boi quis e que tem raiva dos homens ou é lésbica. Nada contra a opção sexual de cada uma, essas certamente devem ser e muito, discriminadas.

Mas, na contramão disso tudo, queria registrar, que sempre apreciei e aprecio os bois de qualquer gênero, principalmente os da raça “Nelore”: os queridos, os cavalheiros, os gentis e sorridentes, os perfumados, os que nos propiciam “orgasmos espirituais”, os grandes parceiros de cama, mesa, fogão e de trabalho. Quantos aos outros.... Bom, esses nem precisavam existir ...

Portanto se os da raça “Nelore”, são de Marte, como diz a moça da peça é para lá, que todas as vacas deviam ir!

Por isso, nesse dia “amalucado” das Vacas, quero instituir uma campanha para que seja oficialmente criado o Dia dos Bois, ou dos HOMENS, seria melhor mesmo, festejarmos tudo no mesmo dia, o dia da vaca e do boi, concomitantemente: QUE TAL O DIA DA CUMPLICIDADE?

Pensem bem, VACAS: Se na existissem os bois, qual a graça de festejar o Dia das Mulheres? De quem, por exemplo vocês receberiam flores ou perfumes neste dia?

Se eventualmente, a gente aqui fala um pouco mal de bois por aqui, encarem como meraquestão de ajuste: Das “pequenas” e “grandes” diferenças!

SINGELA HOMENAGEM DAS STUV AOS BOIS NO DIAS DAS MULHERES!

quinta-feira, 6 de março de 2008

BOVINOS COM CARA DE LOBO MAU!

Já repararam, por um acaso, na expressão facial esboçada por alguns bois, quando estes estão a demonstrar interesse por uma determinada vaca?

Pois é, essa característica peculiar, típica da grande maioria dos nossos colegas de rebanho, costuma geralmente passar desapercebida por nós vacas. Eu mesmo, até hoje, nunca tinha me dado ao luxo de refletir com maior profundidade sobre o assunto, até pela banalidade do mesmo.

Mas dia desses, esse singelo detalhe do comportamento bovino masculino, veio à tona, e me despertou curiosidade, justamente por haver me deparado com um boi em um supermercado qualquer da vida, que estava justamente a nos fitar, eu e uma amiga vaca, de uma maneira absolutamente séria e descompassada!

Juro, a expressão facial do cara, era de fato muito séria, eu diria SERÍIIIISSIMA mesmo! Coisa de meter medo e arrepiar, que cheguei a pensar: " Trataria-se o boi em questão, com cara de “pitbull” de um serial killer?". Ou será que eu, e minha amiga vaca, estavamos agora, ficando justamente, que nem as doutoras do pára-raios de doido? Ou seja, sendo alvo de atração de bovinos doidos de plantão?

Não, não podia ser. Melhor pensar, que talvez estivessemos cometendo na data e local, alguma irregularidade ou infração do tipo leve, tudo talvez por conta, do meu estilo particular e próprio de ser uma vaca descuidada e sempre às pressas, quando em visitas necessárias e mais do que “walitas” a supermercados. Sim, sou obrigada a confessar : invariavelmente, sou mesmo uma vaca muito atrapalhada dentro de um supermercado!

Por conta dessa impiedosa correria, não raramente essa vaca tropeça, deixa cair pacotes, derruba latas da prateleira, é atropelada e atropela – tudo, sem querer é claro! - bovinos e bovinas transeuntes com seus carrinhos. Mas como na ocasião em questão, não havíamos mesmo,cometido nada de grave ou condenável, relaxamos. E, logo em seguida, nós demos conta de que talvez o boi, mal encarado, mas não menos bem-apessoado, pudesse estar, simplesmente a “flertar” com uma de nós, de forma casual. Nessas ocasiões mesmo, o melhor é sempre andar em rebanho!

Então fui obrigada a ponderar com a vaca amiga : "- Mas se o objetivo do boi tratava-se de um simples flerte com uma de nós, para que aquela cara estampada de lobo-mau, em dia de chuva, e com cara de fome?".

Já no caminho de volta para o curral, em breve e necessária incursão sobre nossos passados de relacionamentos bovinos, constatamos: "- De fato, todos os bois que um dia se aproximaram de nós, sempre em um primeiro momento, esboçaram sim, um semblante mais sério, revelador de intenções! Uns mais, outros menos, mas sim, sempre tivera algo, que lembrava mesmo o LOBO-MAU, da história! E, só hoje estávamos, nós a nos dar conta desse fato!".

A cara de mau embustida por muitos bois, ainda que forma involuntária, em meio a um processo de conquista de uma vaca, deve ter sim também, uma explicação antropológica e ancestral.

Coisa de animal-macho da espécie predador, como eles costumam ser! Sentimento superlativo de superioridade, para se sobressair sobre os outros machos? Olhar fatal, e semblante de sério objetivo, como um animal concentrado no alvo, em meio a elocubrações sobre a maneira mais rápida de conquistar, assediar e deixar sem reação, a vítima almejada?

Confesso que depois de hilários argumentos sobre o episódio, achamos tudo, em muito semelhante, ao comportamento dos predadores que costumamos assistir nos documentários do Discovery ou do National Geograghy, do tipo “Matar ou morrer” ou ainda “Vida selvagem"!

Mas será que, por um mero acaso, permanecem alguns bois, a adotar posturas intimidadoras como essa, diante de suas fêmeas, agindo como se ainda estivessem na Idade da Pedra e guindados unicamente por força de seu instinto animal?

E essas posturas, não deveriam ter mudado, com o decorrer dos anos, e até mesmo dos séculos, mesmo que ainda a mulherada ande copiosamente se queixando da raridade de se encontrar hoje, verdadeiros bois-machos no mercado?

Posturas tão primitivas assim, definitivamente, me parecem não estar a combinar com o que usualmente esperamos de “bois modernos”!

Então, para quê “tanta seriedade” bovina assim, para a conquista, ou por ocasião de um primeiro aproach quando se depararem com uma eventual vaca desejável?

A adoção de expedientes mais contemporâneos não se mostrariam por certo em algo mais eficaz, a exemplo do esboço de um sorriso mais malicioso e revelador, um olhar cativante, inspirador de confiança, uma cantada elegante, ao invés de um semblante assustador?

Definitivamente, em tempos de violência urbana como a nossa, bovinos com cara de lobo mau, ou ainda no melhor estilo “bad guy” estão hoje a meter mais medo, do qualquer coisa ! Melhor mesmo deixar, esse estilo primitivo e naturalmente masculino ser, quem sabe para um segundo encontro ou mesmo para depois de uma intimidade conquistada...

Não sei de vocês, e por certo não sou nenhuma-vaca Chapeuzinho Vermelho, nem tenho mais 15 anos, mas bovinos que agem e olham como Lobo Mau, me fazem correr léguas de distância para a casa da vovozinha mais próxima!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Superioridade? Que superioridade?

Outro dia desses vi uma discussão no Saia Justa sobre como lidar com o fodão-merda. Tá, peguei o bonde andando e não vou poder dar detalhes do tipo como começou a conversa toda ou de onde foi tirada a inspiração para começá-la. Tá, de novo, não sou grande fã do programa... Mas fiquei pensando sobre o assunto.

O fato é: o fodão-merda existe. É aquele cara, ou, vá lá, aquela mulher, que nos faz acreditar que não somos nada. Eles é que são os bons, os melhores, os certos. Os presentes de Deus na terra. Pode ser o chefe, a namorada, o amigo, a orientadora do mestrado, o marido ou até alguém da família. Eu mesma já tive um namorado desses nessa minha vida. Não recomendo tal experiência a nin-guém... Por um bom tempo acreditei que eu era inferior a ele. E, por consequência, durante um tempo me senti inferior a todo mundo. E feia. E chata. E burra. E devia ser burra mesmo, pois botava o tal namoradinho no pedestal. Tem dó... Palmas pra mim que um belo dia desisti dos caras que "se acham o máximo" e prefiri ficar com os que "me acham o máximo"! Podem me chamar de vaca.

Agora... Ando observando que existe toda uma manada de fodões-merda pela internet também... Os que se acham o presente de Deus para os leitores de blogs e desprezam os outros blogueiros que escrevem por aí. Meu... Escreve quem quer. Lê quem quer. Mas desprezar, publicamente ainda por cima, os blogs alheios é feio, é mesquinho... Proponho uma vaia coletiva pra esse tipo de gente. Um boicote a esse tipo de blog. A blogosfera é enorme, tem leitura e leitor pra todo mundo. Não é esse tipo de atitude que vai garantir views pra blog de ninguém. E nem escrever sobre... Ai, alguém me manda calar a boca, que eu tô quase falando o que não devo... Hahahahaha!

Não, não falaram mal do STUV por aí. Não que eu tenha visto, hehehehe. Ou não diretamente, claramente. Só tô sendo uma vaca e comprando a briga alheia.

Homens na corda bamba

Acho que vocês, meninas, vão concordar comigo. Não é muito melhor um homem pisando como se estivesse andando em campo minado (leia-se com medo de perder a amada, hehehehe!) do que pisando na bola e nos magoando? Eu acho.

Ah, não, não é comigo. Só tô sendo uma vaca e comentando o namoro alheio...



 

 

Um olhar feminino sobre o universo... digamos, bovino. Mulheres falando da vida e de outras mulheres.
Mulheres explicando às outras que, querendo ou não, somos todas umas vacas!




A calma alma má
A cor da letra
Adão Braga - Corpo, alma e espírito
Adão Braga - Conectado
Aletômetro
All Racing
Apoio Fraterno
Ansiosa e prematura
Avassaladora
Banana com peperoncino
Bomba MH
By Oscar Luiz
Coisas e tralhas - Mutumutum
Colóquio
Concerto em Dó Menor
Conversas furtadas
Eu sei, mas Esqueci
Eu sou garota?
Fábio Centenaro
Geek Chic
Gothicbox
Hipermoderna
Immortal lust
Instant Karma
Isso é Bossa Nova!
Irmãos Brain
Jornal da Lua
Juarez, o cabrito montês
Limão Expresso
Luz de Luma, yes party!
Jogando Conversa fora
Mas, bah!
Mais atitudes
Matérias repugnantes de um brejo
Melica
Memórias póstumas de um puto prestimoso
Meu cantinho
MOrsa sem pelo
Mulher é tudo bandida
Mulher Remédio
Neuróticos modernos - Filosofia mequetrefe
O estranho mundo de Mila
Oncotô?
Os pensamentos de eu e ela
Paola, a estranha
Papo de buteco
Pensar enlouquece, pense nisso
Pererecas em chamas
Pérolas políticas
Remembrança
Saber é bom demais
Sem frescura
She's like the wind
Sinceros receios
Smile
Sobre sapos, pererecas e afins
Somos todos uns cachorros
Sou para-raio de doido
Uma mente nada brilhante
Van Filosofia
Vertente
Wolverine responde



Fevereiro 2007

Março 2007
Abril 2007
Maio 2007
Junho 2007
Julho 2007
Agosto 2007
Setembro 2007
Outubro 2007
Novembro 2007
Dezembro 2007
Janeiro 2008
Fevereiro 2008
Março 2008
Abril 2008
Maio 2008
Junho 2008
Agosto 2008
Setembro 2008
Outubro 2008
Janeiro 2009
Fevereiro 2009
Março 2009
Abril 2009
Dezembro 2009
Março 2010





Powered by Blogger



eXTReMe Tracker