sexta-feira, 29 de junho de 2007

Vacas premiadas!





Eu, na minha desorganização, fiz uma coisa muito, muito feia. A minha queridíssima e talentosa Van (quem não a conhece ainda, vale a pena passar lá no Van Filosofia... Essa moça tem talento e vai loooonge!) nos deu o selinho "Flecha do Cupido", dado aos blogs que inaltecem o amor. Segundo a Van , "as queridas AP e DM falam de amor com irreverência e bom humor. Aquele amor diário e cotidiano que nos mantém vivos e alimentados. De amor, elas sabem tudo!".

Obrigada, querida! Nós agradecemos. Estamos honradas. Muitos beijos!


Homens... Ímãs para atrair outros homens na sua vida?

Tenho pensado muito em como homens farejam outros homens na vida de suas mulheres... Basta a vaca da ex não estar mais sozinha ou aquela eterna paquera disponível não mais o estar... E pronto, bate uma vontade de voltar ou ficar ou casar ou juntar sei lá o quê, só para defender o território. Vou me explicar melhor. Tornei-me momentaneamente indisponível (Sim, amiga DM, o bezerrinho irmão de uma amiga de adolescência cresceu e virou um homem tããããão interessante e que me diz coisas lindas... Mas não quero falar prematuramente sobre o assunto... Toc, toc, toc, pode não dar certo, bate na madeira, ahahaha!). Não estou mais com plaquinha de available pendurada no pescoço, só esperando o que vem por aí. Pô, não é que do nada me surge um ex namorado atormentado? Sem falar no meu italiano, que de repente, se sente ofendido com minha felicidade... Sem que eu tenha comentado nada! O homem é um ser competitivo por natureza. Já reparou como homem sempre gosta de ter "o maior" numa comparação? Claro, tirando o tamanho do celular, do notebook e do ipod... O resto TEM que ser maior, mais caro, mais moderno... Pura competição...

Então, uma conclusão: amigas, os ímãs para atrairmos homens são... Outros homens! Chega de ficar em casa esperando a entressafra passar! Vamos à colheita, meninas disponíveis. Mas, ó, não vale inventar... De acordo com essa minha teoria... Homens farejam no ar os namorados, paqueras e amigos imaginários em geral.

Então vamos lá: listinha básica de conselhos para irritar/atrair o seu ex, para fazer a fila andar... O que é isso, um manual bovino de auto-ajuda? Ah, eu sou uma vaca abusada mesmo.

1- Fique bonita. Não importa o que você vai fazer. Perca peso. Ganhe peso. Corte o cabelo, pinte... Mas o passo inicial é sentir-se bem, uma vaca disponível, sim, mas muito bem consigo mesma.

2- Olhe o mundo com olhos de ver... Quero dizer, esteja aberta para novas possibilidades. Mude o seu padrão de homem. Só gosta de morenos? Dê uma chance para os louros... É só um exemplo, tá? Ah, e eu disse mude o padrão, não baixe, por favor!

3- Saia da toca!!! Não dá para arrumar ninguém enfurnada em casa.

4- Está com medo da violência e de sair de casa? God bless the web! Amiga, está esperando o quê? Use suas armas!

Amigas, vamos à luta!!!

quinta-feira, 28 de junho de 2007

A VACA-BANDEIRINHA ...


Tenho observado uma certa inquietude e “comoção” no rebanho masculino, por conta dessa nova “Vaquinha” que se desnudará em breve, na mais conhecida revista masculina.

Inicialmente gostaria de referir que nada tenho contra as vacas que voluntariamente se desnudam, até porque “nús”, sejam eles, femininos ou masculinos, quando bem retratados, são considerados verdadeiras “obras-de-arte”, desde que o mundo é mundo . (Vide as esculturas do Michelângelo, por exemplo, “as masculinas”, é claro, que mais me chamam atenção!)

Como vivo em um “curral democrático”, devo referir, que revistas masculinas do gênero, freqüentam com uma certa liberalidade e assiduidade meu curral. Hoje e sempre, continuo minoria em casa ... Meu bovino tem até, uma coleção das “antigas”, com a vaca-musa dos baixinhos em seu início de carreira, (Juro, essa ainda quero revender, por um preço fora de mercado, para a própria e eterna vaca-infantilóide). Em citada coleção, há também aquelas VACONAS, que marcaram época, aos olhos dos bovinos tarados de plantão de outrora, como a Lúcia Veríssimo, a Rose de Primo, Cristiane Torloni, Sandra Brea, Sônia Braga, dentre outras, menos famosas.

Mas depois das mais ou menos recentes, “vaca-tiazinha”, “vaca-feitiçeira”, e da manada que se seguiu de “vacas-big-brothers”, pelo que entendi, “a bola-da-vez” é a citada “VACA-BANDEIRINHA” !

Como já disse anteriormente, nada contra essa nova vaquinha, até jeitosinha ela, né ? Não fosse pelo aparelho nos dentes... Mas esse pequenino detalhe em si, parece se mostrar irrelevante aos companheiros de rebanho !

Ademais, a vaca em questão, além de adquirir notoriedade por seus politicamente corretos atributos físicos, certamente enriquecerá, e muito seu curral, com as cifras astronômicas que irá ganhar ou já ganhou. Feito este, que certamente nunca atingiria exercendo apenas a função de auxiliar de árbitro, como vinha fazendo até então.

Mas o que mais deixa curiosa, com relação ao episódio em si, diz respeito ao reingresso da “vaca-banderinha”, aos campos de futebol, após a publicação de seu ensaio fotográfico na revista !

Como será, que virá esta vaca, a ser aclamada pelo rebanho masculino, em sua nova aparição? Será esta, ovacionada com o clássico e de mau-gosto “gostosonaaaaaaaa”, ou quem sabe com termos mais “chulos” e pejorativos? Não é novidade para ninguém, que no clamor de um jogo de futebol, vacas e bois às vezes se exasperam ... e muito! - Diga-se de passagem.

E se por um acaso, a “vaca-bandeirinha” em questão, pós-ensaio fotográfico, vier a invalidar um gol legítimo, como já o fez no passado? Será que agora legitimamente poderia vir ela a ser “xingada” de nada mais nada menos do que de de “Bu ...uda”, ou adjetivo do gênero?

E teria tal vaca, nessas condições, o direito de vir a se sentir ofendida por tal xingamento ?

Machismos, e “vaquices” à parte, e sem querer dar uma de “vaca-advogada-do-diabo”, já dando ... - Francamente acho que não. Afinal a tal vaca, se expôs por que quis, e que pague o preço por tal façanha !

Aliás, não posso nem imaginar, a partir de então que tipos de novos adjetivos passarão a ser usados pelos bois titulares do time prejudicado . É aguardar para ver !
PS:
QUANTO AS REVISTAS MASCULINAS:

SÓ PARA BOIS:
- Vou confidenciar, agora a vocês bois- rapazes, um segredo de vaca sempre guardado a “sete-chaves”: Todas as vacas que conheço as lêem, coisa que muitos bois não o fazem , e ... eventualmente “olham sim, as figuras” e se comparam ! Afinal, precisamos estar sempre “up to dates” com as preferências de vocês!

SÓ PARA VACAS: - Meninas, aproveitem essa nova deixa, sobre mais uma indumentária, para chamar a atenção dos bovinos, quando quiserem discutir a relação. Vistam-se literalmente de auxiliar de árbitro, com apito e tudo, pois a ordem do dia é, nada mais, nada menos do que:
“ BANDEIRINHA NO CURRAL” !

terça-feira, 26 de junho de 2007

BOVINOS NA ENTRE-SAFRA


Depois que me separei de meu 1º boi-marido, e nessa mais do que necessária “entre safra”, entre “um boi e outro”, obrei por descobrir, que fazer toda a sorte de coisas literalmente só, tais como: ir a um restaurante, a um cinema, a um teatro ou a um show, ou simplesmente permanecer na solidão por uns tempos no curral próprio, é muito mais divertido, do que aparentemente possa parecer.

Enganam-se os bois e vacas que pensam, que quando um relacionamento termina, ainda mais os “institucionais”, (por certo os mais doloridos quando se findam), aqui me referindo a casamentos e “ajuntamentos” bovinos, a vida parece que vai acabar.

Ledo engano, a vida em seu ciclo sempre mutante, apenas renasce, sob novas nuances e possibilidades, onde certamente iremos encontrar novos bois, novas, e até quem sabe novas pastagens mais verdejantes.

Assim, logo que me separei do 1º boi-marido, ganhei na época das sinceras e prestimosas “amigas-vacas” da época, um livro curioso, intitulado “Manual para Vacas Divorciadas” de uma autora americana desconhecida, cujo nome nem lembro mais.

Confesso que, inicialmente pensei tratar-se de literatura “trash” e comercial (Sim, sempre tive um certo preconceito com “manuais de auto-ajuda”, inobstante o fato de geralmente esse tipo de literatura se transformar eventualmente em grandes sucessos editoriais).

Mas se bem me lembro, o livro em questão a época dos fatos, foi mais do que providencial e apropriado ao meu período de forçada reclusão, sem falar que veio a redundar em excelentes risadas e mugidos, atenuantes das sofridas mazelas que sempre envolvem uma separação.

O citado “manual” por exemplo me ensinou com humor, a valorizar como nunca, o uso individual do “controle-remoto” da TV.

Sim, pois quando você é casada ou “juntada” com qualquer boi, estes passam a assumir automaticamente a primazia e a exclusividade de uso do citado objeto doméstico, e a vaca a partir de então passa a assistir ou não, o que o “senhorio” do controle determina. (Aliás, existe uma crônica hilária do Luís Fernando Veríssimo, sobre o tema, se tiverem oportunidade, leiam !).

Parênteses: Ainda sobre o curioso tema, CONTROLE-REMOTO, li naquela revista “metida” a científica “SUPER INTERESSANTE” que já existem explicações científicas para a essa questão particular. Dizem, que os bovinos masculinos relaxam o cérebro, “Zapeando” de um canal para o outro, mas parece que para tal relaxamento se mostra mais eficaz, quando uma vaca está ao seu lado, “irritando-se” obviamente. (Porque simplesmente não consegue ver nada mesmo), enquanto boi simplesmente “relaxa”. A revista não explicou, tal tópico, mas se bem me lembro tal artigo, mandava ainda ter paciência com os bois nestes seus singulares momentos de relaxamento com o controle-remoto. Vai saber ...

Outra questão que a aprendi a valorizar com o livro, no citado período, de “sem-boi por opção”, foram as tampas de vasos sanitários sempre no lugar, e banheiros absolutamente em ordem e higienizados como se fossem de um verdadeiro hospital cinco estrelas.

Novo Parênteses: Devo referir que sobre o assunto banheiros “pós-bois”, ainda não li nenhum tratado providencial e científico sobre o assunto, que minimize a minha irritação de vaca, quando me deparo, com os chamados “pingos fora da cueca”! Sou vaca-meio-neurótica com limpeza, mas juro que tento melhorar sempre ...

Ah ! No mesmo período de “solita” por opção, e como mandava o citado manual, desenvolvi também o salutar hábito, depois de vencidos os “temores iniciais” próprios qualquer vaca recém-separada de passar a freqüentar restaurantes sozinha, simplesmente com o objetivo único, de degustar e sorver solenemente um bom prato e um drink adorável! Experiência gastronômica e etílica sem precedentes, porque aí vocês sabe e curte com precisão científica o que está comendo ou bebendo ... Chato mesmo, é não ter com quem comentar, as delícias do pecado da gula, mas o prazer por este proporcionado, já serve para arrebatar qualquer sensação negativa ...

Devo confessar que no ambiente de um restaurante, onde as pessoas além de comer costumam habitualmente confraternizar, uma vaca sozinha se sente meio-acuada, para não dizer estranha, carregando aquela infame sensação de que “o mundo”, digo, as “mesas” ao redor, além dos garçons, estão a tecer comentários duvidosos sobre essa vaca “desparceirada”.

Mas se você for uma vaca ou boi, mais ou menos apessoado, os comentários certamente serão inevitáveis, e servirão ainda para alimentar, a sua auto-estima, ainda talvez arranhada conforme o caso.

No ambiente de trabalho, e já que seu novo “status quo” será público, bois e vacas na “entre-safra” parecem carregar um “néon reluzente na cabeça ou nos chifres, recém-aparados” (aqui parafraseando a AP) “I’AM AVAILABLE” OK. Você, estará mesmo disponível, e querendo ou não as cantadas serão inevitáveis, ainda mais em se tratando de vacas, mas, a questão em si, é perfeitamente administrável, pois você já não tem mais 15 anos ...

Seguindo a risca, as orientações do livro, não procurei de cara “outros-bois”, e depois de mudar de hábitos, e me despir daquela indesejável carapuça de “vaca-sofredora”, me permiti sim, ao gozo de merecidas férias de trabalho e viajei à Europa por 25 dias, com uma grande vaca-amiga, também solteira.

E devo dizer a vocês, que essa foi uma das experiências mais fantásticas e indescritíveis da minha vida, onde não só, agradeci aos Deuses, por haver me separado daquele “boi- enjoado”, mas por haver adquirido também a adorável sensação e certeza de que me sentia plenamente capaz de realizar absolutamente tudo, sem um boi do lado !

Por isso “entre-safras”, precisam e devem ser mais do que apreciadas porque logo, logo, quando menos se espera, novos bois ou novas vacas estarão a rondar seu curral... Mas certamente aí, vocês se encontrarão além de renovados, muito, mas muito mais “lights” e interessantes para eles. ASSIM... VIVAS A “ENTRE-SAFRA” BOVINA!!!


BOVINOS NA "ENTRE-SAFRA"


quinta-feira, 21 de junho de 2007

NOVA CLASSIFICAÇÃO BOVINA MASCULINA


Pelos últimos “posts” da AP, todos devem estar a achar, que de repente baixou um “pai de santo darwiniano”, neste curral abençoado.

Sim, agora as vacas estão a se “auto-classificarem” em espécies e sub-espécies distintas. De fato o dia a dia está a demonstrar que a gente se depara com cada tipo de vaca por aí, que ”Deus o livre” !

Mas como a Vaca Velloso (a vaca do senador “anti-ética”), a minha “vaca-doméstica” (leia-se vaca-anta), e a eterna ex-vaca de meu boi(vaca-vodu), me entorpeceram de “nojo” na semana, resolvi mudar um pouco o tema, e falar de BOIS !

Ah! Esses bois, às vezes adoráveis, às vezes irritantes, às vezes sacanas, às vezes simplesmente bois ! Mas lembre-se vacas normais os apreciam muito, portanto respeito com os nossos conviventes de rebanho !

Pelo que tenho lido e ouvido, os “bois modernos” ... Parênteses: (Já ia me esquecendo, sempre que falo, em “bois”, quero me referir a touros, aqueles com “bolas” e que honram suas calças, aliás só falo boi por ser comumente conhecido como o marido da vaca).

Voltando aos bois modernos ... Pelo que li ultimamente esses agora tem novas classificações, distintas das já clássicas e metafóricas: Boi-galinha, boi-garanhão, boi-cavalo, boi-pavão, boi-veado, e por aí vai ...

Mas qual a vaca que ainda não ouviu falar nos novos bois: os “metrosexuais”, os “übersexuais”, os “standars” e os clássicos e permanentes, “bois-veados”. (Bom, ao que me consta, esse última sub-espécie, já deixou de ser boi à muito tempo e hoje concorre acirradamente de igual para igual com as vacas. Vide a última “Gay-Parede” em SP) Lamentável !

Bem, passemos agora as definições, desses novos bois:

“BOI-METROSEXUAL”, Esse ao que consta, seria um “boi-contemporâneo”, moderno, mais delicado e compreensivo com as vacas, e extremamente vaidoso. Ele pode se depilar, usar perfume, vestir roupas menos convencionais e continuar a ser macho, como na antiga classificação! Dizem as más línguas bovinas, que o tipo atual e mais exemplificativo desse novo bovino, seria o Sr. “David Beckmann”!

Um cara, que é milionário, jogador de futebol, vive com uma vaca-bonita, tem 5.000 cuecas,(Pode um troço desses? Será que vaca dele já o viu com todas ? Duvido!) Volta e meia se depila, raspa a cabeça, chora publicamente quando é eliminado da Copa, enfim um boi mais ou menos delicado, eu diria assim, um macho – “PERO NO MUCHO” !

“BOI-ÜBERSEXUAL” – Ao que consta, esse já é um “boi” mais encorpado, não faz a barba, nem se depila, mas parece ser igualmente cheiroso! Tem geralmente cara de cafejeste, podendo ser ou não. Dá ares de “gentleman” mas sem as “frescuras” do primeiro boi. Esse deveria ser ao consta “mucho” mais MACHO. Mas parece meio surreal, não acham ?

Exemplo clássico: George Clooney ou o “WOLVERINE” do “EX-MAN”. Vaca AP! (Acho que brigaríamos por este!) Todos lindos de se olhar, mas como disse,será que são tudo isso mesmo ?

“BOIS-STANDART” - Eu diria ... O resto de toda a boiada, os bois-normais. Aqueles que encontramos todos os dias, e quanto “topamos com um legal, leal, amigão e porque não dizer “tesudo”, logo queremos montar curral! Sim esses podem e devem ser pêludos, “boludos”, ter uma barriguinha (eu falei “inha”) de chopp, podem ser sarados ou malhados, sem se depilar e devem sim, ser machos sem serem subjugados por qualquer vaca mais metida que apareça !

Ai gente! Desculpem, boi que é boi, não pode ser mandado por vaca, tem de falar sempre mais alto, com voz grossa e gutural e concomitante ser delicado, às vezes romântico e cortês. Podem e devem sim, ser asseados, perfumados, eventualmente elegantes, mais jamais devem competir com as vacas nessa área. Afinal nós que inventamos e sustentamos a indústria de comésticos, e que isto se mantenha !

Será que está tão difícil assim, serem simplesmente “Homens”, com H maiúsculo, sem maiores esterótipos ?

Sei lá, atualmente estou fora do mercado bovino, mas pelo que vejo o “macharedo” anda meio-perdido, dentre essas classificações! Ou, será que os bois andam assustados, com a estarrecedora evolução das vacas, em todas as áreas ?

Sugestão de Vaca: Voltem a ser homens “normais” e procurem sempre, antes de julgar nossas constatadas diferenças, entender melhor as vacas, essas podem vir a ser grandes parceiras de vida para vocês!!!

Aliás, vacaria já está no cinema, o terceiro filme da série, “Onze Homens e mais um segredo” um deleite para os olhos bovinos femininos ! Um boi melhor que outro ...


Queridos, estou com uns desafios e memes em atraso... Sou uma vaca desorganizada com o meu tempo, apesar de virginiana e aparentemente com tempo livre... Não fiquem chateados, não é falta de interesse! Juro que em poucos dias resolvo isso. Beijos!

A vaca que todas nós queremos ser

Seria eu uma vaca muito da pretenciosa se eu me achasse capaz de listar aqui todos os tipos, espécies e sub-espécies de bovinas. Mas sempre que algum me ocorrer, sempre que eu me deparar com alguma novilha diferente, corro para contar e dividir minhas informações.

Por exemplo, ontem, num papo pelo msn com um amigo meu - aquele que sempre me procura para falar de seus rolos - conheci mais um tipo.

Vaca-inesquecível: Juro que não sei o que a faz ser assim. Se eu descobrir, engarrafo e vendo, para ficar rica e garantir a educação do meu filhote. É aquela vaca que por algum motivo, que não vem ao caso, não está mais na vida do cara. Mas sempre volta para assombrá-lo. É o modelo de mulher-vaca ideal do pobre assombrado e isso acaba com qualquer possibilidade de outro relacionamento dar certo. Tomemos o caso desse meu coitado amigo: diante da endeusada ex-vaca, todas as outras vacas são chatas, burocráticas (hã? foi isso que ele me disse!), frias, sem imaginação... Talvex a ex-novilha nem fosse tudo isso. Mas... Vaca-diva... Eu quero ser assim.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Cinco Modelos de Vaca

Essa idéia vem rondando a minha cabeça há dias... Como uma mosquinha de padaria, vem e volta, vem e volta... Já estava me incomodando. Falamos tanto sobre vacas. Contamos que foi graças às ex que concluímos que somos todas umas vacas. Contamos horrores sobre vacas-bundas (a-do-rei, Luma!) que passam e passaram e passarão nas nossas vidas. Ensinamos aos homens como contentar uma vaca. Mas nunca ensinamos a uma vaca como ser (ou não ser) vaca!

Euzinha, particularmente, acho que há hora para tudo nessa vida. Há uma hora de ser vaca, sim. E é molinho ser uma. Então, apresento-lhes os Cinco - mas não todos - Modelos Comuns de Vaca.

1) A Vaca-Gatinha. Para mim, é um tipo particularmente irritante. Não tenho a menor paciência quando a concorrência ataca dessa forma e acho que as meninas hão de concordar comigo. Imagino que os homens em geral acham um saco, mas tem sempre aquele que vai dizer que é bonitinho. Esse tipo de vaca é a encarnação atual da Penélope Charmosa. Fala tatibitate. Aliás, não fala, mia. Tloca as letlinhas feito bebê. Chora à toa. Se faz de desprotegida... Confunde feminilidade com chatice. Olha, não estou falando de um charmoso biquinho ocasional, de um chorinho na hora exata. Isso eu faço e recomendo também. Estou falando miados 24x7, o tempo todo. Eu, se fosse homem, achava broxante!

2) A Vaca-Superior. Este, confesso que uso muito o tipo quando estou irritada ou me sinto acuada. Eu me estico toda, levanto o queixo, ergo as sombrancelhas. Ombros e cabelos para trás. E do alto dos meus 1,71m olho pro mundo com ar de... vaca! Sabem? Aquela que se acha melhor em tudo, mais bonita, mais legal, mais tudo? Claro que, quase sempre por trás desse tipo de vaca há insegurança. Mas olhando, ninguém diz.

3) A Vaca-Professora. Saco. É daquelas que se acha intelectual. Fala difícil. Respondente com tom professoral e condescendente, como se realmente fosse mais inteligente que o resto do mundo. Ah, claro, usa palavras difíceis aqui e ali para mostrar que sabe das coisas. Esse tipo eu, particurlamente não faço, não. Eu sei, hahaha, não preciso ficar provando isso.

4) Vaca-independente. Essa não precisa da ajuda de ninguém. É quase o oposto da gatinha. Já nasceu pronta. Troca o pneu do carro, ser for preciso. Resolve seus problemas. Vai à luta. eu simpatizo com o tipo, mas não é sempre que consigo ser uma.

5) Vaca-bunda. A vaca-galinha. A vaca-piranha. São as vacas sem ética! Homens compromissados são o prato principal destas predadoras. Alha só, antes que alguém me condene. Não sou santa. Não me faço de santa nem me finjo de chocada diante de certos fatos da vida. Eu, Ana Paula, tenho meus dias de... vaca fácil, como disse a DM. Toda mulher tem, vai, não adianta dizer que não, porque ninguém vai acreditar. Isso é normal. estou falando daquelas que, sistematicamente, só querem os homens que já pertencem a outra...

Há outros tipos de Vacas, sim. Vou pensar em mais alguns... Vacas-aproveitadoras, que engravidam para assegurar alguma coisa (marido, grana, fama, ou tudo isso), como a vaca do post da DM.

MEME DOS LIVROS!



Ai gente, que dureza, como um de meu “hobbies” é ler, teria uma lista infindável para indicar, e tenho adorado as dicas de vocês em seus respectivos blogs. Já li tanto na vida, e tenho tanto ainda para ler .... Bom, aí vai :


-A montanha Mágica – Thomas Mann
-O Tempo e o Vento – Érico Veríssimo
-A insustentável Leveza do Ser – Milan Kundera
-A Cura Por Shopenhauer -Irvin D. Yalon
-Quando Nietzsche Chorou – Irvin D. Yalon

BOA LEITURA GENTE!!!!

O BOI-SENADOR E SUA VACA...

Já que o assunto recorrente da semana foi nada menos do que a ética-bovina ou a falta desta, não posso me olvidar de aqui falar, sobre o boi-Senador e sua litisconsorte vaca-jornalista, cuja notória falta de ética-bovina, agora permeiam o pasto público ...

Sim, me permito traçar aqui, singelos comentários sobre o caso dos bovinos em questão, agora elevados à condição de “famosos”, na mídia por questões pessoais e financeiras internas certamente, mal resolvidas! Em outras palavras: Roupa suja de um curral do alto escalão legislativo, agora literalmente lavada em nível nacional, e o que é pior, o cerne da questão envolvendo os coitados dos bovinos verdadeiros.

Pois me digam: Porque será, que somente agora essa Sra. Vaca Jornalista, que pastou solenemente no curral alheio, fez uma novilha com o boi em questão, recebeu dinheiro deste, por mais de anos, simplesmente do nada, resolve botar todo o estrume de seu curral clandestino, literalmente no “ventilador” ?

Será que tal vaca foi subitamente acometida de um “surto repentino de moral bovina” , ou simplesmente está a dar um amargo “pay-back” ao bovino em questão, por que se desentendeu ou rompeu seu romance com o mesmo?

Sem querer tomar o partido de ninguém, e conhecendo um pouco do universo bovino feminino, o lamentável episódio, “cheira” sim, a nada mais, nada menos do que mais uma, dentre as tantas, típicas e perversas vinganças bovinas femininas.

E, neste ponto, vamos admitir: A vaca em questão está obtendo um glorioso êxito em seus propósitos, pela notória repercussão do caso que extrapolou os estreitos limites do curral clandestino, comprometendo de forma irreversível a vida pública, profissional e familiar do boi-senador! Não que o boi não tenha feito por merecer, mas francamente, uma vingança bovina nestes moldes, é vil demais para ser digerida facilmente por bovinos e bovinas que se norteiam por um mínimo de princípios éticos!

(Aliás, já referi aqui, anteriormente que vacas quando querem, são letais nesse tipo de vingança, ou alguém aí, ainda está, a duvidar de tal premissa ?)

Não consigo absolver uma vaca dessas, sob qualquer pretexto, porque simplesmente não vislumbro um pingo de atitude ética da mesma, presente ou passada, por qualquer ângulo que se veja dessa obtusa e sofrível história.

O LADO DA VACA: A vaca em questão, anos após manter um relacionamento com o tal boi-Senador, vem à mídia dizer ao mundo a que veio, com revelações bombásticas sobre sua vida pregressa privada, denunciando em um duvidoso rompante ético, que além de viver em adultério com o cara, além haver gerado uma filha, recebia do mesmo, ajuda financeira cuja origem somente agora se mostrou duvidosa e discutível porque pago por terceiros.

O LADO DO BOI: O bovino certamente acuado e por que não dizer “surtado” diante das repercussões do ocorrido, em nível familiar e público, admitiu em plenário que manteve sim, relações extraconjugais com a vaca, reconheceu com louvor a paternidade da novilha filha, comprovou ainda, como boi dotado de “um certo caráter” que provém as duas vacas, tendo que explicar e “muito”, a origem do “malfadado” dinheiro que servia de sustento a esta filial oculta de seu outro curral.

Em meu modo de ver, a controvertida discussão sobre a origem do dinheiro, sobre a qual, deve mesmo, o Boi-Senador se explicar, e ser punido conforme reza a lei, é de somenos importância, quando comparável à absoluta falta de escrúpulos e ética da “vaca-denunciante” ...

O que salta aos olhos do episódio em questão é que, muito provavelmente a relação clandestina dos bois envolvidos no episódio, em um determinado momento sucumbiu sabe-se lá porque razões, e a vaca em questão, inconformada e em nítido, repúdio ao boi, resolveu somente agora botar tudo em “pratos limpos”, sob a máscara de uma pseudo ética, denunciando “falcatruas” financeiras do boi, que ela certamente usou em momento anterior, quando assim lhe convinha.

Vale dizer: Se não tivesse tal parelha de bois, rompido seu “romance paralelo”, certamente nunca viríamos a saber da vida íntima e das prováveis falcatruas do nobre representante do legislativo desta República Tupiniquim!

Mas aí eu pergunto: Onde estava essa pseudo ética da vaca, quando esta, espontaneamente se envolveu com o boi que sabia ser casado, ou quando aceitou seu dinheiro, quando este lhe convinha nas quantias desejadas, sem perquirir, reclamar ou até mesmo denunciar o que quer fosse, sobre a origem de tal numerário?

Simplesmente não encontro resposta plausível para tal indagação, porque tal vaca, sequer nunca ouviu falar do que venha a ser ética bovina, nem antes, nem durante, e muito menos após o fatídico desfecho de seu relacionamento com o boi-Senador.

Faltou com a ética, ao se relacionar com o boi casado, faltou com a ética, ao aceitar o dinheiro de origem que sabia ser duvidosa, faltou com a ética ao “chantagear” o boi, e mais do que nunca faltou com a ética ao expor, impiedosamente o “pai de sua novilha” ao repúdio público.

Ou alguém de vocês vislumbra alguma “nobreza” em denunciar algo tido como errado ou politicamente incorreto, sob o pretexto de uma mera vingança amorosa ?

Caso típico de escória bovina ! Portanto, se houver um “Paredão” que os dois mereçam, pois nem o amor ou o tesão que os uniu tempos atrás, certamente sobreviveria a tanta falta de ética !

DM

terça-feira, 19 de junho de 2007

A volta da vaca...

Oi, gente! Estive fora por probleminhas técnicos... Bom, estou com saudades de todos! Engraçado essa coisa de blog, não é? A gente cria uns laços com as pessoas e sente a maior falta quando deixa de ler o que elas escrevem... Curioso, isso.

Quanto à vaca-dentista. Ah, não me surpreendi porque já sabia da história. Soube há uns anos atrás, entre chopps e caipirinhas, hahaha! Que saudades, amiga, das nossas saídas pra night!

Bom, voltei. Vou agora dar uma lida no que perdi. Beijos!

sábado, 16 de junho de 2007

A VACA E, A MAIS DO QUE VACA DENTISTA....


Quando ainda era casada com meu ex-(boi) e 1º marido, e ainda no curso de tal relação, fui apresentada ocasionalmente pelo mesmo a uma certa Senhorita “Vaquinha” aparentemente inofensiva, que era Odontologista.

Na ocasião em questão, meu ex-marido era proprietário de um “Quiosque” de Café Expresso, badalado em minha cidade natal, porque ficava em uma Galeria tida como “chique”, localizada em um bairro nobre da capital gaúcha, que se tornou em uma determinada época em “ponto-obrigatório” dos porto-alegrenses tidos como “descolados”, pelos eventos que lá aconteciam.

Resumindo: O lugar de fato, virou, ”point” em uma determinada época e lá conheci muitas pessoas interessantes. Freqüentavam o tal “café”, intelectuais da cidade,desembargadores, profissionais liberais, artistas que se apresentavam na Capital gaúcha, enfim uma fauna de material humano bastante diversificada e prá lá interessante, devo referir.

Como era eu, a vaca institucional do “dono do boteco”, nos finais de semana ia para lá solidariamente e confesso que até, com um certo prazer de ajudar o boi, pois o negócio em questão, além de charmoso, se tratava mesmo de um típico, “business and pleasure”, pois honrosamente servi café e “bati” singelos, mas inesquecíveis papos com o Luís Fernando Veríssimo, o poeta Mário Quintana, só para citar alguns inesquecíveis ...

Pois bem voltando a “VACA-ODONTÓLOGA”, quando apresentada à mesma pelo boi, devo dizer, que de cara simpatizei com a vaquinha, simples e simpática ela, e de imediato estabelecemos um relacionamento profissional, pois na época se bem me lembro, eu estava precisando mesmo de um(a) Dentista providencial e apreciei com muito bom gosto, o fato da profissional em questão, se tratar de uma companheira de rebanho. Sei lá dentistas mulheres geralmente tem mãos menores, o que facilita a coisa, pois mexem em sua boca com mais delicadeza,eu diria ... (Mania e pura impressão de vaca ...)!

Então foi unir o útil ao agradável, a vaca se tornou à “dentista da família de plantão”. Eu e o boi-marido da época, passamos assim, freqüentá-la, com uma certa regularidade pelas facilidades de possuir o consultório na Galeria em que trabalhávamos, e sempre que fizesse necessário. Devo referir ainda, que a vaca em questão se tratava de uma excelente profissional, minha boca bovina que o diga.
Tinha um sorriso lindo na época ...

O tempo passou, meu relacionamento com o citado “boi” desandou, e depois de oito anos de um casamento sem filhos por opção, civilizadamente viemos a nos separar em momento posterior.

Mas ... a vaca da dentista comum, continuou a mesma !

Então, um belo dia, durante uma consulta odontológica, sentada eu, na cadeira profissional da “vaca-dentista” em questão, esta começou com um “papo-morno” e casual do tipo:

- Ai, ainda bem que tu te separaste do fulano, ele não te merecia mesmo ... Eu de boca aberta, certamente “obturando”, balbuciei: -Hrummmmmm ...

E a vaca, prosseguiu feito, “vaca-louca verborrágica”: Mas, preciso te contar uma coisa ... Eu:– Hrummmmmm. E ela então de inópino assim se declarou, de forma “curta e grossa” : -Tive um “rolo”, com teu ex-marido, enquanto vocês ainda eram casados, e hoje me arrependo por isso, afinal tu és tão legal ! Eu:- Hrummmmmmmmmm!!!! - Mas não te preocupas, - prosseguiu a vaca louca - Foi apenas sexo, teu ex-marido era muito cafajeste, mesmo ! Falou isto com um certo desdém ...

Não preciso referir, que nossa consulta e o até então salutar relacionamento profissional, acabou por aí. Não que eu tenha ficado chateada, com a inusitada revelação, já estava separada mesmo do boi, e vivia alegremente, agora vivenciando um novo e adorável romance com o boi paulista (Hoje o atual companheiro de rebanho).

Mas na época do ocorrido, não pude deixar de refletir ... Meu Deus, que idiota fui eu, o negócio acontecendo nas minhas “barbas” e eu nem sonhando ... Bom, nunca fui mesmo ciumenta com o tal boi ... E a vaca em questão, além de não se tratar de um “mulherão”, vivia no café, dia e noite, era uma cliente como tantas outras, que eu tratava com a maior educação e delicadeza, sem falar que até dava muito lucro pro negócio, tinha até conta-fixa ... Será que pagava em sexo para meu ex-bovino? Êta, Vida louca, essa nossa, hem ?

Agora me digam: Como qualificar uma vaca dessas? Vadia ? Acho que não trabalhava feito um cão ... Vagabunda ? Também não, era tipo vaca-família, um dia se apresentou lá no café com os pais, a irmã e afins. Vaca-Galinha? Vai saber, será que quem deu mole não foi o boi?

Hmmmmmmm – Acho que “Vaca sem-ética”,talvez fosse mais apropriado, para defini-la!

Mas o que secretamente como “vaca que sou”, adorei!!! (Ai a cruel natureza perversa bovina feminina!) Foi o fato de que ela de fato, se apaixonou mesmo , pelo meu “ex-bovino”, e ele, HAHARRRAA..... Ele, como boi “cafajeste” ... Só queria sexo mesmo !!!! Danou-se assim a “anti-ética” da VACA !

Por isso vacas, toda a cautela é pouca, antes de pastarem no curral alheio ....

MORAL DA HISTÓRIA: Afinal quem foi mesmo mais vaca, eu ou ela ????

PS: Qualquer semelhança com a vida real, não é mera coincidência....






quinta-feira, 14 de junho de 2007

VACAS FÁCEIS ...


Como ninguém se pronunciou sobre o tema proposto através de “enquete” em meu último “Post” sobre o “Dia dos namorados”, venho agora intimá-los formalmente ...Traduzindo: (Intimação no jargão jurídico, significa comunicação para comparecer a juízo) Portanto, compareçam a esta MM. Corte bovina sob pena de... HÁ, HÁ, HÁ).

Confesso a vocês, que o que me levou a refletir sobre o tema, foi um comentário infeliz e machista, de meu companheiro de rebanho, ao se referir a uma certa “vaca boazuda” que apareceu no programa da também vaca Luciana Gimenez, exibido na rede TV, diariamente. Primeiramente gostaria de referir que não assisto a tal programa. Até porque, depois do pouco que vi, já deu para sentir, tratar-se de entretenimento tipo “trash”. Mas descobri quase que sem querer, que muitos “bois” acima de qualquer suspeita, a exemplo do meu, o assistem com uma certa habitualidade ... Bom a apresentadora, é uma vaca bonita, sem dúvida, mas, as questões abordadas no programa, são de dar dó, e em nada acrescentam a mentes um “pouquinho” evoluídas... (Lamento informar, mas sou absolutamente seletiva para programas de TV, mas... “gostos são gostos”, e pronto!)

Bom, voltando às “VACAS FÁCEIS”, pelo que entendi, dentro dos parâmetros da ótica bovina masculina, “vacas fáceis”, - Pasmem – São consideradas aquelas vacas destinadas ao mero, “consumo bovino masculino”.

Já as “vacas não fáceis”, seriam as companheiras de curral mais sérias ou as chamadas vacas de família, com as quais, um determinado boi poderá estabelecer um relacionamento, entabular um namoro, e quem sabe, se tudo der certo, até institucionalizar um curral.

Fiquei bestificada! Mas que raios de definições, são essas: O que vem a ser uma vaca fácil, na essência? Seria ela uma “vagaba” ? Uma vaca prostituta, ou simplesmente, uma vaca comum, em tempos de sexualidade resolvida, que topa uma transa com o bovino, já no primeiro encontro, sem maiores delongas ? A poderia ser também quem sabe, uma vaca vulgar, que se entrega despudoradamente com todos os bois com quem se depara.

Achei no mínimo, extemporânea, ultrapassada e discriminatória a citada classificação, além de machista e chauvinista, também... Mas logo em seguida obrei por me dar conta, de que nós vacas, temos também a nossa “parcelinha de culpa” nessas definições mal entendidas, e por vezes pejorativas, porque invariavelmente nos discriminamos a nós próprias, isso desde a nossa tenra adolescência.
Exemplo:
Quem não se lembra, daquelas novilhas colegas de escola, que já se insinuavam para os bois, enquanto nós, ainda nem nos preocupávamos com isso. Como nós a chamávamos: “Vacas-galinhas” ! E a “vaca” da vizinha, que “roubou” o marido-boi da outra vaca ? Ah, essa é a clássica: “Vaca-vagabunda”. E aquela que dá para todos os bois, só porque gosta: “Vaca-vadia” ... Agora me lembrei, de um dos últimos “posts” da Thiane do “Vertente”, em que ela fez expressa referência, a Preta-Gil. Que tipo vaca seria essa, na citada escatologia: Que tal “Vaca- desesperada”! (Ah! Mas, até que ela tem uma pinta de boa-gente, com ares de maluca-beleza) !

Pois é gente, FÁCEIS OU NÃO, aos olhos bovinos masculinos, e ou aos nossos próprios olhos, só uma coisa é certa: “Todas, sem exceção, somos mesmo, umas Vacas! Mas nada melhor mesmo, como vacas que possuem autocrítica !!!!




terça-feira, 12 de junho de 2007

Meu bezerrinho...

Meu filho, que hoje está eufórico por que "conquistou sua namorada" antes de entregar o presente de dia dos namorados(palavras dele!), me disse que "sabe como tratar damas e princesas" (idem). E é por isso que namora com a menina mais bonita da sala. Disse que cavalheiros de verdade não deixam as damas carregarem peso. E que damas devem passar o dia lendo, cheirando flores e descansando. Isso é cavalheirismo medieval, pensei, um quase-machismo latente e ancestral, hahahaha... Mas achei bonitinho, acho que se eu continuar tentando, vou conseguir fazer de meu filho um cara legal.

BOIS E VACAS NAMORADOS ...



Como já referi anteriormente, datas comemorativas, em meu modo de ver, tem sempre uma conotação comercial, mas o pretexto comercial para o próximo “Valentines Day” tupiniquim - 12 de junho- até que é “fofo” e mais do que louvável, porque namorar, é simplesmente tudo, mas tudo de bom mesmo. É bom namorar aos 15, aos 20, aos 30, aos 40, e dizem que na terceira idade, também é bom (- Graças aos céus ainda não tenho essa experiência, só pela idade é claro), em qualquer época ou lugar...

O conceito do que venha a ser um “típico namoro bovino”, é que varia conforme a época. Namoros de antigamente, por certo se mostravam muito diferentes dos namoros atuais, pela natural repressão sexual de determinadas épocas, mas que no fundo no fundo, em qualquer época ou lugar, todo mundo dava um jeito de “namorar” ah dava ! Mesmo com a sogra, sogro ou a avó do lado, ou até mesmo com os conhecidos “chá-de-pêra” (no sul) ou velas (em Sampa), aquela turminha sempre contratada pelos pais, para atrapalhar o namoro ...

Tudo isso eu acho que não existe mais, pois agora, vacas e bois simplesmente “ficam” e pronto, sem qualquer vigilância ou intromissão de ninguém !

E é aí, que fico um pouco perdida, nesses jovens namoros contemporâneos. Portanto, me atualizem: Mas afinal, o que vem a ser simplesmente ficar com um “boi”? Será uma nova alcunha para o sexo casual e/ou é só dar uns “amassos” no boi ou na vaca e a partir de então, ir direto para a “cama do curral” e só então aí “engatar uma primeira” e seguir namorando, se o “rolo” foi bom ?

Não lhes parece tudo assim, meio rapidinho e objetivo demais ? OK. Dou a mão à palmatória, conheço bois e vacas que começaram o namoro já de cara no “leito do curral” e estão juntos até hoje, mas esses são raros, eu diria até abençoados sabe-se lá, por uma determinada “química-bovina” ...

Mas a citada “repressão sexual” de antigamente, até que tinha lá um certo charme! Talvez fosse uma época sofrida, eu diria, mas extremamente charmosa...

As vacas eram criadas e educadas para casarem-se “virgens” não dando mole para qualquer boi, como hoje o fazem naturalmente. Os bois coitados, para satisfazerem suas necessidades “primitivas”, mesmo apaixonados pela vaca-donzela, buscavam socorro nos prostíbulos bovinos. (Coisas de macho !) E quando a “vaca e o boi” não se agüentavam, aí era um “escândalo bovino familiar”, se a donzela fosse nobre então, era um Deus nos acuda. “Escândalo perante a sociedade”, etc. Não é toa, que os grandes romances foram escritos nessa época.

Tão me achando vaca-careta e ultrapassada, não é mesmo?

Pois é, às vezes me permito ser um pouco, mas continuo achando que existe muito mais lascívia e sedução em coisas levemente proibidas, pois quanto maiores os obstáculos e as dificuldades de um romance, a explosão e combustão deste é sempre bem maior e mais extasiante !

Já passei dos trinta e cinco, e também fui vaca-educada para casar virgem! Obviamente que não casei nessa condição (não sou “vaca-louca”), mas por certo a grande graça e sacada da coisa toda, parecia estar justamente aí, em transgredir alguma regra, em se fazer um pouco,(“Just a little”) difícil para os companheiros de rebanho ... Ah velhos tempos de namoro e “amassos” no carro, onde se cedia um pouquinho e se deixava qualquer bovino louco ... Agora parece que tudo mundo já voa direto e sem escalas para o motel ou “drive-in”, sei lá ...

A data específica “Dias dos namorados” em si, não me diz muita coisa NÃO, (apesar de me considerar uma romântica incorrigível e por vezes chorar em filmes que os protagonistas enamorados não ficam juntos no final), mas pelo menos serve para reflexão de que bons relacionamentos bovinos devem ser festejados, não só na data de hoje, mas diariamente !

Agora, se por um mero acaso, hoje especificamente meu bovino me aparecer com rosas vermelhas e um champanhe no braço, aí sim eu juro: Encho o bovino de beijos da cabeça aos pés !!! (Vacas adoram essas coisas ...!)

Aliás porque os bois não fazem isso sempre, precisa haver uma data especial e comercial pré-determinada para demonstrar afeto a vaca ou boi em questão, ou para simplesmente dizer EU TE AMO ?

“Anyway”: FELIZ DIA DOS NAMORADOS PARA TODOS VOCÊS !!!

Enquete só para bois leitores: Vocês apreciam “vacas” fáceis ou desfrutáveis ?

DM

Da vaca para os enamorados

Hoje é dia dos namorados. Mais um dia dos namorados. Neste ano, em particular, estou só. Seria muito mais simples mandar um antes só que mal-acompanhada e tocar minha vida em frente, ignorando que "todos os anúncios afirmam que é bom amar" (Para os maiores de 30...Lembram do Metrô, na década de 80?). Rápido, fácil e indolor. Mas, não, chata que sou, tenho que fazer toda uma análise da minha tumultuada vida amorosa. Sim, pois sou vaca de família, mas namoradeira, hahaha! Pensei, analisei... Cheguei a uma conclusão (com a ajuda da Van! Aliás, está lindo de morrer o post dela de hoje... Vale a visita!): amar é bom e, se me amo, ficar só também é. Há um tempo para cada coisa. Pois se já amei, já fui amada, se sofri, eu fiz sofrer... Me arrependo de algumas coisas, claro. Errei por amor. Errei por desamor... Mas, hum, que delícia é o amor... E estar apaixonado... Paquerar é ótimo... Namorar, idem...

Estava pensando sobre o assunto e me lembrei de uma poesia de Fernando Pessoa que adoro - ai, adoro todas, mesmo...

Cartas de Amor

Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente ridículas.)


Então... Feliz dia dos Namorados! Esqueçam-se que é uma data comercial! Amem, paquerem, namorem!!!

E... Meninos, não custa lembrar:

  • Vacas adoram ganhar presentes nesta data!
  • Se sua vaca disse que não quer ganhar nada... Não acredite!!!
  • Se estiver sem dinheiro... Hoje, uma rosa vale tanto quanto um diamante - claro, se você namora uma vaca normal e não uma vaca vaca... Ah, esqueça os vasinhos de violetas... Eu disse rosa!
  • E não se esqueça das ridículas e lindas cartas de amor!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Vacas de roupa nova!

Gente, olha só que lindas que nós estamos!!! É obra da Danusia, do Hipermoderna! Ficou lindo. Dan, obrigada, você é show!

sábado, 9 de junho de 2007

Tricolor de coração aliviado...

Não dá para não falar sobre isso... Eu tentei, juro, não tocar no assunto por uns dias, para ver se o sentimento arrefecia... Mas... é mais forte que eu, se eu não gritar vou explodir... NEEEEEENSEEEE! Flumineeeenseeee! Sou uma vaca tricolor e feliz da vida!!!

A vaca e Shakespeare...

Se Shakespeare tivesse tido problemas amorosos como eu, a frase mais famosa de Hamlet seria: "Perdoar ou não perdoar, eis a questão...". Vivo um dilema desses nos últimos dias... Eu sou uma bobona, quase idiota, daquelas que perdoa tudo. Aliás, eu me esqueço das mágoas muito rapidamente. Das pequenas às grandes, quase tudo me escapa da memória. Às vezes, nem preciso de um pedido de desculpas para esquecer... Apenas deixo a lembrança se apagar. Quase tudo... Mas quando eu empaco (vacas empacam ou apenas burros e cavalos fazem isso?) em um ponto... Nem precisa ser uma grande questão. Às vezes uma questiúncula - aaaaamo essa palavra! - serve. Quando eu empaco... Pode demorar três minutos, três dias ou uma vida... Eu vou cobrar aquela mágoa com juros e correção monetária... Aí, a vaca vira cobra, só aguardando a hora exata de dar o bote e despejar todo o veneno guardado para a ocasião. Bom, tudo isso é para dizer que meu ex-namorado, aquele, o mio amore, anda atrás de mim. Gosto dele. Mas estou zangada ainda, magoada. Quero perdoar, mas não consigo. Tento... Parte de mim se sente mal por ver um homem querer chamar minha atenção como um cachorrinho fazendo gracinhas... Outra parte, vaca, vaca, vaca, sente um pequeno e secreto prazer só as vacas têm... É o prazer de ter o poder de fazer um homem se apaixonar. Não sei ainda o que vou fazer.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

VACA ATROPELADA ...

Queridos Leitores Blogueiros ...
Essa última semana, além de curta, foi um horror, trabalho duro, prazos estourando,etc, etc .... Vacas advogadas infelizmente são escravas de prazo, por isso me vi atropelada de todos os lados, casa, filho, trabalho, bovino mau humorado, e por aí vaí ... Não deu tempo nem de visitar os favoritos das vacas ... Mas a VACA AP tá mandando bem, portanto nosso Blog, certamente está bem representado ... Adorei o meme das gírias e deixas regionais, mas não deu prá fazer o texto, se bem que em função da minha dupla cidadania (gaúcha e paulista), acho que acabo misturando as duas coisas ... Mas se der, ainda que tardiamente posto algo prá vocês ....
Prá não dizer que não li nenhum dos "memes", li na corrida o do Brecher, e achei muito engraçado ... Você é "catarina" , digo procedente de Floripa ? Lá vocês falam muito engraçado ... Meus parabéns pelo "meme" ...
Pretendo ler ainda os das vaquíssimas Beth, Van, Thiane e Lívia, Poliana e Sir, etc (meus prediletos) ... Mas gente, ainda preciso arrumar as malas pro Feriadão .... Esse clã bovino pretende passar o Feriadão em Monte Verde-MG, depois certamente falarei sobre as vacas e bois mineiros ... Aliás um "meme" de mineiros deve ser ótimo ! Ninguém se habilitou ?
Bom gente, fui .... EXCELENTE FERIADÃO DE CORPUS CRISTHI PARA TODOS VOCÊS ...

A gente se fala na volta !!!! UM "BIG" MUUUUUUU PARA TODOS!

Beijos

terça-feira, 5 de junho de 2007

Vacas, príncipes encantados e homens de verdade.

No sábado, meu primo e minha amiga estiveram aqui em casa. Eles são namorados. Conversa vai, conversa vem, alguém falou em príncipe encantado... Eu, que estou na minha fase pés no chão, olhei para minha amiga, bem séria, e disse: "Príncipes encantados não existem". De cara meu primo me olhou com aquele olhar, misto de piedade e raiva, de quem pensa: "Coitada da vaca, está sozinha, ficou amarga e quer me detonar". A amiga miou um "Ah, existe siiiiiiim! Eu encontrei o meu".

Bato o pé. Não retiro o que eu disse. Se encaramos nosso amor do momento como príncipes encantados, estamos, quase certamente, a um passo de nos decepcionarmos... Às vezes até sem motivo real, apenas porque vivíamos uma fantasia de meninas! Não que homens sempre pisem na bola e estraguem tudo. Nada disso. Mas porque não há perfeição em um relacionamento, pois somos humanos... Então, repitam comigo: homens não são príncipes encantados. São homens! E é como homens que devemos encará-los. Eu acho muita sacanagem nós, vacas, mulheres, colocarmos nas costas deles a responsabilidade de serem príncipes... Vamos falar a verdade... Nem todas nós nos comportamos como princesas encantadas, não é?

sábado, 2 de junho de 2007

Gírias? Tô por fora...

, O Becher me convidou para participar do Meme sobre regionalismos... Mermão, valeu, adorei o convite! Sou carioca da gema, mas já morei em Brasília, Recife, São Paulo e Curitiba. Filha de militar e ex-mulher de executivo... Na moral, sei gíria de um monte de cidades, acabo me enrolando. Fala sério! Sou capaz de misturar um ôxe, um meu e um colé na mesma frase. Mas vou mandar a real para vocês... A tia aqui está careta e não entende mais tanto de gírias assim... , já sou balzaca, já se foi o tempo que eu sabia todas as gírias. Não sou baranga (nem convencida, juro!), não sou vacilona, mas estou por fora das novidades... Desde que sou mãe de um pirralhinho que fala um dialeto diferente do meu... É sinistro: a gente sabe que envelheceu quando precisa de um dicionário para conversar com os dimenor! Então, não esperem gírias super atuais... E, antes que eu me sinta velha, vou passar lotado pelo assunto e vou ralar peito, sem ficar embaçando... Mas antes de ir, vou avisando que o povo carioca tem um modo próprio de falar, muito rico, diverso, imaginativo e surpreendente, que vai muito além do que esse meu textinho sem sal... Essa cidade partida tem dialetos do morro, do asfalto, da praia e do subúrbio... Mil tribos... Descolados, Patrícias e afins, intelectuais... Gírias do baile funk e da roda de samba... Precisaria de anos para compilar tudo em um livro. E quando este dicionário estivesse pronto... Já estava tudo desatualizado. Os caras já tinham inventado um monte de palavras novas!

Tradução (minha tradução, pode haver algumas discordâncias):
: Já foi um dia, eu juro. É a palavra que os cariocas usam no início de uma frase para chamar a atenção.
Mermão: Meu irmão, claro. Forma de chamar entes do sexo masculino, cariocas ou não
Valeu: O obrigado do carioca
Na moral: Variante de "numa boa"...
Fala sério: É a forma do carioca demonstrar assombro diante de algum assunto
Colé: Qual é?
Mandar a real: Falar a verdade, falar sério ou falar algo importante
Pô: Diminutivo de porra, é a vírgula dos cariocas
Baranga: Mulher muito feia
Vacilona: Feminino de vacilão, pessoa que pisa na bola
Sinistro: Qualquer fato inesplicável
Dimenor: Menores de dezoito anos
Passar lotado: Passar rapidamente
Ralar peito: Ir embora
Embaçando: enrolando, fazendo alguém perder tempo

PS: Para continuar esse Meme, tenho que escolher cinco pessoas... Lá vai: Van (sempre a querida Van!), Thiane, Veridiana, Danusia e Patty (Eita, clube da Luluzinha... e com umas cariocas, para completar a lista de regionalismos!)

sexta-feira, 1 de junho de 2007

TODO MUNDO TEM O BOI OU A VACA QUE MERECE?

Ditos populares como esse, aqui propositalmente adaptado aos propósitos e fins deste “Blog” sempre tem lá, o seu “fundinho” de verdade não é mesmo ?

Mas será mesmo, que todo mundo tem o boi ou vaca que merece ?
Tenho lá minhas dúvidas, alguns realmente tem o que merecem, mas sou guindada a crer, que outros sinceramente, não. Esses, por vezes são os desagradavelmente surpreendidos, pelos assim chamados “bovinos mutantes”, logo, logo eu explico.

Fatores aleatórios como sorte ou azar, ou o tão alegado, pelos místicos, “carma” bovino, talvez até possam influenciar o bom ou mau “andar da carruagem” das complexas relações bovinas.

É talvez só isso mesmo: ‘Fatores aleatórios’ podem explicar, porque tantos bois e vacas, de “sangue bom”, vêm se dando tão mal em seus relacionamentos com os parceiros do sexo oposto.

Analisando a questão sobre outro prisma, sou inclinada a crer também, que muitos relacionamentos bovinos tendem a sucumbir, justamente porque determinados bovinos ao longo de uma relação, simplesmente passam por transformações inusitadas e inexplicáveis do dia para a noite. (-Dizem as más ou boas línguas, que o ser humano vive em constante mutação). Ai, que ótimo, para um relacionamento, conviver com “mutações” desavisadas !

Mas transformações radicais de comportamento, ou mesmo mudanças no modo de encarar a vida, geralmente nos “pegam de surpresa”, e nessas condições, só posso absolver os bovinos que se vêem surpreendidos de forma desavisada por esses “mutantes de plantão”.

Portanto, cabe aqui a singela indagação que serve de título a essa crônica. - Será que esses “bons bovinos”, poderiam prever tais mudanças, e ou estariam simplesmente predestinados a merecer esse tipo “boiada mutante”?

ILUSTRANDO: (“SHORT HISTORY” DE ROMANCE BOVINO PARA VOCÊS).

A gente conhece um “boi” ou uma “vaca” casual, por questões antropológicas ou do destino, sei lá. Se sente imediatamente atraído pelo “ente” em questão, se tal atração é recíproca aí naturalmente haverá de rolar um bom “samba bovino”. Se o tal “samba bovino” se repete, por mais de uma vez, nos entorpecemos e aí embarcamos naturalmente para mais e mais “sambas”, se é que me entendem. Bom, a partir de então, induvidosamente passamos a estabelecer e a institucionalizar, ainda que forma inconsciente o início de um típico relacionamento bovino, com esse boi ou vaca que mal acabamos de conhecer.

Parafraseando o “velho”, William S. : “Por razões que a nossa própria razão, desconhece”, esse novo “ente” bovino(a) passa a se tornar para nós, absolutamente indispensável para tudo.

Daí em diante, todo mundo já sabe, a coisa se desenrola de forma até previsível: Resolvemos de forma incauta e desavisada (Caramba, já estamos “dando pintas” de estar literalmente fascinados e apaixonados pelo “estranho” em questão,) a desejar alegremente a criatura de forma diuturna e ininterrupta.

Além de possuídos de “paixão” e de uma irresistível atração, nos deixamos contagiar também por uma passageira e adorável “cegueira”, sim o “Amor é cego” – A frase também é dele - (William S.)

Então lá pelas tantas de comum acordo, se resolve dividir tudo e toda a vida com o tal bovino (a).

E aí, vamos admitir para nós mesmos: Só vamos efetivamente vir a conhecer essa pessoa, na sua “essência”, com tudo o que ela tem de bom ou ruim, quando passamos literalmente a conviver de forma diária e ininterrupta com a mesma.

Mas tem “certas-coisas” que francamente, não dá para prever antes, ou será que a “adorável cegueira inicial” atrapalhou um pouco ?

Passamos a partir de então, na roda-viva da paixão bovina, supostos riscos assumidos, mas inadvertidamente, podemos não escapar vir a nos deparar, com mais outro dito popular: “O ser humano, é uma caixinha de surpresas!” (Às vezes boas, mas também ruins, infelizmente).

Por isso para facilitar as coisas, sou inclinada a crer, que bois e vacas, antes de se relacionarem deveriam vir sim, sempre acompanhados de prescrições, que nem bula de remédio: Com indicações de posologia, reações adversas, contra-indicações, etc., ou até mesmo de um “curriculum vitae”, como já referi aqui, em crônica anterior. Quanto sofrimento seria poupado !

Assim convenhamos, ficava muito mais fácil, e os bons bovinos não sofreriam, nem se surpreenderiam desagradavelmente com os indigitados “bovinos mutantes”.

Francamente: Ninguém merece, bois ou vacas que depois de entabulada uma relação, onde se desnudam mútuos conhecimentos, viram mutantes, tipo “X-man” e afins.

Mas, se os tais tidos bons bovinos passam a se conformar com toda a sorte de “surtos de mutações desavisadas” de seus parceiros, aí sim, não há mais do que reclamar! E passa então a valer com todas as letras o citado dito popular. “Se merecem e pronto”!



 

 

Um olhar feminino sobre o universo... digamos, bovino. Mulheres falando da vida e de outras mulheres.
Mulheres explicando às outras que, querendo ou não, somos todas umas vacas!




A calma alma má
A cor da letra
Adão Braga - Corpo, alma e espírito
Adão Braga - Conectado
Aletômetro
All Racing
Apoio Fraterno
Ansiosa e prematura
Avassaladora
Banana com peperoncino
Bomba MH
By Oscar Luiz
Coisas e tralhas - Mutumutum
Colóquio
Concerto em Dó Menor
Conversas furtadas
Eu sei, mas Esqueci
Eu sou garota?
Fábio Centenaro
Geek Chic
Gothicbox
Hipermoderna
Immortal lust
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Isso é Bossa Nova!
Irmãos Brain
Jornal da Lua
Juarez, o cabrito montês
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Luz de Luma, yes party!
Jogando Conversa fora
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Mais atitudes
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Melica
Memórias póstumas de um puto prestimoso
Meu cantinho
MOrsa sem pelo
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O estranho mundo de Mila
Oncotô?
Os pensamentos de eu e ela
Paola, a estranha
Papo de buteco
Pensar enlouquece, pense nisso
Pererecas em chamas
Pérolas políticas
Remembrança
Saber é bom demais
Sem frescura
She's like the wind
Sinceros receios
Smile
Sobre sapos, pererecas e afins
Somos todos uns cachorros
Sou para-raio de doido
Uma mente nada brilhante
Van Filosofia
Vertente
Wolverine responde



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