sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Vaquinhas premiadas!



Sem falsa modéstia... Não tenho idéia de como isso aconteceu. Só posso pensar que foi culpa dos amigos que ganhamos aqui com este blog. Porque amigo é assim, acha tudo ótimo, mesmo... Sim, foi isso, nossos amigos votaram nas Vacas... Gente, as Vaquinhas venceram o Prêmio Blog 5 Estrelas... Estou boba até agora! Minha mãe chorou, acreditam?

Então... Obrigada, amigos. Sei que sou repetitiva, mas vocês são, sim, o melhor prêmio que alguém poderia ganhar!

Esse prêmio foi uma idéia e iniciativa da Elza, do Nada por Mim. Obrigada, Elza! E parabéns por conseguir movimentar tanta gente em torno de um objetivo...

Chega, né, tô parecendo atriz em cerimônia de entrega de Oscar! Pronto, a Vaca está se sentindo... Daqui a pouco vou sair por aí dizendo que sou blogstar! rs rs rs

(Sim, Cláudio, estamos balançando os rabinhos de tanta alegria!)

OBS: Conversa com meu bezerrinho agora há pouco:

-Mãe, tá rindo porquê?

-Ah, filhote, mamãe tá feliz porque o blog dela e da tia DM ganhou um prêmio...

-Legal... Ganhou quanto em dinheiro?

-Nada, não é esse tipo de prêmio.

-Ahn...

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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A VACA EM TERRENO PROIBIDO

Aproveitando algumas reminisciências não tão louváveis assim, citadas em meu último post, sobre o mundo bovino corporativo masculino, nas necessárias e não menos providenciais folgas de trabalho desses executivos e trabalhadores que eventualmente se deslocam a outras/cidades/Estados em função do “business”, não podia deixar de registrar aqui, uma experiência inusitada, pessoal e particular.

A questão é basicamente simples: O que usualmente costumam fazer os bois, quando estão a trabalho em local distante de sua cidade de origem, e estão a desejar companhia feminina ?

Os mais descolados certamente responderão: Ah! Vamos conhecer alguns bares ou os restaurantes badalados da cidade e quem sabe lá tentar encontrar ao acaso, alguma vaquinha bem apessoada, que “dê um mole”... Até aí, eu diria tudo muito politicamente correto, se o boi for descompromissado. Mas mesmo que não o seja, ficar enclausurado em um Hotel, em uma cidade diferente, é que não dá mesmo, ainda que o objetivo nem seja flertar com o sexo oposto, pelo menos para pastar se precisa sair e conhecer ...

Mas, indo mais longe, se por um acaso, o boi descompromissado, se deu mal nas investidas bovinas despretensiosas, e está a necessitar verdadeiramente de uma companhia feminina ?

Para onde seguirão esses bovinos desparceirados quando em terras estranhas? A resposta é mais do que óbvia e por certo previsível: Seguirão eles “sempre em grupo”, para o prostíbulo de vacas mais próximo e/ou o mais afamado da cidade, para lá então terminarem a noite se divertindo... Semelhante premissa, é mais do que clássica e acontece com quase todos, com raríssimas, exceções!

Pois é, dia desses quando recebemos um boi estrangeiro em nosso curral, e como bons anfitriões que somos, perguntamos ao stranger o que ele queria conhecer na cidade e não deu outra: A resposta foi de imediato: Uma casa de “tolerância”.
Confesso a vocês que inicialmente fiquei meio constrangida, mas “vaca-roxa” de curiosidade para conhecer o tal lugar, já que meu boipor seu turno não se fez nem um pouco de rogado por “ciceronear” o cara em inusitado programa !

Aí, como não tenho sangue de barata, mugi de meu salto dez, em alto e bom tom: - Ou vai comigo ou não vai!!!

Bom, não é preciso dizer, que na capital do bussiness SAMPA, como em qualquer lugar, existem lugares desse tipo às pencas para todos os gostos e bolsos, em qualquer esquina ou bairro, por mais familiar, que seja. E, um pouco temerosa, devo confessar, mas mais do que resoluta, por conta de minha curiosidade impiedosa, resolvi conhecer o lugar de perto. Afinal, que mal poderia me acontecer? Sou vaca - maior, vacinada, etc... Medo de vir a ser confundida com alguma profissional? Pouco provável, mas por medida de precaução, resolvi ir à “paisana”, para não dizer vestida de forma discreta, se é que entendem. By the way, eu também não estava só, mas acompanhada de um boi do lado, que por certo me defenderia de qualquer revés.

Bom, iria lá esta vaca que vos fala, com o objetivo único de conhecer o lugar, beber umas e outras, e observar é lógico, a reação dos freqüentadores e freqüentadoras desse “surreal submundo bovino”!

Mas de uma certa forma, me senti um pouco desconfortável, assim como que cometendo uma contravenção penal, qual não seja a de invadir um terreno privativo, restrito e por vezes assim considerado, exclusivo e limitado aos “bois”, desde que esse mundo é mundo!

Primeiras Impressões:
Bom o lugar, é aparentemente “normal” como qualquer casa noturna, tem bar, música alta, “hits tecno” do momento, muito burburinho, fumaça de cigarro, etc. O que quebra mesmo a paisagem, são as vacas profissionais, que por lá desfilam quase que semi-nuas, dizendo de fato, a que vieram. As vacas de um modo geral, lá costumam ser extremamente saradas, eu diria até visualmente bonitas, produzidas impecavelmente, e na sua grande maioria jovens! Mas sei lá, parece estar estampado na cara dessas vacas comerciantes, que são profissionais do ramo mesmo. De fato, este tipo peculiar de vaca carrega em si, o estigma de profissional do sexo, coisa do gênero tipo caricatural, mesmo!

Impressão sobre os bois: Gente, ri muito de ver a reação dos bois,em um lugar assim! De um modo geral, ficam exaltados, alegres, parecem estar em meio a um parque de diversões, diante de tantos apelos sexuais, tudo isso por conta, talvez do hormônio da testosterona ! Juro, eles ficam, tão à vontade e aparentemente descontraídos e “felizes” até demais (voltam e meia se esfregam nas tais vacas, de forma permissiva e democrática), que não pude deixar de lembrar, da mesma euforia experimentada por crianças quando chegam a Disney, por exemplo! Absolutamente surreal e até parodoxalmente infantil! Vai entender... Tenho de admitir a euforia é aparentemente a mesma, de quando nós vacas, vamos ao shopping, com “carta-branca” para se comprar o que quiser ....

As outras vacas, e a vaca estranha: Por evidente, não passei desapercebida pelas outras vacas. Elas me viam, como “um peixe fora d’água” no local.

Uma vaca profissional, inclusive mais desinibida, se dirigiu até nós para oferecer seus préstimos, certamente na convicção de queríamos um programa no mínimo diferente, mas foi logo dispensada de cara com a exigível educação !

A vaca no banheiro: Depois de três caipirinhas, para tolerar o ambiente, não me agüentei, e tive de ir ao toalete, sempre em cima do salto é claro ! Lá estavam algumas profissionais, e estas desavergonhadamente me indagaram : - És nova no pedaço ? O que você está fazendo por aqui ? – Limitei- me a responder laconicamente, que era socióloga, fazendo laboratório “resource” para a rede Globo! Afinal na novela das oito, um dos temas recorrentes é a prostituição, em pleno horário nobre! A partir de então, as profissionais se entreolharam e passaram a ver com uma dose de elevada consideração e por que não dizer respeito!

Conclusões: Rede Globo é tudo, Plim, Plim !!!! Em terreno proibido, não posso deixar de dizer que obrei por me divertir “pra caramba”, sem deixar de refletir, que a vida dessas “vacas” não deve ser mole, não, tinha cada boi, que precisa muita grana, para encarar !!! Quanto ao comportamento dos bois no lugar: Iguais a “cachorros”, crianças que não crescem !!! HÁ HÁ HÁ !

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Um doce de vaca

Minha irmã mais nova está para ter bebê. Sei lá, a expressão vaca prenha me ocorreu, mas em se tratando da minha caçulinha, não me pareceu adequada... Então, voltando ao assunto: nos últimos dias da gravidez, a carência dela é motivo para que todas as vacas da família se reúnam para paparicar a gravidinha. Passamos horas lá conversando, hoje. Resolvemos assistir um filme. Maria Antonieta. Num dado momento eu disse:

-Olha, ela era um doce.

Meu sobrinho de seis anos diz, muito sabiamente:

-Ah, então todo mundo quer comer essa mulher, não é?

Silêncio. Explosão de gargalhadas... Não é que ele estava certo?

Ele não entendeu nada. Ainda saiu chateado com a mãe, a avó e as tias malucas que riram do que ele disse.

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Vaquinhas, sapatinhos de cristal e sexo casual

Estou com isso na cabeça há dois dias. Nem era para eu estar escrevendo aqui agora, que tenho um monte de coisas para fazer, escrever e ler... Mas tenho que tirar isso da cabeça agora. E para mim, o melhor meio de tirar algo da cabeça é escrevendo...

Bom, para início de conversa, quero avisar de cara que sou contra falar de sexo de graça aqui nas Vacas. Me parece uma maneira fácil de ganhar page views... E vou avisando também que esse assunto já esteve por aqui outro dia desses, quando a DM postou sem querer aqui uma resposta pro HCL, ao invés de postar lá nos comments dele (o Sting não é gay, o Sting não é gay!). Só que não dei minha opinão. Pronto, agora vocês já têm uma idéia básica do que se trata. Vamos lá.

Anteontem me perguntaram se eu era contra sexo casual. E eu disse que não. Por que ia mentir? Não sou mesmo, ora. Mas no momento em que a resposta saiu, me arrependi. Maldito complexo de Cinderela! Detesto me sentir mal-interpretada... Fiquei pensando que o cara deve ter pensado que eu era uma vaca da espécie piranha. Uma vaca-bunda... Tenho mais idade para me sentir assim, não.

Então vou me explicar, ainda que para mim mesma, aqui. As vacas são criadas - ainda - com esse baita complexo de Cinderela. Somos fortemente encorajadas a esperar por nosso Príncipe Encantado. Dar para ele? Só depois do sapatinho de cristal no pé e da aliança no dedo esquerdo. Na prática até fazemos o contrário escondidinho, mas muitas matêm a aparência de virginais vaquinhas. Pô, agora me expliquem: pra que isso? Por que sentir desejo, então? Pra reprimir? Ah, fala sério. Era melhor que não viéssemos com esse opcional de fábrica. Claro que não estou dizendo que toda vaca agora deve liberar e dar mais do que chuchu em pé de serra. Não! Seletividade rules! Talvez o problema esteja na falta de palavras melhores para etiquetarmos a coisa. Sexo casual. Dá a impressão que encontrei um cara na rua casualmente e ainda mais casualmente disse: vem que eu tô a fim de transar agora. Não é bem assim. Não deveria ser, pelo menos. Se vacas são seletivas com a marca do sabonte que usam, por que não o seriam ainda mais com o parceiro?

Para os defensores do sexo com amor... É lindo. Delícia, não é? Segundo dizem por aí, capaz de fazer sentirmos até experiências verdadeiramente espirituais. Beleza! Mas e quanto aos outros 364 dias do ano? E quem ainda não encontrou seu amor? E quem nunca vai encontrar, entra pra um convento ou passa a vida a beliscar azulejos? Não acho que a coisa seja bem assim.

E esse assunto me leva a pensar em outro. O dilema de quase toda mulher: dar ou não na primeira noite. Acho isso uma bobagem só. Tá a fim de dar? Dá, pô. Se o cara sumir, agradeça aos Céus. Era um babaca e não servia para você.

Pronto, falei o que estava me engasgando.

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terça-feira, 28 de agosto de 2007

QUANDO OS BOIS VIAJAM A NEGÓCIOS ...

Ciúme, ciúme, ciúme, é um condimento essencial de toda a relação bovina que para se manter sempre quente em meu modo de ver, necessita de tal tempero, que pode ser mais ou menos condimentado, conforme o caso.

Só que a exemplo da pimenta e de outras tantas especiarias não menos nobres, esse tempero precisa ser exercitado com moderação e/ou no mínimo com uma certa classe ( sempre em “cima do salto”) e com discrição providenciais. Pois se assim não o for, estaremos estragando de vez, talvez um delicioso prato, que podia ter tudo para ser supimpa não é mesmo ?

Já confessei aqui, que sou uma vaca tipo ciumenta-controlada. Evidentemente, procuro não exagerar do citado tempero, mas que no meu menu diário, ele não falta, ah, não falta mesmo!

Relacionamentos bovinos, sem uma comedida e acertada dose de ciúmes, em minha humilde acepção equivalem por assim dizer a uma comida do tipo “insossa”, ou seja: Daquelas que não faria a menor diferença você ter provado ou não. E se não faria diferença mesmo, porque insistir em tal iguaria? Melhor mudar o cardápio de vez, por algo mais, apetitoso ou prazeroso ...

Por isso, sem o menor grau de culpa, procuro, exercitar sim, o condimento ciúme com moderação,tentando sempre não ser paranóica (Se é que isso é possível), pela simples razão der zelar do que gosto. Invariavelmente, me mantenho assim “alerta”, sem desgrudar muito, os olhos do rebanho próprio, com o objetivo, mais do que excusável de apenas não “dar sopa para o azar”, pois vovô sabiamente já dizia : Que ocasião, faz o ladrão!

Exemplo na prática do condimento Ciúmes com moderação:

Semana passada, por exemplo, meu boi sob pretextos de trabalho, e qual o boi ou vaca atuantes do mundo corporativo que não os têm, viajou a Curitiba-PR, lá tendo de pernoitar por duas noites, por conta de um renomado Congresso do setor automobilístico.

- Hum-rum... - Balbucei resignada, procurando em meu âmago, meu lado vaca~segura~equilibrada: Evento-Congresso: Assim entendido, nada mais do que trabalho, trabalho, nada mais do que trabalho. “Just it”! Montes de bovinos do setor reunidos, todos momentaneamente afastados de seus currais próprios. Imprescindível mesmo, deixar de ir. Questão meramente profissional e ponto. Afinal quem não é visto, não é mesmo lembrado, e o boi ainda, ia proferir uma palestra e ganhar dinheiro com isso. É mais do que justo, Eu diria é justíssssssssimmmmmmooooo!

Mas, aquela incômoda voz interior do gênero e tipo, vaca~paranóica~ciumenta, inadvertidamente também resolveu dar o ar da graça sobre o tal evento, e insidiosamente começou a me assombrar, com argumentos do tipo:

- Mas e à noite, hem ? Quando todos os “bois e vacas costumam ser pardos”, após o término do trabalho ? Procurei me acalmar pensando: - Ora bolas, a “noite é uma criança” e ponto, todos os bois “pastam” e vão dormir ...

Mas a incômoda voz-interior, voltou ainda a me atordoar: - Sim, vaca tranqüila e segura, a noite por certo é uma criança, mas a “madrugada”, costuma ser sempre uma prostituta!

E, assim, prosseguiu: - Reflita melhor.Para onde iriam tantos bois desparceirados, assim a pastar? E na companhia de quem pastariam? De outros bois, ou de outras vacas, colegas também? - Sim, agora tem sempre vacas nesses eventos. “Das boas e das ruins”, porque não dizer. - Ah! Já ia esquecendo também de falar, soava a irritante voz: - Que geralmente,neste tipo de evento, de bois desparceirados, intitulados de meras Convenções de trabalho, existem agora também, aqueles famigerados “books” de vacas-profissionais, que agora graciosamente estão a fazer parte integrante, também de eventos dessa magnitude, em uma espécie inocente de eu diria um rentável “join-venture” firmado com os hotéis!
É mole ou querem mais ? Tentei manter o controle ...

Mas a "Voz bovina da razão", veio de imediato em meu socorro, providencialmente para me salvar de tão cruéis e doentias divagações:

- Melhor ignorar com uma certa cautela, o lado vil e cão do universo bovino corporativo! Contenha-se apenas em saber, que ele existe e faz parte da vida! Reflita, por um segundo, sobre a via contrária da coisa toda, e se valorize também! Afinal, você-VACA, também estará sozinha, nas próximas quarenta e oito horas, e coisas “estranhas” poderão acontecer com você! Vale para todo mundo!

- HUMRUUUUUMMMMMMMM! Finalmente, uma verdade acalentadora!

E a mesma voz bovina da razão, ainda preconizou:

Simplesmente confie nele, como ele deverá confiar em você! É o que resta a ambos e pronto!
Mas, por via das dúvidas ... Não deixe de se fazer presente, no evento, ainda que ausente! Ligue, pelo menos duas vezes ao dia, no intervalo da palestra, para não atrapalhar, e uma vez à noite, lá por volta das 12:00 horas !(Mais do que isso, e você passará por uma vaca~paranóica, não exagere, contenha-se!) Por ocasião das citadas ligações, pergunte se ele está bem, e logo após, diga que está com saudades e “um pouco aflita por ele”! Termine o diálogo, só se estiver sentindo, é claro, com um clássico “eu te amo”, e lhe deseje uma agradável noite de sono, e um posterior dia produtivo! Tudo no maior sangue-frio, e de “cima do salto”, como o fazem as vacas seguras de si como você ! Lembre-se do "Cow-Power"!

- Sei, sei ..... até aqui moleza !

NO REGRESSO DO BOI AO LAR: Ainda que nada de aparentemente estranho tenha ocorrido com você ou ele nestes últimos dois de dias de afstamento, e por ocasião do regresso do boi ao curral, olhe-o de cima a baixo, e depois profundamente nos olhos! (Lembrem-se: os olhos costumam ser o espelho da alma bovina), e aproveite o momento para cheira-lo um pouco, no “cangote” discretamente é lógico, não como uma cadela farejadora! Lembre-se você é VACA, não cachorra! Nada suspeito, por aqui, logo em seguida, encha-o de beijos, então e diga com um certo ar blazé casual, simplesmente que lamentou a ausência do boi do curral!

NO DIA SEGUINTE ... O boi foi trabalhar, finalmente, momento mais do que crucial coberto de expectativas angustiantes. Quando desfizer as malas do boi, geralmente é a vaca que faz isso, com uma certa prudência, solte agora de vez a franga “ciumenta” que existe dentro de você e libere imediatamente seu lado de vigilante sanitária, sem medo de ser feliz! Parafraseando a Lady, e ainda que na “moita”, brade em alto e bom tom, e se desculpe a si própria, por tamanha falta de confiança : VIGILÂNCIA SANITÁRIA RULES! Inspecionando, cuecas, camisas, lenços e bolsos!

Aí, se achar alguma coisa “errada” ou fora do comum, a "vaca até pode ir pro brejo mesmo" mas se for é porque tinha que ir mesmo! Antes tarde do que nunca! Mas, ainda há um consolo: Se, por um a caso, a tal vistoria sanitária, não der em nada, você certamente poderá respirar aliviada e segura, até a próxima Convenção de Bovinos!

CONCLUSÕES SOBRE O USO DO CIÚME PONDERADO:

O tema deve ser encarado como mera QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA BOVINA NO MUNDO CORPORATIVO, mas também como questão de carinho, de atenção e zelo por quem se aprecia. Afinal quando conheci o boi em questão, estávamos nós, justamente a exercer esse tão mal afamado "bussines and pleasure" ...


sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Marcar território: questão de sobrevivência da espécie bovina...

Vaca que é vaca, marca seu território... Com classe, em cima do salto, mas de forma indelével, para não deixar dúvidas de quem é a dona do pedaço.

Essa história é verídica. O cara leva a namorada recente, pela primeira vez, a um evento que reunia todos seus amigos. Uma feijoada num sítio. Prova de fogo, mas que ela encarou numa boa, segura de si que era. A recepção dos amigos foi ótima. Muita piada, muitos conselhos, muitas brincadeiras.

Quando achou que já havia conhecido - e gostado - de todos, ouve uma voz alta chamando pelo namorado:

-Queridoooooo! Bem que me disseram que ia trazer a namoradinha nova!

Tanta ênfase no "inha" irritaram a novata em questão, que optou por ficar calada, por educação. A dona da voz gritada era a última ex do cara... Uma rápida análise serviu para tranquilizar a vaca. A ex era bonita, mas nada de especial. Vistosa, um pouco extravagante e espalhafatosa demais pro seu gosto. Tudo bem. Não era hora para ataque de ciúmes. Ela nem era disso. Não ficou insegura, então não ia devolver a agressão... Gentileza gera gentileza, pensou, colocando um sorriso no rosto.

Mas... Lá vem a outra de novo, falando alto e em tom de pena:

- Querido, seu estilo de mulher mudou, não foi não?

Silêncio de novo. O namorado, inclusive, ficou calado. Mas... Não, ela não ia comprar essa luta. Afinal, se a ex fosse tão boa assim, não seria ex, mas atual...

Até que rolou o terceiro round: na hora do almoço, ex e atual se encontram, finalmente, diante de uma fumegante travessa de carnes. Cada uma de um lado da mesa. Armadas de pratos, garfos e facas.

A ex encara a atual, olha para o prato que ela estava fazendo. E diz:

- Temos em comum o gosto por homens bonitos e o hábito de comer pouco, não é?

A atual, que achou que tinha ficado calada tempo demais e que estava na hora de mostrar as unhas e os limites de seu curral sustentou o olhar e respondeu, com cara e voz de anjo:

- A diferença, querida, é que você foi e eu sou namorada... Ah... E eu não preciso fazer dieta, como pouco por hábito, mesmo...

Silêncio na sala... A dita ex balbuciou qualquer resposta e saiu para almoçar na varanda. O namorado? Olhou com admiração para para sua vaquinha. Por anos esse episódio foi lembrado por eles, entre gargalhadas...

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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

AS LEIS DA ATRAÇÃO NO UNIVERSO BOVINO



Depois de acirradas e acaloradas discussões, sobre orgasmos espirituais, a opção sexual do “Sting”, e se os bois preferem vacas burras ou inteligentes, resolvi mudar radicalmente o tema, e falar um pouco de Física e Química, “Ingredientes externos” esses que também estão a fazer parte do nosso surreal universo bovino e que, talvez no fundo no fundo, parecem ter tudo a ver com todos os temas anteriores!

Pois bem, segundo o renomado físico e cientista Isaac Newton (será que ele é parente da Lady ?) apreendemos desde de a nossa tenra “bezerrise”, que os corpos opostos se atraem e a partir de então permanecem juntos e colados para todo o sempre.

Devo adverti-los, inicialmente, que em minha fase escolar, sempre repudiei a física e a química de um modo geral, por se mostrarem tais ciências, certamente a mim apresentadas por incompetentes professores, por demais abstratas . (Não é à toa, que essa vaca que voz fala, virou uma “causídica” sem grandes pretensões, muito mais afeita ao estudo das não menos complexas relações pessoais, especialmente às bovinas, como as abordadas neste Blog).

Mas, com o passar dos anos, e com ajuda de muita leitura e por que não dizer até do “Discovery Channel”, além é claro da minha curiosidade de vaca sobre o mundo, as pessoas e as coisas, hoje estou bem mais receptiva na busca de entendimento de tais questões, em especial e sempre para aquelas voltadas e relacionadas ao comportamento de homens e mulheres, aqui carinhosa e metaforicamente tratados com bois e vacas!

Mas voltando as leis de Newton e as questões consideradas cientificamente como físicas e químicas, e transportando-as para as relações bovinas , acredito de fato, que os “corpos” de bois e vacas, de universos e interesses absolutamente opostos, inicialmente se atraem, como previu o citado cientista.

Mas daí a dizer que permanecerão juntos para todo o sempre - em minha singela e humilde opinião, acho extremamente difícil e desafiador, porque a inicial e atraente diversidade de interesses que os uniu, certamente será a mesma que vai os separar em um futuro muito próximo.

Aqui me refiro, a bois e vacas, que possuem rol de interesses e valores, absolutamente distintos um do outro.

Por exemplo: Uma vaca extremamente culta e intelectual que se relacione com um boi mais rude, mais cuca-fresca, atleta de plantão, sem quaisquer pretensões intelectuais, absolutamente desprovido das características da citada vaca.

A inicial atração, certamente se deverá dar por razões “químicas”, geralmente às de ordem sexual, puro sex-appeal, e também em um primeiro momento pelas constatadas diferenças gritantes entre um e outro, pois um universo absolutamente distinto do nosso “habitué”, de fato, inicialmente se mostra muito atraente e tentador ....

Mas uma vez superada, aquela “euforia e o tesão químical inicial”, na prática, o negócio não vai funcionar, porque a vaca intelectual, jamais trocará a leitura de um primoroso tratado de filosofia pura, por um deslumbrante, inusitado e aventureiro vôo de Asa Delta.

O boi por seu turno, por certo, no dia-a-a dia perderá a paciência, com as questões intelectuais e constantes indagações filosóficas da vaca, em um dia ensolarado, convidativo a adrelinas em contato com a natureza!
Por essas e por outras, é que esse tipo de relação de “opostos”, em meu modo de ver, possui data e hora marcada para findar. Na prática, simplesmente não existe lógica de como funcionar. E olha que falo isso, por experiência própria ...

Já, nas relações de bois e vacas, em que pólo inicial de atração se fundamenta em “afinidades” realmente constatadas, já vislumbro um futuro muito mais promissor! O boi gosta de estudar ciências ocultas e vaca também ? Beleza, na convivência diária viraram “bruxos” excepcionais ! Torcem por um acaso, para o mesmo time ? Maravilha, sofrerão sempre juntos nas derrotas, mas se enaltecerão de vigor e alegria nas vitórias ! Gostam dos mesmos filmes, dos mesmos livros, das mesmas bebidas e comidas ? É parece que a coisa ficar meio tediosa mesmo, tudo muito igual ... Mas o que por certo, poderá a salvar esses dois, será certamente a “química”, a sexual é claro, sem essa química, nenhuma parelha de bois sobrevive ! É só dar aquela “cosquinha química” ainda inexplicável aos olhos da ciência, e o tédio, desaparecerá por completo, ou por alguns minutos ....

Bovinos e Bovinas: Sempre odiei física, mas continuo acreditando piamente na “Química” !!!!


terça-feira, 21 de agosto de 2007

Sexo com Arte, Humor, Prazer e Música: Você Faz Sexo ... Ou Faz Amor?

OI!
ACHO QUE DÁ PARA FAZER AS DUAS COISAS... SEXO COM AMOR E SEM, POR EVIDENTE QUE COM AMOR É MAIS PRAZEIROSO, O CASAL TEM MAIS INTIMIDADE E CUMPLICIDADE .... MAS SEXO, SÓ PELO SEXO, SÓ PELO PRAZER E SENSAÇÕES FÍSICAS AGRADÁVEIS, PROBLEMA NENHUM ...

AGORA, ORGAMOS ESPIRITUAIS CONJUGADOS COM O PRAZER FÍSICO.... SÓ COM AMOR MESMO !

BEIJOS

E o que eles querem, então?

Ando sentindo uma certa irritação masculina por aí... Nos comentários aqui, na Fabi, nos blogs dos meninos. Dizem que não sabemos direito o que queremos. Que pedimos muito. Que há muitas "tarefas" para um homem cumprir em um relacionamento... Pára tudo, gente!

E vocês homens não querem nada em troca, não, né?

Putz... Temos que ser bonitas e gostosas. E só Deus sabe como é difícl ser bonita e gostosa, pois os gostos são muito variados! Cheirosas. Compreensivas. Não podemos pegar no pé deles. Ah, fiéis, claro. Disponíveis, sempre. Engraçadas. Centradas. Femininas, sim, mulherzinhas, nunca! Ter ciúme? Só dentro dos limites aceitáveis. Temos que ser seguras de nós mesmas. Alguns nos querem independentes; outros, amarradas a eles. Temos que ser sempre carinhosas. Quentes, lógico, quentes! Dispostas a dar colo. Temos que ter imaginação, mas com limites. Um "semancol" básico é mais do que bem-vindo! Precisamos ser inteligentes, mas não demais. Um pouquinho inocentes. Sarcásticas? Ah, só se for na fase pré-relacionamento, depois não rola. Umas vezes nos querem discretas, outras exuberantes. Charminho pode, mas não muito porque enjôa. As prendadas têm seu valor, embora muitos não o admitam. Companheiras, confidentes, cúmplices, analistas, enfermeiras, cozinheiras e arrumadeiras, fãs, melhores amigas e amantes, óbvio... E atenção: quem reclama demais está fora da competição!

Não é fácil ser tudo isso ao mesmo tempo. Não é fácil ser a mulher de alguém. E ao mesmo não esquecer que, na verdade, nós devemos ser quem nós queremos ser...

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AS VACAS E OS SUPER-HERÓIS



Não importa a idade que você tenha agora, ou está por completar, mas qualquer vaca tida como cinéfila contemporânea, tendo ou não uma prole de bezerros machos, não permanece insensível aos novos apelos da indústria cinematográfica, que agora parece haver redescoberto um nicho rentável, não só mais dirigido e limitado ao público infantil, mas por que não dizer também ao universo bovino adulto e feminino, aqui me referindo explicitamente, aos adoráveis filmes que tem por tema os bovinos tidos como “Super-Heróis.”

Coincidentemente ou não, vacas modernas, estão mais do que nunca a apreciar em demasia esse tipo de filme de ficção e aventura, antes meramente destinado ao mundo dos “kids”. Mas isto se deve certamente por secretas e “vaquérrimas” razões, que a própria razão bovina feminina admite para si ou não!

Vejam bem: Tirando o entretenimento meramente aventureiro e de ação que esse gênero de filme proporciona, Super-heróis da vida real, exercem um peculiar fascínio sobre as vacas, pois indubitavelmente as conduzem a inúmeras fantasias às vezes até ligadas aos tais “super –poderes”, que bem que os bois normais, poderiam deter.

Aliás, arrisco a dizer, que toda vaca, nutre ainda que de forma secreta e infantil o desejo insano e muitas vezes velado de que um boi normal detivesse, ainda que um “pouco” dos citados e fantásticos poderes.

Não estou me referindo aqui, as inverossímeis e absurdas premissas de se desejar que bois normais voem sobre prédios, ou possuam força descomunal para a realização de determinadas façanhas, só admissíveis no mundo ficcional. Mas o enfoque certamente pretendido pelas vacas, diz muito mais respeito, a alguns aspectos da vida real, que com a ajuda de um “pouco” da fantasia, colaborariam de fato para que a vida de um boi e de uma vaca absolutamente comuns, se tornasse muito melhor, mais criativa e divertida !

Transpondo-nos ao fantasioso mudo dos citados SUPER-HERÓIS, aqui vão alguns exemplos práticos das citadas aspirações bovinas femininas:

- Qualquer vaca, por menos romântica que se julgue, por certo não permaneceu insensível, aquele adorável e ontológico passeio aéreo protagonizado pelo Super-Man e sua vaca- parceira Louis por cima de Nova York, entoado ainda, por aquela música "meio-brega-romântica”, mais do que providencial. (Maravilhoso ensaio romântico, que se exercitado por um boi-normal, muito provavelmente levaria qualquer vaca, literalmente "às alturas" !) Tudo bem, o boi normal não precisaria necessariamente voar, mas saber levar uma “vaca às alturas”, em qualquer ensaio romântico cotidiano, é mais do que necessário !

-Agora vejamos, outro ontológico ser super- dotado das telas ficcionais da vida...Sim o adorável Spider-Man, vulgo Aranha sempre salvando aquela vaca–ruiva-mocinha na hora “H” das artimanhas arquitetadas por seus antagonistas. (Convenhamos, qual a vaca, que não desejaria secretamente ser salva em momentos cruciais de sua existência, por um boi-providencial desses, e ainda com aquele par de olhos azuis espelhados ?)

E o que me dizem ainda, daquele Boi-Super-Hero, bem apessoado e aprumado em estado normal, que quando fica stressado por qualquer razão aparente, se transforma em um musculoso e sarado homem-verde, que enfrenta a tudo e todos! (Adoraria ter um literal “Hulk” desses do lado, por exemplo, nos reveses cotidianos do trânsito em São Paulo. Nenhum boi ou vaca, por certo, se atreveria a me xingar de forma xula, em adversas circunstâncias !)

Sem falar no adorável mutante Wolverine, cujo protagonista, ainda que com aquelas costeletas e garras fálicas, absurdamente inverossímeis, está a permanentemente a arrancar suspiros inenarráveis das platéias femininas! (Belo exemplar bovino, com aquela virilidade estampada, para se ter ao lado, acirrando a concorrência do rebanho de vacas vizinhas). Yes, todas nós temos esse lado VACA mesmo, de acirrar ainda que um pouquinho a inveja das companheiras de rebanho! Um boi dessa “magnitude” ao lado de qualquer vaca - Auto-estima garantida!

E o que falar do último ou do primeiro,Batman Begins cujo ator, personifica na sua literalidade o que venha a ser um boi de beleza física tida como não óbvia, mas, não menos atraente por isso! (Boi tão conturbado aquele, sempre invadido por toda a sorte de conflitos existenciais, advindos de sua “órfã infância milionária”, com direito a mordomo e tudo mais !) Esse último, com toda aquela macheza e paradoxal fragilidade simultânea, qualquer vaca que se preze, levaria para casa sim, simplesmente para aconchegar e acarinhar e chamar na intimidade docemente de “Bruce” ...

Mas o que eu queria dizer mesmo, é que todos os Super-Heróis aqui citados, a exemplos dos bois comuns, possuem sim, conflitos existenciais tipicamente humanos! Tirando os citados super poderes, eu diria até que poderiam se passar naturalmente por meros cidadãos comuns ! E, em assim o sendo, porque os bois tipicamente comuns, com os quais convivemos diariamente, não poderiam de vez quando, também se passar, pelos ditos Super-Heróis da vida comum, literalmente salvando as vacas da vilania de plantão, se mostrando cavalheiros, compreensíveis, nos protegendo e acolhendo sempre !

Querendo ou não, o que as vacas literalmente esperam de vocês é se sentir sempre nas “alturas”, que pode muito bem ser na teia de um aranha-comum, dentro de um “Bat-móvel”, ou até mesmo na montagem cenográfica de um curral tipicamente normal ! Em outras palavras: Queremos bois normais, bem humorados, criativos, solidários e por não dizer também, às vezes “heróicos” e bravos ! Estou eu aqui, por um acaso, a pedir demais ?

domingo, 19 de agosto de 2007

Yes, somos todas umas vacas!

Depois não digam que não avisei. Somos vacas, sim. Como pode provar essa conversa entreouvida por aí:

- Agora tenho que pensar em que roupa vou usar hoje à noite. Não quero colocar nada chamativo...

-Por que não? Usa o que quiser, você está podendo!

-É, né? Vai que lá tem algum gatinho...

-É. e se não tiver gatinho, pelo menos você se diverte matando algumas mulheres de inveja!

- Hahahahaha!

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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

VACAS MODERNAS X A COZINHA DO CURRAL


Dias desses, obrei por presenciar e escutar, um íntimo e descontraído papo de bois de final de tarde, no qual, estes faziam referências explícitas sobre alguns aspectos tidos como negativos das vacas de hoje.

Dentre uma dessas novas facetas negativas das vacas contemporâneas, aos olhos dos citados bois, a mais risível, e apontada a quase unanimidade bovina masculina, dizia respeito sobre os dotes culinários das vacas modernas, que segundo eles, hoje parece não mais existir, ou estar à beira da quase extinção.

Segundo conclusões relatadas pelo seleto grupo de bovinos,(sim, ali se encontravam, médicos, engenheiros,advogados, publicitários, etc.), e na acepção particular destes, as vacas que hoje se auto-intitulam como "modernas", relegaram a culinária a uma arte menor. E hoje, fazem questão de enfatizar com um certo e odioso ar de orgulho e desdém, que se contentam mesmo, com uma simples “saladinha”, e que não sabem, e nem querem mais, aprender a cozinhar. Ou seja: A cozinha do curral, na visão singela e particular desses bois, em tempos modernos, foi assim, quase que praticamente exilada da pauta da vaca atual, se mostrando agora restrita e limitada aos empregados da casa, e ou quando muito, a gerência e condução dos próprios bois, que agora estão a se mostrar cada vez mais atuantes nessa área.

Ouvi ainda, impagáveis e saudosos comentários, sobre certos bolinhos de batata ralada, arroz, aipim e afins, além de ontológicas empadinhas, dentre outras delícias “engordativas”, sem falar em alguns soberbos e citados doces todos de autoria de suas respectivas vacas mães e avós, que as vacas de hoje, simplesmente ignoram. E pasmem: Lá pelas tantas, - os bois já deviam estar “meio-altos” mesmo – ouvi, que uma VACA-COMPLETA, uma verdadeira MULHER com “M” maiúsculo, deveria saber cozinhar e muito bem !

Apesar da exasperação do ambiente, e dos exagerados argumentos bovinos masculinos, não pude deixar de refletir: - “Nossa, quão deitados estão esses atuais e ‘modernos’ bois”! Estão agora a querer eles de uma vaca moderna, simplesmente tudo: Em primeiríssimo lugar, sexo de qualidade, logo em seguida, que a vaca trabalhe e divida com eles, de igual por igual, as responsabilidades financeiras do curral, que gerencie uma casa, aí incluída à prole bovina, e que ainda faça comidinhas gostosas a tempo e a hora, nos moldes das mamães e vovós bovinas de tempos atrás ! Seria risível, se não fosse trágico, em uma rotina bovina diária contemporânea que se mostra limitada à apenas 24 horas !

Mas em retumbante protesto, revidei: - Não sou vaca divorciada da cozinha não, aliás adoro cozinhar, como “hobbie”, é claro! Por entender que cozinhar se trata de uma arte sofisticada e delicada, que envolve criatividade, concentração e acima de tudo inventividade e por que não dizer, até amor ! Mas simplesmente não dá para fazer os citados “bolinhos-artesanais”, dentro de uma rotina de vida, que envolve trabalho intelectual e árduo, horários rígidos para buscar e trazer filhos do colégio, supermercado, gerenciamento de empregados, limpeza e manutenção de casa, pagamento de contas, e por aí vai! Ficaram então os citados bois então, momentaneamente mudos, e sem argumentos...

Mas devo confessar a vocês, que depois de tudo o que ouvi, me senti invadida, por um certo e insidioso sentimento de culpa ! De fato, em algumas coisas aqueles insanos bois, detinham até, uma “meia-razão”: Os “bolinhos de batata” de nossas avós e mães, eram de fato impagáveis, e não se ache em qualquer lugar !

Ainda inebriada e embuída de tal sentimento, no dia seguinte, corri feito vaca-louca, e elaborei um jantar dos “deuses” e porque não dizer de “Chef” para meu boi. O cardápio elaborado e executado às pressas e às duras penas, em uma cotidiana quarta-feira, consistiu em nada mais nada menos, de que um salmão defumado, molho de alcaparras na manteiga, aspargos naturais levemente cozidos, batatas gratinadas, tudo regado a um excelente e providencial vinho branco !

O boi surpreso, de fato refestelou-se, e depois me olhou com aquele indisfarçável “olhar” de desejo bovino masculino! Só que eu, a essas alturas, e depois de tanta correria, já tava morta mesmo, e com duas providenciais olheiras de vaca embutidas !

Agora me poupem bovinos: Em tempos modernos, ou o “pecado gula”, ou o “pecado da luxúria”, os dois concomitantemente, só levando a vaca para jantar fora do curral. E, tenho dito!




quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Presente do poeta!

Gente, o Ricardo Rayol fez uma poesia para mim... Linda. Adorei. Ele disse que se inspirou na foto do meu perfil... Quem quiser ler, vai lá no Cor da Letra.
Rayol, além de poeta, você é um gentleman. Muito obrigada!

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A FRAGILIDADE DAS RELAÇÕES BOVINAS


Em tempos de concorrência acirrada na tida fauna bovina de ambos os sexos e até do tido como "terceiro-sexo”, porque não, o que sempre todos parecem estar a desejar e almejar, é se agregar, com um boi ou uma vaca que mais ou menos venha a preencher alguns dos mínimos requisitos básicos particulares à aspiração de cada um, para com este vir a se manter um relacionamento bovino, tido como estável. (Assim entendido não só os casamentos e/ou a relações institucionalizadas, ainda que na esfera informal, mas também os namoros e rolos bovinos, paqueras e afins.) Porque simplesmente é de nossa natureza, essa condição natural de querer viver agregados uns aos outros. E porque também, um “bom rolo”, com um boi ou uma vaca de qualidade, que porventura se perpetue nessa nossa abstração temporal, é tudo de bom mesmo.

Colegas de rebanho hoje na singular condição de desparceirados(as), solteiros, divorciados ou simplesmente alone ainda que de forma circunstancial ou casual, ou até mesmo por opção, sistematicamente estão aqui a “mugir” em alto e bom tom, sobre as dificuldades e as constantes intempéres e desventuras enfrentadas às vezes até com sofreguidão, nessa busca por vezes insana e infindável de um parceiro(a) ideal, e que se identifique plenamente com os nossos anseios. Mas já vou logo avisando de antemão: Não existe esse tão sonhado e aspirado parceiro ou parceira ideal. Por certo devem existir muitos parceiros de rebanho, que até chegam muito perto dessa nossa almejada condição Mas ideal, ideal mesmo, só no mundo da “ficção bovina” e olhe lá!

Mas ainda que existam essas relatadas dificuldades para se encontrar ou se deparar com o boi ou a vaca dos "nossos sonhos" tidos como ideais às nossas aspirações (sou vaca hoje circunstancialmente e por opção própria fora do mercado bovino, mas nem por isso alienada ao mundo ao redor) vislumbro maiores dificuldades ainda, em se manter uma relação já tida como estabilizada. Daí a intercorrente e providencial expressa referência à fragilidade desse tipo de relação, que parece sempre, diariamente estar sendo colocada em prova !

Enganam-se os bois e vacas que pensam, que relações aparentemente estáveis e "seculares" se mostram fáceis nos dias de hoje, de serem mantidas, pois nelas, estão presentes a mesma concorrência e muitos reveses, tanto quanto nos meios dos bovinos solteiros.

Porque parece sempre existir vacas e bois estranhos à citada relação, em permanente “plantão” e tocaia, à espreita desses currais alheios, assim considerados estáveis. Será isso tudo, pelo prazer de uma mera transgressão bovina, ou ainda pelo simples exercício do venal pecado da inveja, porque invariavelmente uma certa felicidade alheia simplesmente parece incomodar alguns bovinos por certo, mais pobres de espírito? Ou a implacável concorrência e insatisfação no mundo dos solteiros, arrebatou esses bovinos para o lado dos tidos como já comprometidos ?

Não bastasse essa cruel e por vezes velada concorrência desleal, o cotidiano de uma relação considerada estável, parece também estar sempre a insistir em arranhar e macular a mesma.

Sim queridos, porque nem sempre, é fácil parecer uma vaca ou boi “sexys” em tempo integral. Ou mesmo dotados de bom-humor "full-time", e com um certo ar de despojamento e compreensão eternos, para com o boi ou a vaca companheiro de sempre do rebanho!

E é justamente nesse ponto, que reside à citada fragilidade de todas as relações humanas!

Bovinos e bovinas que vivenciam relações estáveis, a exemplo dos bovinos solteiros, se encontram também em um constante processo mutante, de “se apaixonar e desapaixonar”, só que diuturno e intinterrupto, e que se dá sempre entre os mesmos protagonistas, que ali permanecem resolutos e imutáveis, ainda que por opção, mesmo com o passar dos ventos! E são estes, certamente aqueles bois e vacas, que um dia se teve à inusitada surpresa e alegria de encontrar em meio aos currais da vida e que por opção conjunta de vida, se resolveu dividi-la.

Mas querem saber mesmo, de uma coisa ? Não existem mesmo relações bovinas “estáveis”. Em torno de qualquer relação sempre paira um certo ar de instabilidade e fragilidade, e constantes dúvidas e incertezas!
Tolerância, compreensão, amizade, lealdade, respeito amor e até o velho tesão além, é claro do sempre indispensável “jogo de cintura bovina” por certo são ingredientes e condimentos que podem perpetuar uma relação no tempo, para que elas não se fragilizem demais, mas até aí ...
Estáveis ou não estáveis, "singles" ou não, a única certeza que se pode ter, é de que estamos todos no mesmo barco e na mesma luta, cada um a seu modo, em busca de felicidade e realizações pessoais com outros bois e vacas , e convenhamos tarefa essa, que nos dias de hoje, não anda nada fácil, mesmo !

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Cantou ou não cantou?

Querida vaquinha, você me pergunta como distinguir um elogio desinteressado de uma cantada... Não há como. Pelo menos não consigo fazer isso só analisando as palavras. Você precisa levar em consideração o cara que está falando, o contexto, o passado... Ih, depois dizem que para ser mulher não precisa pensar, hein? Eu acho que não existe elogio desinteressado. Sabe aquela história de que não há almoço de graça? É bem por aí. Se o cara te elogiou, queria alguma coisa de você. Mas não necessariamente ficar com você.

Cantada é uma coisa engraçada. toda mulher gosta de levar, embora poucas o admitam. Tem umas que se fazer de ofendidas:

 -Imagina, menina, que ele teve a ousadia de me dizer que eu era a nora que a mamãe pediu pra Deus... Que idiota! Brega!- Mas se o idiota-brega em questão não se pronunciasse sobre a beleza da moça, os xingamentos poderiam ser piores...

Claro, há umas cantadas que são, hum, digamos, folclóricas... Outras mais sutis e inteligentes. Do popular "gostosa" até o "bombonzinho que está fora da caixa", o repertório é vastíssimo e por vezes engraçado. Só teve um tipo de cantada que não topei numa boa. Foi as que eu levei quando estava grávida. Essas eu achei meio doentias, meio "Freud explica".

Mas, na minha modesta opinião, você deve relaxar. Para de analisar. Receber elogios é sempre bom. Eu adoro e você deve adorar também. Se eles forem verdadeiros, melhor ainda.

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VACAS EM CIMA DO SALTO

Não consigo vislumbrar a razão plausível e auto-explicativa pelo fascínio que sapatos, em especial os de salto alto, costumam exercer sobre as vacas. Mas, na contramão, não conheço também, nenhum boi, que por seu turno, se mostre insensível e impassível diante de uma vaca elegantemente montada em seu modelito fashion, de sapatos altos.

Que me perdoem as vaquinhas adeptas contumazes do tênis e/ou das vulgarmente conhecidas “rasterinhas”, mas somente do alto de um bom salto, uma vaca, por certo vê o mundo, de um ângulo bem mais elevado e com “outros olhos,” atiçando nesta condição, ainda que de forma inconsciente o universo bovino masculino ao redor.

Aliás, se assim não o fosse, não haveria mesmo, razões plausíveis, para nos equilibrarmos em cima de sapatos de saltos, que variam de 5 a 10 centímetros, conforme a particular predileção de cada vaca.

Seguimos assim, caminhando na linha contrária dos inúmeros tratados de ortopedia e traumatologia, todos de antemão conscientemente ignorados pelas vacas, pois saltos altos, modelam de forma incontestável nossas pernas de vaca.

Como em um passe de mágica, só no calçar tais sapatos, todos os nossos músculos femininos, das panturrilhas as nádegas, parecem como que por “encanto” ficarem imediatamente empinados. E a última curva da coxa da vaca, o que dizer, dessa parte estratégica feminina, que arranca inenarráveis suspiros dos bois, essa somente do alto de um belo salto, parece estar solenemente a contradizer, e a desafiar todas leis da gravidade.

Então, vamos de uma vez por todas admitir para nós mesmas: Calçamos inadvertidamente e como loucas, sapatos nas alturas, para melhorar sim a nossa auto-estima bovina, diante da citada e imediata transformação estratégica em nosso corpo e pernas, e também para ver o mundo em um nível mas elevado, se assim preferirem algumas. Mas a razão crucial da questão, e por muitas vezes inconfessável, é a de sempre: Atiçar os bois e fim! E o resultado se mostra mesmo, mais do que infalível, pois nenhum boi permanece “sossegado”, diante de tanta “empinação” bovina feminina!

Vacas mais baixas ficam mais altas e esguias, as mais altas adotam por certo ares de modelo profissional. Mas em ambos os casos, a empinação além de secretamente desejada, costuma ser fatal, aos companheiros de rebanho. O efeito é tão positivo, que meu boi, nem reclama mais, dos gastos “eventualmente” dispendidos a tal título!

Portanto bovinas, se existe alguma pretensão séria e dirigida, a conquista do rebanho vizinho, em tempos de concorrência mais do que acirrada, nunca saiam de casa sem eles! Guardem os tênis, e as referidas rasterinhas, para programas praianos e práticas desportivas. Tudo em nome da “elegância”, é claro!

Mas, se porventura, ainda assim, persistir alguma, momentânea preocupação de vaca, a cerca de ficarem mais altas do que alguns bois. Esqueçam! No plano “horizontal” de qualquer curral mais íntimo, isto certamente se mostrara de menos importância!

Portanto, se a intenção real da vaca consiste em realmente “ir luta”, rrmem-se que nem os 300 de Esparta, com trezentos sapatos de salto alto é claro! Afinal sapatos, nunca parecem demais, em um armário de uma vaca normal, não é mesmo ? Sob esse fútil enfoque, às vezes penso, que deveria ter nascido centopéia ao invés de uma vaca!

domingo, 12 de agosto de 2007

Soltando os cachorros!

Gente, eu estou sempre falando no Rô, um cara que conheci através das Vacas e que é o meu Assessor Para Assuntos Masculinos. Ele sempre me prometeu que ia fazer o Somos Todos Uns Cachorros.

E não é que ele fez? Vale a pena passar lá para dar uma olhada. A tirar por nossas conversas no MSN, o cara promete. O post inicial é sobre a polêmica Estadão X Blogueiros. Pô, além de sermos taxados de salsinhas, agora dizem que somos macaquinhos que dominam a difícil técnica do copy-paste... Complicada essa vida de blogueiro...

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sábado, 11 de agosto de 2007

Selva ou zôo: como é difícil ser solteira na night carioca!

Ontem eu a Fabi resolvemos nos dar o direito de ir para a happy hour no centro do Rio. Péssima idéia... Ali estávamos nós, pobres e indefesas vacas, no meio de uma verdadeira selva. Como é difícil sermos mais duas solteiras no Rio de Janeiro. Socorro! Pára o mundo que eu quero descer... E olha, desta vez não tem discordância entre a Fabi e eu não. Temos integralmente a mesma opinião, veja só.

Tudo bem, o lugar escolhido não foi dos melhores (Minha irmã já me deu as dicas para a próxima, Fabi). Bom, de volta à selva... Eu e Fabi somos pobres vaquinhas que saímos de relacionamentos recentemente. Não estávamos preparadas para o banho gelado da realidade que recebemos: (boa) parte dos homens era gay e competia direto com a gente. Outra parte era de homens casados. Safados, diga-se de passagem. Olhando à volta como caçadores. Como se estivessem disponíveis para caçar. Eu me recuso a devolver o olhar de um homem desses. Os poucos interessantes, héteros e disponíveis que restavam eram disputados quase aos tapas pela mulherada. Era um verdadeiro zôo aquilo: macacos novos e velhos, elefantes, um ou outro gatinho, bichos grilo atrapalhando a nossa visão.

Aqui eu preciso parar para fazer a descrição da concorrência. Que concorrência! Foi demais para nós duas, sem muita produção, de jeans e maquiagem bem leve... Tinha todo tipo de animal: vacas, cachorras, peruas, tigresas. Com cabelos de Panteras (do seriado de 1980, quem tem 30 ou mais, lembra!), de chapinha, com cachos cuidadosamente despenteados. Brilhos e make up dignos de festa de casamento. Ninguém me convence de que elas estavam trabalhando e resolveram dar uma esticadinha. Rolou uma passada básica no salão... Então, verdade seja dita, chamavam bastante atenção.

Saldo da noite? Voltamos para casa pensando que talvez arrumarmos namorados (um pra cada, claro) não seja uma má opção. E que precisamos melhorar nossas técnicas de sobrevivência. No ruim de tudo, foi engraçado!

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sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Balancete do RABO

O RABO - Reunião Anual de Blogueiros Organizados - foi um show! Bem que disseram que o primeiro RABO a gente nunca esquece.

Estiveram lá alguns blogueiros cariocas. Entre eles o Cláudio e a Fabi. Mas o que mais me espantou e me deixou feliz foi a presença de leitores de blogs... Gente, fãs, vocês sabem o que é isso? Demos até autógrafo. Era tanta gente que não coubemos na varandinha do Botafogo Praia Shopping! (Nota mental: o próximo RABO tem que acontecer em um espaço maior.)

Olha, até um certo cantor de olhar 43 estava por lá. A Fabi não viu porque foi fugir do assédio de um fã mais exaltado no banheiro... E uma vaca de uma ex-BBB queria embarcar na nossa fama, mas não rolou. Sim, esse RABO entrou para a história. E foi apenas o primeiro de muitos. Um beijão para todos que foram, até o próximo!

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quinta-feira, 9 de agosto de 2007

ALIENAÇÕES BOVINAS FEMININAS


Toda a vaca que se preze, sempre acha um tempinho em sua vida mais ou menos, louca de vaca para se permitir depois de um exaustivo dia de trabalho, ainda que por uns momentos, ao doce pecado da alienação total! Aqui me refiro aqueles pecadinhos vulgarmente tidos como alienantes e de que toda mulher gosta, muito embora algumas neguem, e que nem sempre os bois apreciam, mas que inegavelmente fazem parte do nosso universo bovino feminino.

A menos que a vaca trabalhe com cinema, televisão, coluna social ou viva no mundo da moda ou do jet-set bovino, não existe pecado mais fútil, adorável e absolutamente alienante para mim, do que folhear (eu disse folhear), por exemplo, a revista “Caras”. (Que me perdoem os editores e colaboradores da tal revista).

Supremo deleite bovino tido como eminentemente feminino e alienante, que refresca a alma, e nos afasta, ainda que forma momentânea, das nossas mazelas bovinas diárias! Nada como vislumbrar bois e vacas ricos, famosos e elegantes, em suas peripécias por esse mundo afora, por vezes nem tão politicamente corretas assim. Ou então se transportar por questões de segundos, a ilha, ao castelo, a vila, ou ao “Chateau” de Caras! Aliás, acho chiquetésima essa palavra CHATEAU - ou você HERDA um, ou fica na mesma MER ... !

Perdoem a pobre rima, não sou vaca poetisa por vocação, como a nossa querídissima Van, do Van Filosofia, que brinca com rimas de forma soberba. Mas às vezes me arrisco, por apreciar rimas e poesia também.

Mas voltando ao mundo bovino alienante de Caras. Nesse mundo fictício reinam de forma absoluta, a opulência, a elegância, as festas descoladas e o supremo bem-estar. Todo mundo, bebe e come do bom e do melhor e se mostram felizes para sempre ... Aliás, nunca ninguém ali, parece ter ouvido falar de caos aéreo, aquecimento global, políticos corruptos, Osamas Bin Ladens e outras emes de nosso mundo contemporâneo tido como não alienado! Querem melhor, e proposital escapada do mundo tido como real do que essa ?

Ah! Mas tem também, as novelas da Globo, consideradas alienantes também, mas nem por isso, não menos divertidas! Não as assisto com regularidade, mas quando dá, dou uma leve
espiadinha sim, porque não? Só para conferir se o boi Gianechinni, continua em boa forma, e a gêmea má e seus comparsas da novela das oito, continuam bads de verdade.

Pois é, dia desses fui sarcasticamente criticada por meu boi, por estar exercendo uma dessas alienações cotidianas.

O boi parecia chateado por que não lhe dei a “devida” e necessária atenção no momento.- Aí pensei: Será que ele queria sexo ? Bom se queria ... - So sorry darling! Naquele momento, eu queria ficar propositalmente alienada sim, e juro: Não me senti, mais burra ou menos burra, e sequer culpada por isso. Para fazer “sexo”, ainda que causal, não dá para se permitir, ficar alienada, não é mesmo ? Se não a vaca, digo o sexo, vai pro brejo também !

Agora o que me dizem, os doutos bois e suas supremas e inadiáveis alienações semanais, a saber: Assistir a trezentas vezes o replay do gol do time, as infindáveis mesas redondas de Domingo à noite, a revista “PLACAR” (extremamente cultural e elucidativa),ver repetidamente as bundas das vacas Siri, bandeirinhas e afins nas Playbois da vida, além daqueles filminhos de quinta, que os colegas de trabalho mandam sempre por e-mail!

E se a vaca aqui, por um acaso, quisesse sexo, em alguns destes preciosos momentos bovinos masculinos de alienação pura, ou bem no meio da cobrança da falta, porventura decisiva do jogo ?

Portanto, mais respeito bois com as alienações femininas, já que às de vocês, são invariavelmente primorosas também !
PS: “Vaca entre-aspas”.Por duas oportunidades, já fui criticada aqui, pelo uso excessivo das “aspas”. Talvez esse tenha sido um vício, adquirido com a profissão de advogada, onde sempre preciso usá-las corretamente como manda o bom português, por ocasião das citações e de obras de renomados juristas. Juro que tento me controlar, mas elas aparecem no texto, assim como por “hosmose”. Mas assim mesmo, não deixem de ler às vacas, nós sempre temos algo a dizer, entre aspas ou não. Agora, se as “aspas” os incomodarem muito, o melhor a fazer, é simplesmente ignorar .

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Ampliando os limites do curral

Gente... A vaquinha que vos escreve sentiu vontade de visitar outros currais... Queria escrever outras coisas além da relação vaca/homem e quão vacas somos todas nós... Queria poder falar da minha vida, de amor, do meu filho e do nada, parafraseando a famosa série de tv... Então, seguindo conselhos da Fabi, criei o Inspirando e Expirando, meu blog mais salsinha e pessoal! Mas é claro, lógico e óbvio que continuo postando aqui, firme e forte!
Tá novinho, ainda. Paciência, aos poucos ele melhora.
O meu post "Quem tem medo de DR?" que estava ali embaixo foi pra lá...

BOIS E VACAS “WORKAHOLICS”.

Reza a lenda que “o trabalho enobrece” ou então, que “Deus ajuda, quem cedo madruga”, mas em minha singela opinião, nem tanto assim. Aliás, acho de um “diletantismo puro” os bovinos(as) que dizem “amar” o trabalho acima de todas as coisas, e que se sentem “realizados” – só - com isso. OK, ta certo que por vezes é gratificante exercer a profissão que se escolheu, ser “expert” em qualquer coisa na vida, e, através do exercício diuturno e ininterrupto de um labor “honesto”, manter a própria subsistência e conquistar toda a sorte de coisas materiais que porventura conste do particular rol de ambições de cada um.

Meu ex-boi, um típico “bom vivand”, versão afrancesada do que no Brasil chamamos de “vagabundo e deitado”, na linha contrária dos bovinos tidos como “workaholics” enaltecia o ócio como ninguém, e ainda elocubrava frases do tipo: “Quem trabalha muito, não tempo de ganhar dinheiro”! E não é que o cara se achava feliz ao seu modo.

Como o cara não era “muito chegado” ao trabalho, e eu, por outro lado, admitindo ser uma vaca materialista, “pero no mucho” me sentia sobrecarregada demais, pois aquela felicidade não era a minha, por esta e outras razões mais relevantes é claro, um belo dia, mandei literalmente o boi pastar !

Mas a via contrária em excesso também não me agrada muito! Jamais suportaria, manter um relacionamento com um “boi-workaholic” em tempo integral. Um boi, que não achasse um tempo de qualidade para mim, que não estivesse “livre” ainda que por um breve momento, só para ouvir minhas estórias de vaca, que nunca pudesse atender ao telefone quando o assunto de fato fosse urgente, que vivesse assoberbado de compromissos e reuniões sempre inadiáveis, sem hora pré-determinada para acabarem. Um boi, que só vivesse em função de agenda e de prazos, em que eu precisasse também, previamente me agendar com ele, para o que quer que fosse. Bois e vacas desse “nype”, por mais trabalhadores e ambiciosos que sejam, e com todo o lastro de bens materiais que podem por certo vir a alcançar e proporcionar, com vistas a justificar suas constantes ausências, de igual modo, eu mandaria pastar.

Fico pensando por vezes, que momentos de qualidade podem ter esses “altos-executivos” ou mega-empresários, com uma VERDADEIRA VACA? Quase nenhum. Quanto muito um sexo casual talvez, “quase sempre às pressas”, ou quem sabe um sexo bem pago, com uma “vaca modelo da hora, que aliás não deve estar nem ai para ele, mas sim pela grana do cara, e pelas “benesses”, que o “vil metal” proporciona. A coisa assim, fica muito superficial e de consumo rápido!

Assim, quem se satisfaz só com o trabalho, por certo que nunca se realizará completamente com uma vaca ou um boi, pela simples razão de não haver tempo, nem espaço para o outro(a) em sua louca vida de trabalho.

Tão me achando vaca tipo “grudenta” não é mesmo ? Mas não é o caso, não. Simplesmente acho que para tudo na vida, tem haver moderação e comedimento, e dentre essas coisas, até mesmo o trabalho, que precisa ter hora determinada para começar e acabar. Quando trabalhamos em excesso, ainda que os fins e objetivos sejam para lá de louváveis, obramos por esquecer da efemeridade da vida “bovina” e da passagem inexorável do tempo, que também é implacável.

Não estou aqui fazendo qualquer apologia ao ócio, mas bois e vacas tidos como “workaholics”, me parecem estar a perder, e muito, das coisas simples, mas não menos boas da vida! Tanto o ócio como o trabalho, em meu modo de ver, são indispensáveis ao crescimento do ser humano, por isso não devem andar divorciados por muito tempo !

Nessas condições, parto sempre do seguinte princípio: Deve mesmo, ser “show” ter a carro importado “top” de linha do ano, ou a bolsa e o sapato da marca “Prada”. Mas de que me adiantam esses bens materiais se não terei qualidade de vida suficiente para poder usufruí-los!

O mesmo acontece nos relacionamentos bovinos, ausências constantes de bois e vacas, sob pretextos de trabalho, ainda que consentidas costumam deixar “certos” vácuos por vezes irremediáveis na relação, além de deixar as porteiras do curral sempre abertas para novos bois e vacas que estão por ali a pastarem, e/ou simplesmente de passagem pelo pasto !

PS: Como é natural existirem bois e vacas com opiniões no “contra-fluxo”, vou logo avisando, é evidente, que existem momentos na vida em que o trabalho por vezes necessita ser priorizado mesmo. Na minha profissão vivo correndo atrás de prazos e eles atrás de mim. Mas tem de se organizar para que o boi do lado, não se sinta nunca preterido demais. Meio termo para tudo na vida, é sempre o ideal, (no meio está a virtude).

sábado, 4 de agosto de 2007

CUECA BOVINA NA CADEIRA

Minha mãe, uma respeitável Sra. Bovina de pouco mais de sessenta anos, depois de vivenciar três casamentos, sensibilizada sobre as minhas constantes queixas de vaca ‘normal’, atinentes ao exaustivo e repetitivo - por vezes indigesto trabalho doméstico dispendido por conta do “gerenciamento” de um curral institucional - dias desses, me veio com essa: - É minha adorável bezerra, viver com um boi, e gerenciar uma casa de fato dá muito trabalho mesmo. Bois, por sua natureza, costumam ser “espaçosos”, gostam de ser paparicados e invariavelmente deixam sempre rastros de bagunça e sujeira por onde quer que se encontrem. Acredito que muitas relações bovinas se desfaçam ao longo do tempo, pelo desgaste desencadeado também por conta dessas questões domésticas mal administradas, corriqueiras e comuns a todos os “currais”. Por isso acredito que o melhor relacionamento a ser vivido entre um homem e uma mulher, talvez seja mesmo, aquele vulgarmente conhecido por “CUECA NA CADEIRA”.

- “Cueca na cadeira” ? – Indaguei meio perplexa, pelo tom de modernidade da velha senhora. Mas o que vem a ser isso?

A coisa é simples. O boi da “hora” com quem a vaca está se relacionando, vem, faz o “serviço na vaca”, enquanto a cueca fica dependurada em uma cadeira casual. Assim, uma vez consumado o romance, o boi vai embora, e a cueca “suja”, até então dependurada na cadeira, vai junto com ele. Assim você não precisa se preocupar com mais nada, a não ser é claro, em arrumar a sua cama, e gerenciar a sua casa, do seu jeito, e na hora que quiser, e ela por certo permanecerá assim, “arrumadinha” e cheirosa, até o dia que você consinta que o boi novamente volte.

- Ah! Cueca na cadeira seria então, um relacionamento onde cada um, mora na sua própria casa, é isso ? E ela, então, assentiu com a cabeça afirmativamente, deduzindo ainda ser esta a “fórmula mágica” do relacionamento ideal, onde se divide só o romance, mas não a “roupa suja” e o gerenciamento de uma casa, por via de conseqüência!

Refletindo mais seriamente sobre o assunto, por um instante fiquei inclinada a concordar com a velha senhora. Pensei, não haveriam mais toalhas úmidas sobre a cama, cuecas e meias masculinas pelo banheiro, ou em cima da máquina de lavar, rastros de “barba” e pêlos bovinos sobre a pia do banheiro, tampa da privada levantada, dentre outras coisas... Enfim aqueles vestígios não tão românticos assim, naturais de qualquer relacionamento bovino...

Mas pensando um pouco melhor sobre o tema ... E se depois da “consumação” do romance bovino, eu desejasse um pouco mais ... Um ombro ou um abraço gostoso de boi, em meio a uma noite mais fria, e/ou após um pesadelo. Aquela “pseudo” segurança que só um boi em casa parece por vezes transmitir. Os longos papos nas madrugadas bovinas, quando todo mundo “parece” perder o sono de forma sincronizada ... Aquela adorável cumplicidade “doméstica”, onde se misturam cheiros, calcinhas, meias e, é claro, cuecas também. Para não falar, na inquietante sensação de que se está construindo algo mais, comumente chamado de lar, um verdadeiro curral com novos bezerros, por certo barulhentos, e bagunceiros também ...

Certamente, em ambas as opções de coexistência da vida bovina, há vantagens e desvantagens. Mas por me considerar uma vaca com “verniz” de modernidade, acho que no fundo no fundo, sou vaca “tradicional” mesmo. Prefiro cuecas cheirosas no armário ao invés de na cadeira e ponto! Mas que tudo isso dá muito trabalho, ah isso dá mesmo! “Questão de jogo de cintura bovina”! Um boi precisa mesmo ser muito boi, para dividir a vida com uma vaca, e vice-versa.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Atualização

Estive fora do ar por causa de uma enxaqueca das brabas... Estou voltando! Ela também, mas estou ignorando! Já até postei aí embaixo uma historinha de vaquinha. Cláudio, Angelina, Claudya e Gabriel... OBRIGADA, nos sentimos honradas! Vou postar hoje ainda! Também vou passar para ler os blogs de todo mundo e me atualizar e comentar... E linkar alguns blogs aqui, nos preferidos. Preciso me organizar! rs

Gente, o RABO foi cancelado por motivos de força maior... Todo mundo que vinha, menos o Cláudio, teve algum probleminha... Então, fica adiado para a próxima sexta, 15h e sem hora pra acabar, no mesmo lugar!!!

Pronto. É agora que vão me chamar de blogueira-salsinha! Ah, você não sabe o que é isso? Eu também não entendi direito... Aparentemente são pessoas que escrevem sem pensar muito antes. E fazem do blog um "Querido Diário". Ué, afinal, não é isso que o blog é? Não escreve quem quer, o que quer? Não lê quem quer? Ué... Acho que existe uma China na chamada blogoesfera... Tem sempre alguém para censurar. Sei lá... Quando eu entender explico! rs

A vaca da ex-namorada

Vaca, nem conheço você... Mal sei seu nome... Mas ao ouvir hoje sua história, não me contive e resolvi dar pitaco na sua vida. Chame isso de coleguismo. Afinal, somos todas umas vacas...

Começa pelo nome que é lhe dado agora. Ex-namorada. Se fosse um bom relacionamento, não era ex. Era atual. Por algum motivo, acabou. E você sabe melhor do que eu que motivos são esses. Então, namoro terminado, bola pra frente. Dói? Chora. Enche o saco das amigas e amigos. Escuta a música meio breguinha que a faz lembrar de vocês dois até o CD gastar. Bebe, se for esse o caso. Tenho um amigo que diz que fim de namoro só é fim depois que você toma um porre. Não sei se é necessário, mas se você é adepta, embebede-se.

Passada essa fase inicial, questione-se. Pergunte à você mesma porque acabou. Aprenda com você mesma. Com os seus erros e/ou os dele. Faça anotações mentais: "Da próxima vez tenho que ser mais segura e não encher o saco do cara" ou "Preciso arrumar um namorado que acompanhe meu ritmo e tenha paciência" ou o que quer que você precise mudar para melhorar sua vida amorosa. Mas seja honesta. Isso vai lhe fazer bem.

Terceira fase. Quer voltar? Ótimo. Avalie se é possível. Ele quer voltar? Ficou uma porta aberta? Se a resposta é não - como eu acho que é o seu caso - aceite. Querer é poder quando só você está envolvida na questão. Quando são duas variáveis na equação, a coisa toda complica... Vai obrigar o cara a casar com você? Às vezes o final era o final mesmo. Preserve-se então. Pare de inventar motivos bobos para falar com ele. Dê espaço. É bacana lutar por quem você ama, mas tudo tem limite... Inclusive a humilhação pela qual você involuntariamente acaba passando. E quanto as suas chamadas "táticas de guerra"... Ai... Já ouviu falar em ética? O que você chama de ataque eu chamo de criancice! Você não acha que uma hora ele não vai descobrir esses joguinhos infantis? E não foi justamente isso que o fez terminar com você? Ih, olha eu aqui falando demais. Mas saber o que você anda fazendo me irrita um pouco.

Meu conselho final: bola pro mato, que o jogo é de campeonato. Se arruma, chama as amigas, vai pra night paquerar... Arrume uma outra história de amor para você. Deixe a história de amor dos outros em paz. Com o tempo, você vai se sentir melhor.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A VACA ACUADA NO METRÔ



Devo confessar a vocês que apesar do precário sistema de transporte coletivo existente no Brasil, o Metrô de São Paulo é uma agradável exceção. Confesso que aprendi a gostar de utilizar esse meio de transporte coletivo só depois de utilizá-lo em algumas viagens ao exterior (preconceito bobo que felizmente foi vencido).

Assim, quando me mudei para São Paulo, e já antevendo que a cidade era de fato complicada, uma das primeiras coisas que logo quis conhecer, foi o “Metrô” paulistano. Surpresa agradabilíssima pelo cuidado e limpeza de suas correspondentes estações, nada devendo aos metrôs de primeiro Mundo. Aqui em São Paulo pelo menos o metrô funciona como um relógio, tudo muito rápido e eficaz, e, para não fugir das comparações, no “Velho Mundo”, além de tudo isso os metrôs europeus ainda oferecem a você a oportunidade de se vislumbrar magníficas paisagens (quando pela superfície) num clima romântico e idílico mas, acima de tudo e principalmente, com muito respeito às vacas.

Mas Brasil é Brasil e, infelizmente aqui, estamos muito longe disso.

Embora craque na utilização desse meio de transporte, tido como politicamente mais do que correto, vivenciei umas das experiências mais desagradáveis da existência de vaca, sentindo-me um tanto quanto “fragilizada” pela própria condição e natureza feminina.

Já que esse familiar curral, virou do dia para a noite, um adorável “divã, bovino”, permito-me aqui, em tom confessional, extravasar um pouco dessa raiva para esbravejar e mugir publicamente minha indignação, pela honra, moral e integridade física de todas as companheiras de rebanho!

Voltando à narrativa: Como ia dizendo, em uma dessas idas ao centro da cidade, embarquei no metrô em horário de “rush”. O trem estava abarrotado de pessoas, que ali se espremiam, como verdadeiros bois e vacas naqueles caminhões de transporte de “gado”. Com o passar das estações mais pessoas entravam do que saiam e com isso os ventiladores não venciam a renovação do ar, tornando-o cada vez mais pesado, cenário para lá de surreal. Sabem aquela desagradável mistura “cheiros”..., pois é, essa mesmo!

Como naquele momento seria muito mais fácil acertar sozinha na Mega Sena, do que achar um lugar para sentar, permaneci em pé buscando equilibrar-me, naqueles “aparadouros” em meio à multidão, absorta em meus pensamentos bovinos, mas confesso, um tanto quanto “assustada”, com aquela aglomeração de bois e vacas anônimos, tentando me consolar com o agradável presságio de que o deslocamento seria rápido, como de fato é.

Mas eis que, de repente, aproveitando-se dessa situação, um boi nojento, abusado, do tipo tarado, encostou ostensivamente atrás de mim procurando demonstrar o quanto estava excitado. Após me desvencilhar, quase vomitei! Não quis acreditar no que estava acontecendo, procurei raciocinar melhor, intelectualizar a coisa de forma mais branda se é que é possível.

Quando me dei conta do absurdo da coisa toda, pensei em gritar em alto e bom tom, como aliás mugem as vacas em apuros! E o mugido inexplicavelmente não veio, talvez obscurecido pela vexatória situação a que me vi submetida. E se toda a boiada em volta estivesse assistindo aquilo? Provavelmente até deveriam estar mesmo, e ainda assim se mostraram impassíveis! Juro, pensei até em dar um “coice” no boi, mas e se eu inadvertidamente acertasse o boi errado?

E o pior de tudo, é que o boi em questão, era do tipo “executivo-classe média”, que esboçava um sorrisinho “sacana”, rindo da minha cara de vaca apavorada, envergonhada e copiosamente humilhada.

Agora me digam, o que merecem bois dessa espécie? Bois que simplesmente não detém controle algum sobre sua própria sexualidade. No mínimo tortura com armas medievais, não, melhor seria mesmo uma castração a sangue-frio ali, na Praça da Sé mesmo!

Vesti sim, por segundos a amarga “carapuça” das vacas molestadas sexualmente. E a sensação da “pseudo” fragilidade feminina, se desnudou para mim de maneira intolerável. Sob qualquer circunstância, sem seu expresso consentimento, nenhuma vaca merece ser tocada, alisada ou bolinada.

Mas se atentem bovinos “incontrolados”: Uma vez superado o “trauma bovino feminino” por medida mais do que profilática, consegui junto ao meu pai, um aparelho que dá choque (e que agora fica na bolsa)- na ausência de algo mais sofisticado, alfinetes e agulhas também podem servir, e certamente poderão vir literalmente a serem usados em semelhantes situações. Vaca frágil e indefesa, em qualquer trem da vida, “never more”, NEVER MORE MESMO!



 

 

Um olhar feminino sobre o universo... digamos, bovino. Mulheres falando da vida e de outras mulheres.
Mulheres explicando às outras que, querendo ou não, somos todas umas vacas!




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